RSS Builder by B!Soft NIC.br - Imprensa - Clipping http://www.nic.br/imprensa/clipping Clipping publicados pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR pt-br info@nic.br (NIC.br) Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br Tim Berners-Lee, o 'pai' da web, virá ao Brasil Wed, 1 May 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia542.htm Britânico participará do International World-Wide Web Conference, que será realizado pela primeira vez na América Latina.

Tim Berners-Lee, inventor da 'World Wide Web (www)' - 13/03/2009
Tim Berners-Lee, inventor da "World Wide Web (www)"

O físico britânico Tim Berners-Lee virá ao Brasil neste mês. Conhecido como o "pai" da web, o criador do protocolo WWW (sistema de distribuição e conexão de informação em hipertexto) visita o país pela terceira vez como convidado da 22º edição do International World-Wide Web Conference, que será realizado no Rio de Janeiro, entre os dias 13 e 17 de maio. Esta será a primeira vez que o encontro acontecerá na América Latina.

A conferência internacional será organizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e pelo escritório local do W3C, entidade responsável por disseminar as melhores práticas de criação de websites. O evento conta ainda com o apoio da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). 

O grande objetivo da conferência é reunir especialistas em internet de todo o mundo para debater soluções, inovações e o futuro da rede. Entre os nomes internacionais confirmados para o evento estão Luis Von Ahn, criador do site Duolingo e dos CAPTCHAS (sequência de letras e números que permitem o acesso a uma determinada página), e Jon Kleinberg, acadêmico da Universidade Cornell, que estuda os fenômenos sociais na web.

O Marco Civil da Internet, projeto de lei que segue em tramitação na Câmara dos Deputados e que pretende criar uma legislação para a rede no Brasil, é um dos temas que serão discutidos durante o encontro internacional.  

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Privacidade na internet: tá na chuva, é pra se molhar! Fri, 3 May 2013 15:57:51 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia258.htm

Antes de tudo é bom lembrar que a privacidade, neste caso, pode ser entendida como o controle que uma pessoa tem sobre as informações de si mesma, evitando que essas possam expô-la de forma indevida ou prejudicial.

Os casos mais lembrados são o do Facebook, maior rede social do mundo, e a Google, que além de saber o que procuramos diariamente, nos oferece diversos serviços que facilitam o dia a dia. Isso sem contar que o sistema operacional Android, desenvolvido pela empresa, está presente em mais da metade dos celulares e smartphones vendidos no planeta, dando a deixa para que informações como contatos, ligações e a localização possam estar sendo utilizados pela mesma.

Mas não pense que a privacidade é algo que esses sites/empresas levam nas coxas. Este é um assunto de primeira importância na lei dos poucos países que já possuem legislações voltadas à internet, como é o caso dos EUA. No Brasil, o Marco Civil da Internet, lei ainda não aprovada e que vai definir as diretrizes de uso da rede no país para usuários, empresas, governos e justiça, trata claramente sobre a privacidade e a guarda dos dados dos usuários – seja pelos sites ou pelos provedores de internet – e a forma como essas informações serão armazenadas e utilizadas..

Mas um ponto crucial a ser lembrado nesta discussão é o custo e o lucro para as empresas. Estamos em um sistema que visa pura e simplesmente o lucro. Seria ingenuidade pensar que Mark Zuckerberg criou e manteve o Facebook apenas para permitir que as pessoas pudessem compartilhar suas preferências, fotos ou momentos com amigos e família. Tanto é que ele já lucrou mais de U$ 30 bilhões. Isso se torna mais evidente pelo fato de que, hoje, o Facebook é uma empresa listada em bolsa de valores e seus acionistas querem saber, é claro, de lucro.

Além disso, manter algo na internet tem um custo que geralmente não é barato. Imagine então uma rede com mais de um 900 milhões de usuários ou um mecanismo de busca que atende bilhões de pessoas por dia. Para que isso não seja cobrado do usuário, a publicidade entra em campo, garantindo o suporte mínimo para que esses sites gerem lucro

As empresas que anunciam na internet contam com a customização das campanhas publicitárias, o que permite que elas cheguem o mais próximo possível do público que desejam. Mas essa facilidade usa como meio as nossas informações. É clássico, por exemplo, o caso dos anúncios do Gmail, onde, logo após enviar um e-mail, o Google nos mostra um anúncio que tem a ver exatamente com o assunto da mensagem enviada.

Mas então como utilizar estes sites sem que suas informações possam ser usadas de forma indevida? A resposta tem que ser dada pelo próprio internauta. Tanto nos serviços que utiliza – lembrando que eles são opcionais, quanto nas informações que o mesmo disponibiliza e para quem disponibiliza.

A questão não é simples e ninguém quer sair perdendo. Portanto, cuidado nunca é pouco sobre o que colocamos na internet. Quem está na chuva, se não utilizar guarda-chuva, vai se molhar. Para quem quer entender um pouco mais ou ter exemplos sobre o assunto, a dica é a Cartilha de Segurança do Comitê Gestor da Internet, que está disponível no endereço cartilha.cert.br/privacidade/

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Conferência WWW2013 traz Tim Berners-Lee ao Rio de Janeiro Mon, 22 Apr 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia240.htm Programado para 13 a 17 de maio de 2013 no Rio de Janeiro, o evento conta com a organização, a coordenação e o suporte do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), apoio do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), do W3C-Escritório Brasil, da PUC-Rio e da Universidade Federal de Minas Gerais.

O evento reunirá 1,5 mil especialistas de diversos países. O público será formado especialmente por pesquisadores, estudantes, profissionais dos setores público e privado, desenvolvedores e heavy users da web. A ideia do encontro é promover discussões e trocas de experiências sobre tecnologias para a web com o objetivo de continuamente pensar e promover a evolução da internet.

Tim Berners-Lee, inventoSourcer da Web e diretor do World Wide Web Consortium (W3C), será um dos palestrantes da conferência. Entre outros convidados estarão Jon Kleinberg, professor de ciência da computação na Cornell University, e Luis von Ahn, professor do Departamento de Ciência da Computação da Carnegie Mellon University.

Com apoio do Google e do Yahoo!Labs, o evento será realizado no Hotel Windsor Barra, Barra da Tijuca.

Saiba mais em: [www2013.org/…]

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IPv6: NIC.br oferece treinamento gratuito para redes corporativas Mon, 22 Apr 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia239.htm Desde 2009, o departamento vem dedicando esforços na elaboração de projetos técnicos e de orientação sobre o IPv6 e, com isso, tornou-se referência sobre o assunto no País. Antonio Moreiras, gerente da área de Projetos do NIC.br, esclarece que a oferta desses cursos foi ampliada por conta da proximidade do esgotamento do IPv4, prevista para 2014. “É necessário implantar o IPv6 nas redes e serviços corporativos, em especial naqueles expostos na Internet, como websites, serviços de e-commerce, e-banking, e-gov, e-mail, etc. Por isso, criamos mais essa opção, agora em EaD ", observa Moreiras.

Indicado a profissionais de Redes ou Tecnologia da Informação em empresas ou instituições usuárias da Internet, além de professores e estudantes da área, os cursos terão duração de sete semanas. Haverá duas aulas online ao vivo, cada uma com duração de uma hora e meia, nas quais a participação é obrigatória. Orienta-se que os participantes disponham ainda de cerca de 6h extras por semana para que possam estudar o material, realizar os exercícios teóricos, a prática no laboratório virtual, e participar das discussões por e-mail. Um certificado de participação será emitido pelo NIC.br, desde que o aluno tenha 75% de presença nas aulas ao vivo e participação satisfatória nas demais atividades. A primeira turma terá início no dia 07 de maio. Mais informações podem ser obtidas em http://ipv6.br/ead.

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Procon recomenda evitar mais 71 sites de compras Mon, 22 Apr 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia238.htm Em novembro do ano passado, Fundação já havia divulgado lista com 200 sites de e-commerce que devem ser evitados

Pessoa fazendo compras pela internet
Procon SP: mais 71 'lojas on-line' integram a lista de sites a serem evitados

A Fundação Procon-SP ampliou, nesta segunda-feira, a lista de sites de compras não recomendados pela entidade. Mais 71 endereços foram acrescentados e devem ser evitados pelos consumidores. A lista já soma 275 sites desde 2011.

O órgão recebeu reclamações desses endereços por irregularidades na prática de comércio eletrônico, "principalmente por falta de entrega do produto adquirido pelo consumidor que não obtém resposta dos mesmos para a solução do problema", divulgou o Procon, em nota.

De acordo com o diretor executivo da entidade, Paulo Arthur Góes, as reclamações não puderam ser passadas adiante porque os fornecedores não foram localizados, inclusive no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil. "Denunciamos os casos ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil, mas o mais importante é que o consumidor consulte essa lista antes de fechar uma compra pela internet".

A lista pode ser consultada na página no Procon na internet. Entre os sites recentemente adicionados estão a Faston, Armazém Games e Best Mania.

O site de VEJA preparou uma página de Perguntas e Respostas sobre como o consumidor pode buscar seus direitos em casos de compras não recebidas.

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CGI.br recebe sugestões de temas para o III Fórum da Internet no Brasil Thu, 18 Apr 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia236.htm CGI.br . Buscando ampliar a participação de todos os setores - sociedade civil, setor privado, universidades e governo, e construir as pontes para os diálogos do III Fórum da Internet no Brasil, o CGI.br abriu espaço em plataforma online para indicação de temas. Alguns dos assuntos já identificados como relevantes para esta edição do evento são "Direitos Humanos e Liberdade de Expressão na Internet"; "Princípios de Governança da Internet"; "Marcos Legais e o cybercrime (Spam, Cyber-segurança, etc)"; "Princípios de Cooperação Multissetorial e Multilateral"; "A Internet como motor para o desenvolvimento".

Outras sugestões de temas para o III Fórum da Internet no Brasil serão recebidas até o dia 30 de abril.

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CERT.br lança cartilha de segurança sobre mobilidade Tue, 16 Apr 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia221.htm Este é o quinto fascículo lançado pela organização numa série que destaca temas da Cartilha de Segurança. O objetivo é reforçar temas de grande relevância para o uso da Internet com mais segurança.

Como nos lançamentos anteriores, também neste caso, o fascículo é ilustrado e está disponível em PDF. Para facilitar a compreensão e estimular a disseminação do conteúdo, o material é acompanhado por slides sob licença Creative Commons, e pode ser adaptado e utilizado livremente.

Os fascículos abrangem temas básicos até os que envolvem tecnologias inovadoras, como: riscos da mobilidade, como comprar os dispositivos, a adequações de proteção aos dados, acesso a redes, orientações em caso de perda ou roubo e como se desfazer de aparelhos móveis.

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CGI.br: Brasil sale de la lista de los 10 países que envían más spam en el mundo Wed, 10 Apr 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia283.htm El Comité Gestor de Internet en Brasil (CGI.br) presenta un primer balance de la campaña de adopción del programa Gerencia de Puerto 25. Uno de los resultados es la salida de Brasil del tope de la lista de los países que envían más spams, de acuerdo con las estadísticas de la lista CBL (Composite Blocking List - http://cbl.abuseat.org/country.html), que actualiza diariamente los datos referentes a IPs que enviaron spam en los últimos 10 días.

En 2009, Brasil se ubicaba en el primer lugar con más de un millón de IPs que equivalían al 17% de todos los IPs registrados. Al día de hoy, figura en el puesto número 18, con menos de 110.000 IPs, lo que representa apenas el 2% de los IPs registrados. La mejora en la ubicación del país en el ranking fue siempre uno de los objetivos del programa de Gerencia del Puerto 25.

Lanzado por el CGI.br en 2005, el programa de Gerencia del Puerto 25 contempla una serie de acuerdos que procuran la reducción en el envío de spams por parte de las redes domésticas. La campaña llegó a su etapa final en diciembre de 2012, con la acción de las prestadoras de telecomunicaciones que por medio del gerenciamiento de las redes bloquearon la principal salida de spams.

Según Henrique Faulhaber, Consejero del CGI.br y Coordinador de los proyectos Antispam, los resultados son extremadamente positivos. "Estamos observando los datos y en los últimos seis meses la evolución fue muy buena, claramente influenciada por la fase final de la adopción de la medida", afirmó Faulhaber. "Mientras tanto, es preciso continuar observando las cifras, pues tenemos una red muy grande y la aplicación de la medida en las redes residenciales brasileñas necesita ser constante. La expectativa es que continuaremos descendiendo en los rankings", finaliza.

Para Eduardo Levy, Consejero del CGI.br y Director Ejecutivo de SindiTelebrasil, el bloqueo del Puerto 25 es un ejemplo del beneficio que la gestión de redes puede aportar tanto para el sistema como para el usuario de telecomunicaciones, que tendrá un ambiente más seguro para usar Internet. Para Levy, las acciones de esta naturaleza deben adoptarse toda vez que resulten indispensables para garantizar la seguridad y estabilidad de la red. "La contribución de las prestadoras de telecomunicaciones fue determinante para la reducción de la cantidad de spams oriundos de Brasil y tales resultados solo fueron posibles gracias a la implantación de una regla de bloqueo para determinados paquetes de datos, a partir de la gestión del tráfico en Internet.

Faulhaber agrega que la Gerencia del Puerto 25 es apenas una de las iniciativas para la reducción de mensajes indeseados coordinadas por el CGI.br e implementadas por el  Núcleo de Información y Coordinación del Punto BR (NIC.br). Como ejemplos,  destaca la campaña permanente promovida por el sitio http://antispam.br/ y la Cartilla de Seguridad para Internet http://cartilha.cert.br/, producida por el Centro de Estudios, Respuesta y Tratamiento de Incidentes de Seguridad en Brasil (CERT.br). Ambos proyectos tienen por finalidad orientar y prevenir al usuario de Internet. De esta forma, observa Faulhaber, "los usuarios de Internet en Brasil podrán utilizar la red de forma cada vez más segura".

Eduardo Fumes Parajo, Consejero del CGI.br y Director Presidente del Consejo Consultivo Superior de la Asociación Brasileña de Internet (Abranet) hace notar los beneficios que la medida representa para los proveedores: "la reducción del volumen de spam que sale de las redes de Brasil implica indirectamente un menor volumen de mensajes que son tratados por todos los proveedores, lo que reduce los costos relacionados a la operación de servicios de e-mail y permite un mejor aprovechamiento de la infraestructura de la red". La tendencia es que estas cifras continúen mejorando, también como consecuencia del cierre del Puerto 25.

Contactos:
Daniela Marques - daniela.marques@s2publicom.com.br, +55-11-3027-0215
Everton Schultz - Everton.Schultz@s2publicom.com.br

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CGI.br: Brasil ya no está en la lista de los 10 países de todo el mundo que más spam envían Wed, 10 Apr 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia201.htm El Comité de Brasil de Supervisión de Internet (CGI.br - Comite Gestor da Internet no Brasil) ha presentado su primera evaluación sobre la adopción del Port 25 Management en Brasil.

Uno de los resultados es la salida del país de la lista de países principales que envían spam, según las estadísticas de la CBL (Composite Blocking List - http://cbl.abuseat.org/country.html [http://cbl.abuseat.org/country.html]), que a nivel diario actualiza los datos en las IPs que han enviado spam en los últimos 10 días.

En 2009, Brasil estaba en primer lugar, con más de un millón de IPs, correspondiendo con el 17% de todas las IPs indicadas. En la actualidad está en el puesto 18, con menos de 110.000 IPs, contabilizando solo el 2% de las IPs incluidas en la lista. La mejora de la posición de Brasil en esta lista siempre ha sido uno de los objetivos de Port 25 Management.

Lanzado por medio del CGI.br en el año 2005, el programa Port 25 Management incluye una serie de acuerdos destinados a reducir el uso de las redes de banda ancha, por medio de los spammers, para su despliegue directo. La iniciativa llegó a su fase final en diciembre de 2012 con la acción de los proveedores de telecomunicaciones, que por medio de técnicas de gestión de redes, bloquearon el tráfico de spam saliente.

Según Henrique Faulhaber, miembro del consejo del CGI.br y coordinador de los proyectos antispam, los resultados son muy positivos. "Estamos siguiendo los resultados, y en los últimos seis meses el desarrollo ha sido muy bueno, influido de forma clara en la fase final de la adopción de medidas", añadió Faulhaber. "A pesar de ello, es necesario continuar con el seguimiento de los resultados porque contamos con una red muy grande y con la aplicación de las medidas de las redes de banda ancha de Brasil que se deben llevar a cabo a nivel de base. La expectación es que seguiremos cayendo en esta clasificación", añadió.

Para Eduardo Levy, miembro del consejo de CGI.br y consejero delegado de SindiTelebrasil, la administración de Port 25 es un ejemplo de los beneficios que puede proporcionar una gestión de redes, tanto para los sistemas como para los usuarios de telecomunicaciones, que dispondrán de un entorno más seguro para su uso en Internet. Para Levy, las acciones de este tipo se deben llevar a cabo siempre que demuestren ser indispensables para asegurar la seguridad en red y su estabilidad. "La contribución de los proveedores de telecomunicaciones fue decisiva para la reducción de la cantidad de spam procedente de Brasil, y estos resultados solo fueron posibles gracias a la implementación de la política de bloqueo para algunos paquetes de datos, por medio de la gestión de tráfico de Internet".

Faulhaber añade que Port 25 Management es solo una de las iniciativas coordinadas por el CGI.br e implementadas por el Centro Brasileñote Información de Redes (NIC.br - Nucleo de Informacao e Coordenacao do Ponto BR) para la reducción de los mensajes malignos. Como ejemplos, destacó la campaña permanente llevada a cabo por el sitio http://antispam.br/ [http://antispam.br/] y el Documento de las Mejores Prácticas de Seguridad de Internet (Cartilha de Seguranca para Internet) http://cartilha.cert.br/ [http://cartilha.cert.br/], producido por el Equipo Brasiles Nacional de Respuesta de Emergencia Informática (CERT.br - Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Seguranca no Brasil). Se pretende que ambos proyectos guíen y asesoren a los usuarios de Internet. Así, tal y como indicó Faulhaber: "Los usuarios de Internet en Brasil podrán usar la red de forma que cada vez será más segura".

Eduardo Fumes Parajo, miembro del consejo de administración del CGI.br y director ejecutivo del consejo de consultoría superior de la Asociación Brasileña de Internet (Abranet - Associacao Brasileira de Internet) indicó los beneficios que la medida lleva a los proveedores: "La reducción del volumen de spam procedente de las redes de Brasil indirectamente lleva a volúmenes menores de mensajes procesados por todos los proveedores, reduciendo los costes relacionados con el funcionamiento de los servicios de e-mail, además de usar mejor la infraestructura de la red". La tendencia es que las cifras sigan mejorando, además de la consecuencia del cierre de Port 25.

Contactos:
Daniela Marques - daniela.marques@s2publicom.com.br[mailto:daniela.marques@s2publicom.com.br], +55-11-3027-0215
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CGI.BR: Brazil no longer in the list of top 10 countries that send the most spam in the world Wed, 10 Apr 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia182.htm The Brazilian Internet Steering Committee (CGI.br - Comite Gestor da Internet no Brasil) is presenting the first assessment of the Port 25 Management adoption in Brazil.

One of the results is the country's exit from the top of the list of countries that send spam, according to the CBL (Composite Blocking List - http://cbl.abuseat.org/country.html) statistics, which on a daily basis updates data on IPs that have sent spam in the last 10 days.

In 2009, Brazil was in first place, with more than one million IPs, which corresponded to 17% of all IPs listed. Today, it is in 18th place, with less than 110,000 IPs, accounting for only 2% of the IPs listed. The improvement of Brazil's position in this ranking has always been one of the objectives of Port 25 Management.

Launched by CGI.br in 2005, the Port 25 Management program includes a series of agreements aimed at reducing the use of broadband networks, by spammers, for direct delivery. The initiative reached its final stage in December of 2012 with the action by telecommunications providers which through network management techniques, blocked outgoing spam traffic.

According to Henrique Faulhaber, board member of CGI.br and coordinator of Antispam projects, the results are extremely positive. "We are tracking the results, and in the last six months the development has been very good, clearly influenced by the final phase of the measure's adoption," Faulhaber said. "However, it is necessary to keep tracking the results, because we have a very big network and the application of the measure to Brazilian broadband networks must occur on an ongoing basis. The expectation is that we will continue to fall in the rankings," he concludes.

For Eduardo Levy, board member of CGI.br and CEO of SindiTelebrasil, the management of Port 25 is an example of the benefit that network management can provide, both for the system as well as for telecommunications users, who will have a more secure environment for using the Internet. For Levy, actions of this sort should be undertaken whenever they may prove indispensable to ensure network security and stability. "The telecommunications providers' contribution was decisive in reducing the amount of spam coming from Brazil, and these results were only possible thanks to the implementation of a blocking policy for certain data packets, through Internet traffic management."

Faulhaber adds that Port 25 Management is just one of the initiatives coordinated by CGI.br and implemented by the Brazilian Network Information Center (NIC.br - Nucleo de Informacao e Coordenacao do Ponto BR) for reducing malicious messages. As examples, he highlights the permanent campaign conducted by the site http://antispam.br and the Internet Security Best Practices Document (Cartilha de Seguranca para Internet) http://cartilha.cert.br, produced by the Brazilian National Computer Emergency Response Team (CERT.br - Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Seguranca no Brasil). Both projects are intended to guide and advise Internet users. Accordingly, as Faulhaber observes, "Internet users in Brazil will be able to use the network in ways that are increasingly secure."

Eduardo Fumes Parajo, CGI.br board member and executive director of the superior consulting board of the Brazilian Internet Association (Abranet - Associacao Brasileira de Internet) notes the benefits the measure brings for providers: "the reduction of the volume of spam coming out of Brazilian networks indirectly entails lower volumes of messages being processed by all providers, which reduces costs related to the operation of e-mail services, and better use of the network infrastructure." The trend is that these numbers should continue to improve, also as a consequence of the closing of Port 25.

Contacts:

Daniela Marques - daniela.marques@s2publicom.com.br( mailto:daniela.marques@s2publicom.com.br ), +55-11-3027-0215
Everton Schultz - Everton.Schultz@s2publicom.com.br( mailto:Everton.Schultz@s2publicom.com.br )

Source CGI.br

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Sergio Amadeu da Silveira: A rede e a liberdade de criação Mon, 1 Apr 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia174.htm Essa tese foi testada pelo poderoso governo norte-americano quando, em dezembro de 2010, agiu de modo contundente sobre os provedores para retirar o site do Wikileaks da rede. Em menos de dois dias, foram criados mais de 800 "sites espelhos" nos cinco continentes, que replicavam exatamente o conteúdo do site bloqueado.

Se a liberdade de expressão e de opinião distribuídas pelas plataformas da rede incomodam sobremaneira os setores que definem as razões de Estado como princípio superior, a liberdade de criação de novas tecnologias, aplicações ou formatos têm preocupado e colocado em risco os velhos modelos de negócios de grandes corporações erguidas no mundo industrial.

Assim, a natureza aberta da internet torna-se alvo de parte da indústria de intermediação cultural e de grandes corporações de telecomunicações.

Em 1989, Tim Berners-Lee desenvolveu o modo gráfico da internet. Até 1999, Shawn Fanning e Sean Parker não haviam criado o Napster, considerado um dos precursores das redes P2P, que mudaram o modo dos jovens acessarem arquivos digitais em todo o mundo. Foi em abril de 2001 que Bram Cohen lançou o protocolo BitTorrent; Janus Friis e Niklas Zennström desenvolveram o Skype, em 2003. Hurley, Chen e Karim criaram o YouTube em fevereiro de 2005. Jack Dorsey deu vida ao microblogging Twitter em 2006.

Nenhum desses criadores teve que pedir autorização para governos ou corporações para desenvolver e distribuir na rede suas invenções e plataformas tecnológicas.

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A internet, até o momento, é uma rede aberta, não proprietária e desenvolvida colaborativamente, a partir dos esforços de empresas, universidades, técnicas e técnicos de órgãos públicos e da comunidade hacker. Para acessá-la, não precisamos recorrer a centros obrigatórios, tal como ocorria na rede de computadores francesa chamada Minitel. São os protocolos da internet que asseguram esse fantástico arranjo comunicacional.

Entretanto, quem controla a infraestrutura de conexão pode controlar o fluxo de informações. Dito de outro modo: os donos dos cabos e fibras ópticas por onde passam os fluxos de informação podem filtrar e bloquear os pacotes de dados.

Se o dono da infraestrutura de cabos e fibras ópticas não for neutro em relação aos conteúdos e aplicativos que nela trafegam, estaremos subordinando a liberdade de criação aos seus interesses, sejam econômicos ou políticos.

Na internet, não pedimos autorização para nenhuma corporação ou Estado para criarmos e lançarmos um novo aplicativo ou plataforma. A liberdade tem sido a maior força e fonte de inventividade e criatividade. Emprestando os termos do jurista Lawrence Lessig, perderemos diversidade e intensidade criativa se substituirmos a lógica da liberdade pela lógica da permissão.

A possibilidade de criar livremente um novo aplicativo, uma nova tecnologia ou um novo protocolo será gravemente afetada e comprometida com a quebra da neutralidade da rede.

Hoje, em todo o mundo, há um grande embate entre as operadoras de telecomunicação e os defensores da liberdade e diversidade culturais. O oligopólio da telecom pressiona os Estados nacionais e suas agências reguladoras para aprovarem legislações que assegurem a possibilidade deles filtrarem, bloquearem e pedagiarem o fluxo de informações no ciberespaço. Isso implicará na permissão para que se tornem "gatekeepers" da criatividade. Precisamos defender a liberdade de criação tecnológica.

SERGIO AMADEU DA SILVEIRA, doutor em ciência política, é professor da Universidade Federal do ABC e membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil

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Comitê Gestor da Internet prepara eleição para escolha de novos membros Fri, 22 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia156.htm Serão eleitos 22 representantes, sendo oito do segmento empresarial, oito do terceiro setor e seis da comunidade científica e tecnológica.

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI) divulgou nesta sexta-feira (22/03) o cronograma eleitoral para a escolha dos representantes da sociedade civil no grupo. Segundo portaria publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União, serão eleitos 22 membros, entre titulares e suplentes, sendo oito representantes do setor empresarial, oito do terceiro setor e seis da comunidade científica e tecnológica. Os mandatos terão duração de três anos, a partir de 2014, havendo possibilidade de reeleição.

Criado por portaria interministerial em 1995, o comitê tem a função de coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços de internet no país, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. 

Além de representantes da sociedade civil, ele também é composto por membros do governo. O grupo participa de debates e deliberações sobre implantação, administração e uso da rede no Brasil.

A primeira etapa preparatória à eleição é a formação de colégios eleitorais pelas instituições interessadas, que devem preencher o formulário eletrônico disponível no site do CGI no prazo de até 90 dias a partir de 1º de maio. Nesse período, os documentos exigidos também devem ser enviados ou protocolados na sede do CGI.

Em seguida, após a homologação das entidades, deverão ser indicados os candidatos que as representarão (um por instituição). A relação dos concorrentes será divulgada na página do comitê. A votação será feita pelos representantes das entidades homologadas, também por meio de formulário eletrônico.

Cada representante legal das instituições do setor empresarial poderá votar em apenas um candidato. No terceiro setor, vota-se em até quatro candidatos, e na comunidade científica e tecnológica, em até três. Em caso de empate haverá votação em segundo turno.

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Porta 25: Brasil sai da lista dos 10 mais que enviam spams Tue, 19 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia134.htm Em 2009, o Brasil era o primeiro colocado, com mais de um milhão de IPs, que correspondiam a 17% de todos os IPs listados. Hoje, aparece na 12ª posição, com menos de 200 mil IPs, o que representa apenas 2% dos IPs listados. A melhora da posição do País no ranking sempre foi um dos objetivos do programa de Gerência de Porta 25.

Lançado pelo Comitê Gestor da Internet (CGI.br) em 2005, o programa de Gerência de Porta 25 contempla uma série de acordos que visam à redução de envio de spams por redes domésticas e chegou à sua etapa final em dezembro de 2012, com a ação das prestadoras de telecomunicações, que por meio de gerenciamento de redes, bloquearam a principal saída de spams dos computadores.

Segundo Henrique Faulhaber, conselheiro do CGI.br representante da indústria de bens de informática, de bens de telecomunicações e de software, Coordenador da CT-Spam e coordenador do Projeto da Gerência de Porta 25, os resultados são extremamente positivos. “Estamos acompanhando os dados e nos últimos seis meses a evolução foi muito boa, claramente influenciada pela fase final da adoção da medida”, afirmou Faulhaber. “No entanto, é preciso continuar acompanhando os números, pois temos uma rede muito grande e a aplicação da medida às redes residenciais brasileiras precisa ocorrer continuamente. A expectativa é que continuaremos a cair nos rankings”, completa.

Para Eduardo Levy, conselheiro do CGI.br e diretor-executivo do SindiTelebrasil, o bloqueio da Porta 25 é um exemplo do benefício que a gestão de redes pode trazer tanto para o sistema quanto para o usuário de telecomunicações, que terá um ambiente mais seguro para usar a Internet. Para Levy, ações dessa natureza devem ser adotadas sempre que se mostrem indispensáveis à garantia da segurança e da estabilidade da rede. “A contribuição das prestadoras de telecomunicações foi determinante para a redução da quantidade de spams oriundos do Brasil e tais resultados só foram possíveis graças à implantação de uma regra de bloqueio para determinados pacotes de dados, a partir da gestão do tráfego Internet”, esclarece.

Faulhaber complementa dizendo que a Gerência de Porta 25 é apenas uma das iniciativas pela redução de mensagens maliciosas coordenadas pelo CGI.br e implementadas pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). Como exemplos, ele destaca a campanha permanente promovida pelo sítio http://antispam.br/ e a Cartilha de Segurança para Internet http://cartilha.cert.br/, produzida pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br). Ambos os projetos tem por fim orientar e prevenir o usuário de Internet. Dessa forma, observa Faulhaber, “os usuários de Internet no Brasil poderão utilizar a rede de forma cada vez mais segura”.

Eduardo Fumes Parajo, conselheiro do CGI.br e diretor presidente do conselho consultivo superior da Associação Brasileira de Internet (Abranet) aponta os benefícios da medida para os provedores: “a redução do volume de spam saindo das redes do Brasil implica indiretamente em menor volume de mensagens sendo tratadas por todos os provedores, o que reduz custos relacionados à operação de serviços de e-mail e melhor aproveitamento da infraestrutura de rede.” A tendência é que estes números continuem a melhorar, também como consequência do fechamento da Porta 25.

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Paraná sedia reunião do Comitê Gestor da Internet no Brasil Mon, 18 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia126.htm O encontro é aberto a todos interessados e conta com a parceria da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), que cedeu o auditório.

“É um modelo de gestão pioneiro porque permite a participação da sociedade nas decisões sobre a Internet”, afirma o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal. Desde julho de 2004 o conselho elege seus representantes para participar das deliberações e do debate sobre as prioridades para a Internet junto com os representantes do governo.

Esta é a segunda vez que o Comitê Gestor promove o encontro fora de São Paulo, onde fica a sede da entidade. Em setembro passado, membros do comitê se reuniram em Manaus (AM).

Debate – Os participantes terão a oportunidade de ouvir algumas das maiores referências em Internet no país que se dedicarão a temas como o modelo multissetorial de governança da Internet; propostas legislativas sobre Internet no Brasil e uso de faixas de radiofrequência para ampliação da Banda Larga e o aprimoramento da velocidade e qualidade da Internet, buscando promover a inclusão digital de municípios que ainda enfrentam dificuldades no acesso à rede.

No dia 18 acontece a reunião ordinária do conselho no Palácio Iguaçu e, no dia 19, a reunião extraordinária na sede da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), aberta ao público.

Apresentações técnicas também estarão na pauta da reunião do dia 19, que tratará do esgotamento do protocolo da internet, o chamado IPv4, e da implementação do IPv6 no Brasil; segurança do serviço de registro .br; padrões, acessibilidade e dados abertos na Web; iniciativas de conscientização em segurança e privacidade; resultados das pesquisas em inclusão digital e uso de TICs por adolescentes de 9 a 16 anos.

Confira a agenda completa da segunda reunião extraordinária do CGI.br: http://cgi.br/acoes/reunioes_extraordinarias/2013/curitiba/index.htm.

Além da oportunidade de acompanhar as atividades pessoalmente, o encontro será transmitido via Internet na página do CGI.br: http://www.cgi.br.

Serviço
Reunião extraordinária do CGI.br em Curitiba
Data: 19/03/2013 terça-feira
Horário: 9h às 17h
Local: Auditório Jarbas Pessoa de Oliveira
Celepar
Rua Mateus Leme, 1561, Centro Cívico, Curitiba-PR

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PayPal lança pagamento via boleto digital Thu, 14 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia116.htm No país, existe uma concorrência entre empresas que oferecem meios para pagamentos de compras eletrônicas, como Mercado Pago (do Mercado Livre), MoIP, Pagamento Digital e PagSeguro (do UOL)

Para ter acesso ao novo serviço do PayPal, o correntista do banco faz seu cadastro e adiciona os dados de sua conta bancária. Depois disso, faz uma autenticação dos dados da conta, que varia conforme a instituição financeira. No caso do Itaú, o cliente faz a autenticação em um dos canais do banco, como site, caixa eletrônico ou telefone. Para clientes do HSBC, Citibank e Santander, o PayPal realiza dois depósitos de valores aleatórios na conta corrente. O usuário, após checar seu extrato bancário, confirma os depósitos no site do PayPal para ter seus dados aprovados. Depois, os valores são estornados da conta.

Nas compras seguintes realizadas na internet, o usuário poderá escolher o boleto digital como uma das opções de pagamento. De acordo com dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI), 20% das compras on-line são pagas com boleto que o internauta imprime e paga no banco. Em média, o consumidor espera de 24 a 72 horas para ter sua compra aprovada. O boleto digital do PayPal permite a aprovação imediata da compra. Um estudo qualitativo realizado pelo PayPal em parceria com o Instituto Data Popular também indica que 40% dos boletos emitidos por sites de comércio eletrônico não chegam a ser pagos devido à desistência da compra.

Com o novo sistema, a expectativa é permitir às empresas de comércio eletrônico aumentar a concretização de vendas.

A companhia informou que planeja atrair mais internautas com o sistema. O PayPal iniciou operação no Brasil em 2011. No ano passado, aumentou em 100% o número de usuários, para 5 milhões. A meta para este ano é crescer entre 60% e 70% em número de internautas cadastrados com a introdução de novos serviços. Para 2013, a companhia prevê trazer ao país o serviço de pagamento por celular, lançado nos Estados Unidos em 2012 e que respondeu por US$ 10 bilhões dos US$ 14 bilhões de faturamento global da companhia no ano passado.

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CGI.br convida a sociedade para sua Reunião Extraordinária em Curitiba Wed, 13 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia112.htm O encontro, aberto a todos interessados, conta com a parceria da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paraná e da– Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (CELEPAR), que cedeu o auditório.

Esta é a segunda vez que o CGI.br promove um encontro como este fora de São Paulo, onde fica  a sede da entidade. Em setembro passado, membros do comitê se reuniram em Manaus – AM.

Participantes debaterão com especialistas

Os participantes terão a oportunidade de ouvir algumas das maiores referências em Internet no País que se dedicarão a temas como o modelo multissetorial de governança da Internet; propostas legislativas sobre Internet no Brasil e uso de faixas de radiofrequência para ampliação da Banda Larga e o aprimoramento da velocidade e qualidade da Internet, buscando promover a inclusão digital de municípios que ainda enfrentam dificuldades no acesso à rede.

Ao final de cada tema da pauta, o assunto será aberto para a discussão com o plenário. “Não se espera que a plateia somente assista ao que está sendo apresentado; o debate é bem-vindo e fortalece o modelo brasileiro de governança multistakeholder da Internet”, explica Hartmut Glaser, secretário-executivo do CGI.br

Durante a Reunião Extraordinária em Curitiba serão promovidas palestras sobre as pesquisas “TIC Kids Online”- dados sobre Inclusão Digital e uso de TICs por adolescentes de 09 a 16 anos, do CETIC.br,  Segurança e Privacidade, pelo CERT.br, implementação do IPv6, do CEPTRO.br, iniciativas de conscientização em segurança e privacidade, do CERT.br, segurança do serviço do Registro.br e padrões, acessibilidade e dados abertos na Web, do W3C Brasil.

Acesse e confira a agenda completa da segunda reunião extraordinária do CGI.br: http://cgi.br/acoes/reunioes_extraordinarias/2013/curitiba/index.htm.

Além da oportunidade de acompanhar as atividades pessoalmente, o encontro será transmitido via Internet na página do CGI.br: http://www.cgi.br.

Divulgação das Pautas das reuniões ordinárias

A partir de agora, a pauta das Reuniões Ordinárias do CGI.br serão disponibilizadas com antecedência. A próxima reunião, que ocorrerá no dia 18/03, também em Curitiba, já possui sua pauta disponível em http://www.cgi.br/acoes/realizadas.htm.

Agenda

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CGI.br – CURITIBA - PR

Data: Terça-feira, 19/03/2013, das 09h00 às 17h00

Local: Auditório Jarbas Pessoa de Oliveira

CELEPAR – Cia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná

Rua Mateus Leme, 1561, Centro Cívico, Curitiba, PR.

Como participar:

Pessoalmente: compareça ao auditório antes do início da reunião – atividade gratuita

Via Internet: acesse a página do http://www.cgi.br e assista via Web durante todo o dia. Acompanhe também no Twitter pela hashtag #CGIbrCuritiba.

Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br

O Comitê Gestor da Internet no Brasil coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios de multilateralidade, transparência e democracia, o CGI.br representa um modelo de governança multissetorial da Internet com efetiva participação de todos os setores da sociedade nas suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet (http://www.cgi.br/principios). Mais informações em http://www.cgi.br/.

Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR — NIC.br (http://www.nic.br/) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil. São atividades permanentes do NIC.br coordenar o registro de nomes de domínio — Registro.br (http://www.registro.br/), estudar, responder e tratar incidentes de segurança no Brasil - CERT.br (http://www.cert.br/), estudar e pesquisar tecnologias de redes e operações — CEPTRO.br (http://www.ceptro.br/), produzir indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação — CETIC.br (http://www.cetic.br/) e abrigar o escritório do W3C no Brasil (http://www.w3c.br/).

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Demi e o Ministro Paulo Bernardo concedem entrevista hoje à Radio Jovem Pan Wed, 13 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia111.htm aqui.]]> Mundo conectado é inevitável, mas é preciso discutir limites éticos, dizem especialistas Tue, 12 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia108.htm Folha.

Participaram da conversa Fábio Coelho, diretor-geral do Google no Brasil, Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), Luli Radfahrer, professor de comunicação digital e colunista da Folha, e Silvio Meira, criador do centro de inovação Cesar e professor de engenharia de software.

"No passado, a computação era para você, aí passou a existir com você e, hoje, como já vemos com os projetos do Google, existe em você", disse Silvio Meira. Sobre os limites para essa coexistência, ele disse acreditar não ver barreiras práticas, mas destacou a importância de discutir as questões éticas.

"No curto prazo, podemos achar que os robôs podem acabar com tudo. Que eles vão dirigir por nós. A realidade, porém, não é assim, pois há implicações nisso. Carros que se autodirigem pressupõem que a culpa do atropelamento é de quem?", provocou.

Segundo ele, a nova sociedade pode não chegar ao ponto em que cada um de nós saberá programar, mas que, como usuários, deveremos ser aptos a entender e discutir a "ética da coisa", se a culpa será de quem programou o carro para dirigir ou de quem estava nele no momento do acidente.

"A tecnologia não tem ética nem moral, não resolve nenhum problema específico. A faca que serve para fazer sushi serve para degolar", comparou Meira, reforçando que tecnologia deve ser um meio de resolver problemas, e não a solução deles.

Sobre tal perigo também falou Demi Getschko. "Como computação virou algo 'bico', é muito mais fácil fazer um relógio com chip e eletrônica que um relógio suíço com mecânica. Isso é bom e ruim, porque tudo vai ter tecnologia embarcada, todos os nossos dispositivos estarão conectados e saberão nossa agenda, por exemplo. Mas isso pressupõe cuidados. Teremos que passar a nos preocupar com o controle que haverá sobre nossa vida diária."

Como exemplo, Getschko destacou que, atualmente, tudo pode ser monitorado com câmera. O lado bom é coibir assaltos, o ruim é que todos podem saber aonde você foi. "Temos que batalhar para que a parte boa seja preservada, deliberada, que os limites sejam debatidos, cuidando para que não sejamos controlados pelo que criarmos", afirmou.

A opinião é compartilhada por Luli Radfahrer. "Internet é uma liberdade política, democrática, um exemplo sem precedentes. E não podemos abrir mão dela. Conseguimos tal conquista sem guerra, sem dor e sem sangue. Não podemos deixar que a parte ruim ou preocupante que ela carrega invalidar a boa."

Para Fábio Coelho, "a grande transformação [para os próximos anos] é que hoje temos um grupo de poucas pessoas pensando em tecnologia. Vamos quebrar paredes ao, no futuro, incluirmos todo mundo no processo".

De acordo com Coelho, em 30 anos o mundo estará ainda mais preocupado com questões existenciais. "A TV sem tela, o carro que se autodirige, os óculos que enxergam sozinhos. Isso é presente, já está em laboratório. A grande revolução será a humana, com tecnologia, poderemos nos agrupar para resolvermos os problemas graves e existenciais da humanidade, da fome, do acesso ao básico."

"Com pessoas conectadas, com essa capacidade de criar conjuntamente, criaremos e resolveremos problemas de forma diferente, mas ainda não sei como será. Teremos um salto de invenção impressionante."

Nesse contexto, segundo ele, o próprio conceito de país é "furado". "Sinto-me mais próximo de alguém que mora na China e pensa como eu, partilha dos meus valores, do que alguém fisicamente ao meu lado. Com a tecnologia, posso me agrupar com alguém do outro lado do mundo [em prol de algo]", disse.

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Em um ano, ataques na internet crescem 17% Mon, 11 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia107.htm Comitê Gestor da web recebeu 466.029 notificações. Casos incluem roubo de dados e falsas lojas

Em 16 de agosto  passado, o professor de inglês Antwan Smith pagou, por meio de um boleto bancário, R$ 999,90 em uma máquina de lavar oferecida pela loja virtual Shopping do Eletro.  O eletrodoméstico nunca chegou. A página desapareceu. Era um golpe virtual e Smith não foi a única vítima. Em um mês, 87 queixas foram registradas no site Reclame Aqui contra a mesma empresa.

Esse foi apenas um dos 466.029 ataques de bandidos ou de hackers notificados ao Cert (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança) no país no ano passado. O órgão pertence ao Comitê Gestor da Internet, entidade que reúne representantes do governo e da sociedade civil e é responsável por gerenciar a internet no Brasil.

O número representa uma alta de 17% em relação a 2011. Com exceção dos scans (varreduras feitas pelos hackers para identificar  vítimas), as fraudes são os  ataques mais frequentes. No ano passado, foram 69.561 notificações.

Só os casos de páginas falsas de bancos e comércio eletrônico, como a do Shopping do Eletro, tiveram uma alta de  95% em relação a 2011. Smith diz que chegou à loja por meio do site de buscas Buscapé, que considerava confiável. Especialistas atribuem a alta à popularização da internet entre pessoas antes menos acostumadas a usá-la e à ousadia dos hackers. As notificações de cavalo de troia (método usado para roubo de dados bancários), por exemplo, cresceram 24% em 2012. No mês que vem, entra em vigor a Lei Carolina Dieckmann, que tipifica como crime as invasões do tipo.

Entrevista
Inês Brosso_professora de computação do Mackenzie

‘Criminosos buscam dados pessoais para fisgar vítimas’

DIÁRIO_ Como uma pessoa pode evitar ataques na internet?
INÊS BROSSO_ Além de procurar sempre usar computadores seguros, com dispositivos como antivírus, é preciso discrição em redes sociais. Hoje identificamos ataques direcionados. Os criminosos buscam dados pessoais para, por exemplo, enviar um e-mail específico para a vítima.

Que cuidados se deve ter ao  fazer uma compra virtual?
É preciso verificar se a loja é confiável. Também é importante o cuidado com e-mails. Não se deve, por exemplo, clicar em mensagens com promoções, mas entrar diretamente no site da loja. Os e-mails podem levar a páginas falsas.

Costuma-se recomendar que não se use a mesma senha para todos os sites, mas como é possível memorizar todos os códigos que temos na internet?

É um problema. O ideal é trocar as senhas periodicamente. Há estudos que indicam que, no futuro, serão usados sistemas mais seguros, como reconhecimento facial. Isso deve se tornar algo trivial em 15 anos.

Crimes são investigados em diversas delegacias, diz Secretaria da Segurança
Procurada pela reportagem, a Secretaria Estadual da Segurança Pública afirmou que os casos de fraude na internet  são investigados pelas delegacias dos bairros. Por isso, segundo a pasta, não há dados consolidados sobre o combate a esse tipo de crime. A reportagem tentou, na sexta-feira, entrar em contato com o site Buscapé, responsável, segundo o  professor de inglês Antwan Bernard Smith, por ter indicado a loja virtual Shopping do Eletro, mas não houve resposta.

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Debate com diretor do Google e especialistas marca 30 anos do "Tec"; inscreva-se Fri, 8 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia106.htm Folha comemora 30 anos de seu caderno de informática, hoje intitulado "Tec".

Para marcar a data, será realizado o debate "Os Rumos da Tecnologia", com Fábio Coelho, diretor-geral do Google no Brasil, Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), Luli Radfahrer, professor de comunicação digital e colunista da Folha, e Silvio Meira, criador do centro de inovação Cesar e professor de engenharia de software.

O evento será na segunda-feira (11), às 19h, no Teatro Folha (avenida Higienópolis, 618, no shopping Higienópolis).

As inscrições, abertas a todos os interessados, podem ser feitas pelo telefone (11) 3224-3473 (das 14h às 19h) ou pelo e-mail eventofolha@grupofolha.com.br, informando seu nome, RG e telefone.

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Domínio de site sem marca registrada pode ser cancelado, alerta OAB/MS Thu, 7 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia103.htm O advogado explica que os domínios são endereços na internet utilizados para se ter acesso aos sites. Já as marcas são sinais distintivos utilizados para diferenciar determinados produtos ou serviços. “O impasse acontece por não haver um controle sobre os endereços eletrônicos, no que diz respeito à sua aquisição e registro, pois basta apenas estar liberada a nomenclatura escolhida, para empresas ou pessoas físicas obterem o domínio, sem a essencial verificação se estes já estariam protegidos por uma marca registrada, ou que esteja em processo de registro junto ao INPI, que é o órgão competente para gerir e admitir o registro de marcas no País”.

Segundo o presidente da Comissão, a marca se sobrepõe ao domínio. Tendo a titularidade da propriedade da marca, pode a empresa tomar as medidas administrativas e judiciais cabíveis junto à empresa ou pessoa que efetuou o registro do domínio que pode ser, inclusive, obrigada a transferir ou cancelar o registro em favor do titular da marca. “Se o proprietário tiver ela registrada no INPI, pode requerer que a pessoa que registrou o domínio deixe de utilizá-lo, podendo até vir a pleitear em juízo que a mesma venha a ressarcir por eventual perdas e danos causados. Isto acontece por ser a referida proteção de caráter social, de desenvolvimento tecnológico e econômico, conforme disposto no art. 2 da Lei 9.279/96, prevendo ainda em seus art. 191 e 195, sua caracterização como crime”, ressalta Emmanuel.

No Brasil já há registros de decisões dos tribunais nacionais que entendem como graves as utilizações de marcas de propriedade de terceiros como domínios na internet, podendo ainda, em eventuais situações serem arbitradas e julgadas em instâncias administrativas dos órgãos de gestão sobre as marcas. Sendo assim, é aconselhável que ao criar uma marca e utilizá-la de alguma forma, seu criador e proprietário venham a obter seu registro junto ao INPI, protegendo assim sua propriedade intelectual.

Outra observação importante, é que, ao criar uma marca, deve também ser efetuado o registro do domínio, caso seu criador tenha interesse de usá-lo como endereço na rede mundial de computadores, pois assim irá evitar que terceiros venham a registrá-lo posteriormente, evitando possíveis transtornos.

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Páginas falsas sobem 95% na internet Sat, 2 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia100.htm A um mês de entrar em vigor, Lei Carolina Dieckmann promete dar cadeia a hacker

Hoje, falta um mês para que a Lei Carolina Dieckmann entre em vigor. Se depender dos números do Comitê Gestor da Internet, o cumprimento da legislação dará ainda mais trabalho à polícia, Ministério Público e Justiça. Segundo a entidade, em 2012 houve um  aumento de 95% dos casos de páginas falsas postadas na internet em relação a 2011. Bancos e sites de comércio eletrônico foram os maiores alvos.

Ontem, em evento na Fecomercio para debater a nova lei, o deputado federal Paulo Teixeira (PT), coautor da legislação, disse que os prejuízos gerados ao sistema financeiro pelos crimes cibernéticos, estimados em R$ 1,4 bilhão em 2012,  são repassados aos correntistas. “As altas taxas são uma forma de repasse”, disse.

A Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) rebate o deputado. Segundo a entidade, os bancos investiram, no ano passado, R$ 1,8 bilhão no combate a fraudes no sistema eletrônico. A Febraban informou que nem o prejuízo, tampouco o investimento em segurança, são transferidos automaticamente aos clientes.

A Lei Carolina Dieckmann define como crime o uso de dados de cartões de débito e crédito sem autorização do proprietário, a invasão de dispositivos eletrônicos como celulares, notebooks, tablets ou caixas eletrônicos, entre outros. O nome da lei é uma referência à atriz da Rede Globo que teve 36 fotos suas, em poses nuas e seminuas, vazadas na internet.

PARA QUE SERVE?/ Segundo o presidente do Conselho de Tecnologia da Informação da Fecomercio, Renato Ópice Blum, a Lei Carolina Dieckmann pode ser eficaz. No entanto , ele ressalva que o artigo 155 do Código Penal já prevê a prisão de quem comete crimes pela internet. “O Código Penal não especifica o meio no qual se comete o crime. Quem  furta pela internet comete um furto. Ponto. O que  a nova lei vai ajudar é a ampliar a conscientização”, disse. 

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Brasil terá primeira representação da Icann fora dos EUA Fri, 1 Mar 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia096.htm Desde o ano passado, o governo brasileiro vem insistindo de que havia um monopólio dos EUA na gestão da rede mundial de computadores

Desde seu retorno do congresso mundial de telecomunicações - realizado pela União Internacional de Computadores (UIT) em Dubai, no mês de dezembro - que o ministro das Comunicações Paulo Bernardo vem falando em um monopólio da gestão da internet pelos Estados Unidos. As críticas giram em torno da centralização da gestão naquele país que acaba por acarretar em gastos para os demais. Na época, os Estados Unidos se recusou a assinar o relatório final, afirmando haver riscos à censura nas propostas ali definidas, enquanto a opção brasileira foi por assinar o criticado documento final.

Coincidência ou não, o Brasil será o primeiro país do mundo a ter uma representação local da organização responsável pela coordenação do sistema de nomes de domínios (DNS) Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann), conforme informação publicada pela jornalista Cristina de Luca nesta sexta-feira (1), no IDG Now. Segundo a matéria, o diplomata Everton Lucero já se licenciou do Itamaraty para assumir o comando da representação brasileira.

Conforme a reportagem, a missão de Lucero é aproximar a Icann da comunidade internet no país, nos diversos setores, do governo à sociedade civil, tendo como primeiro interlocutor o Comitê Gestor da Internet (CGI.br). Lucero irá se reportar diretamente ao vice-presidente da entidade para a América Latina e o Caribe, Rodrigo de la Parrao. Uma das tarefas atribuídas ao ex-diplomata seria contribuir com a divulgação internacional do modelo de gestão da internet adotado no Brasil.

A Icann também teria planos de se expandir para outros países. A intenção seria abrir representações, nos mesmo moldes, na Índia, Turquia e, talvez, Rússia.

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Brasil busca poner orden en su ciberespacio sin ley Tue, 26 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia094.htm Pero expertos en seguridad advierten que las penas son aún demasiado blandas para solucionar un problema que cuesta unos 700 millones de dólares anuales a la industria financiera local, según la Federación Brasileña de Bancos (Febraban).

A partir de abril, los hackers brasileños que hoy aparecen en videos en YouTube cantando el "funk de la tarjeta clonada" y que trafican descaradamente con información robada, se arriesgarán a entre tres meses y dos años de cárcel.

"El sentimiento de impunidad hoy es muy grande", dijo Fabio Assolini, un analista de seguridad online de Kaspersky Lab en Sao Paulo. "Los cibercriminales brasileños se sienten libres", añadió.

Además de encarecer las operaciones bancarias, el robo online amenaza al explosivo crecimiento del comercio electrónico en Brasil, un negocio de 12.000 millones de dólares anuales que atrajo recientemente a Amazon.com.

Los expertos dicen que Brasil está finalmente avanzando en la dirección correcta, pero advierten que no existe soluciones instantáneas para el mayor ciberespacio de América Latina.

"Las cosas realmente empiezan a cambiar cuando los criminales ven que hay arrestos", dijo Limor Kessem, una analista de seguridad online de RSA, una unidad de EMC Corp, en Tel Aviv. "La ley está muy bien, pero la gente necesita ver hechos", argumentó.

"Brasil está despertando (...) Quizás deje de ser el salvaje oeste que es hoy", añadió.

LA LEY DE CAROLINA

La anarquía en la internet brasileña ganó notoriedad el año pasado cuando Carolina Dieckmann, una actriz de telenovelas, fue chantajeada por hackers que invadieron su computadora y robaron decenas de fotos personales, algunas de ellas desnuda.

En un país que sigue los culebrones con fervor religioso, el ultraje a una estrella de televisión fue la gota que derramó el vaso. La "Ley Carolina Dieckmann" de delitos informáticos fue aprobada en tiempo récord por la Cámara de Diputados y promulgada en diciembre pasado por la presidenta Dilma Rousseff.

La ley debería ayudar a Brasil a bajar posiciones en el ranking mundial de algunas plagas como el spam, el phishing y los virus trojanos.

Según cifras oficiales, las denuncias de ataques de phishing, un tipo de fraude donde los usuarios de servicios financieros son redirigidos a una página web falsa para robarles contraseñas y otros datos personales, subieron un 95 por ciento en el 2012.

RSA dice que Brasil es la cuarta mayor plataforma de ataques de phishing del planeta, después de Estados Unidos, Gran Bretaña y Alemania.

¿Qué hace a Brasil tan atractivo? Por un lado la falta de regulación y por otro el crecimiento sostenido de su población online.

Con sólo un 48 por ciento de sus 194 millones de habitantes en línea y una clase media emergente desesperada por conectarse, Brasil es una de las nuevas fronteras de los negocios online y el comercio electrónico.

Además, los brasileños usan los servicios bancarios online a niveles del mundo desarrollado: Un 46 por ciento de las cuentas bancarias brasileñas son operadas por internet, el doble del promedio latinoamericano y un nivel próximo al de Estados Unidos.

"A medida que hay mas inclusión digital hay más víctimas potenciales", explicó Demi Getschko, director del NIC.br, el regulador de la internet en Brasil.

La industria bancaria dice que logró reducir un 7 por ciento las pérdidas por fraude electrónico en el 2012, principalmente mediante sistemas más estrictos de autenticación.

La Federación Brasileña de Bancos aplaudió la nueva ley, pero quiere más.

"Estoy seguro que en el futuro esas penas van a tener que ser revisadas, porque la peligrosidad de esos crímenes es mayor de lo que está descrito en la ley", dijo Marcelo Câmara, el director de prevención de fraudes de Febraban.

LEY BLANDA

El boom del phishing es, en parte, consecuencia del éxito de Brasil en el combate a la clonación de tarjetas convencionales. Casi todas las nuevas tarjetas de crédito en los bolsillos de los brasileños tiene chips, lo que las hace más difíciles de clonar cuando son usadas para comprar en una tienda.

"Tu al defraudador le cierras la puerta del mundo físico y tiene que irse a otros canales como el comercio electrónico", explicó Jacinto Cofiño, jefe de riesgos de sistemas de pago de Visa para América Latina y el Caribe.

Visa, el mayor procesador de pagos con tarjetas del mundo, dice que aún así el nivel de pérdidas por culpa del fraude electrónico es bajo: apenas cinco centavos por cada 100 dólares de transacción.

PROXIMO BLANCO: AMERICA LATINA

La ley podría sin embargo tener efectos colaterales.

Assolini, de Kaspersky Labs, advirtió que un aumento de la represión en casa llevará a los hackers brasileños a atacar otros países de América Latina.

"Hasta ahora ellos roban aquí", dijo el experto brasileño. "Pero una vez que la ley entre en vigor comenzarán a atacar otros países", sostuvo.

"El año pasado detectamos ataques de virus brasileños contra bancos en España y Portugal. Y este año ya identificamos ataques brasileños a bancos en América Latina", añadió.

Kaspersky reportó este mes ataques con trojanos brasileños -virus para monitorear y robar informaciones de usuarios- contra las páginas web de unos 60 bancos en Argentina, Bolivia, Chile, Colombia, Ecuador, México, Paraguay, Perú, Uruguay y Venezuela.

El cibercrimen brasileño, dijo la empresa de seguridad, se está convirtiendo en un problema regional.

"El hecho de no existir una colaboración literalmente sin fronteras ni trabas legales implica, lamentablemente, que por un buen tiempo los cibercriminales gozarán de dinero fácil e impunidad", dijo Kaspersky en un reciente informe.

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Brazil aims to bring order to lawless cyberspace Wed, 27 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia093.htm But online security experts warn that jail terms ranging from two months to three years may be insufficient to fight electronic fraud, a problem that cost the local financial industry $700 million in 2012, according to Brazil's banking association Febraban.

Brazil ranks among the world's top producers of spam, Trojan viruses and phishing, according to security firms, and until now Brazilian cyber criminals have operated in the open, trading stolen data in online forums and posting YouTube videos of themselves with wads of cash.

"The sense of impunity is huge," says Fabio Assolini, a senior malware analyst with the online security company Kaspersky Lab in Sao Paulo. "Brazilian cyber criminals feel free to work."

Online theft has not only hit the financial industry but is also casting a shadow over Brazil's growing online retail market, a $12 billion industry that recently attracted heavyweights such as U.S. online retailer Amazon.com Inc .

Experts say Brazil is finally moving in the right direction. However, they warn not to expect an overnight fix for Latin America's largest online marketplace.

"We see an awakening phase in Brazil," says Limor Kessem, a cyber crimes specialist in Tel Aviv with online security firm RSA, a division of EMC Corp.

"Things will really start changing once criminals see other people are being arrested and going to jail."

Named for a soap star
The law that takes effect in April was hastily passed last year after Carolina Dieckmann, a Brazilian soap opera star, had dozens of intimate pictures stolen from her computer and leaked to the Internet.

Security experts say the "Carolina Dieckmann Computer Crimes Law" should, for instance, help improve Brazil's dubious position as a global producer of phishing, a type of crime where hackers redirect users of financial services to fake sites to steal their passwords and other confidential data.

Reported phishing attacks in Brazil jumped 95 percent last year, according to official figures. RSA says Brazil is the world's fourth-biggest host of such attacks after the United States, Britain and Germany.

What makes Brazil so attractive? Lack of regulation on the one hand coupled with a fast-growing base of new Internet users.

With just 48 percent of its population online and a swelling middle class, Brazil is seen as one of the new frontiers for Internet services and e-commerce.

"As digital inclusion increases so does the number of potential victims of fraud," says Demi Getschko, director of Brazil's Internet regulator, NIC.br.

Brazilians also use Internet banking at rates comparable to more developed markets. Almost 50 percent of the country's bank accounts are accessible online, similar to US levels and twice the Latin American average.

Brazil's banking industry says it was able to stem losses from electronic fraud by 7 percent in 2012, mainly through stronger authentication protocols.

Febraban welcomed the law but says it wants more. "I am sure the penalties will have to be revised in the future because these crimes are much more dangerous than they are made out to be in the law," said Marcelo Camara, Febraban's director of fraud prevention.

Squeezing the balloon
Brazil's phishing boom is in part the consequence of recent success in fighting credit card cloning, which typically involves a store employee swiping a card through a device that steals the information stored on its magnetic band. Almost all new cards issued by Brazilian banks have chips embedded, which makes them harder to clone.

"When you close their door to the physical world, criminals move to other channels such as e-commerce," says Jacinto Cofino, head of payment system risk for Latin America and the Caribbean for Visa.

But Visa, the world's largest electronic payments network, says the losses due to electronic fraud average only five cents for every $100 in transactions.

A tighter security environment could also force Brazilian hackers to cover their electronic tracks and start targeting banks elsewhere in Latin America, said Kaspersky Lab specialist Assolini.

"Until now they were stealing here," he said. "But once the law kicks in they will start attacking other countries."

Earlier this month Kaspersky reported a barrage of attacks involving Brazilian Trojans - a type of virus designed to monitor and steal users data - against the Web sites of 60 banks in Argentina, Bolivia, Chile, Colombia, Ecuador, Mexico, Paraguay, Peru, Uruguay and Venezuela.

Brazilian cyber crime, the security firm said, is becoming a regional problem.

"The fact that there isn't cross border cooperation or legal hurdles means that unfortunately cyber criminals will enjoy easy money and impunity for some time," Kaspersky said in a recent report.

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Disputa pelo domínio ‘.amazon’ esquenta de vez dom, 24 fev 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia092.htm Oito países querem impedir o registro do domínio pela gigante do varejo online Amazon. Organizações ligadas à Internet apoiam. A Icann vai consultar entidades representativas da região. Decisão está próxima

Governos da região amazônica mobilizam-se para contestar a possível aprovação do pedido da gigante do varejo online Amazon.com para o domínio gTLD “.amazon”. Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela  registraram uma “notificação” na Icann (Corporação para Atribuição de Nomes e Números na Internet). A disputa pelo domínio se arrasta desde dezembro, quando Brasil e Peru enviaram uma carta à Icann contestando o pedido da Amazon.com.

Na ocasião, a ICANN disse que enviaria à Amazon.com um “alerta precoce” solicitando que a empresa explicasse suas razões usar o domínio pedido, e então pesar os argumentos de cada parte e tomar sua decisão final sobre quem deve ser autorizado a usar o domínio. O prazo para essa decisão final não foi determinado. Até esse momento, a Amzon já havia investido 185.000 dólares na tentativa de  registrar o domínio, valor que será devolvido se o pedido foi rejeitado, em última análise, segundo relatou o GlobalPost.

Por que a disputa pelo “.amazon” voltou para as manchetes agora? Porque os primeiros domínios genéricos aprovados _ que, certamente, serão aqueles que não tiveram nenhuma objeção _  estão previstos para serem lançados em março de 2013.

Semana passada, entidades latino-americanas se mobilizaram para enviar uma carta conjunta ao GAC (Government Advisory Committee da ICANN) apoiando a contestação feita pelos países. Entre elas o Instituto Nupef, do Brasil, a ISOC e Alfa-Redi, do Peru, a Fundación REDES, da Bolivia, o NIC, da Argentina, a Colnodo, da Colombia, a Paraguai RDS, de Honduras e a ALER (Asociación Latinoamericana de Educación Radiofónica) APADIT.

O argumento dessas entidades é o de que “a Amazônia constitui uma parte importante do território da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, devido à sua grande biodiversidade e incalculáveis ​​naturais recursos. Concessão de direitos exclusivos para este gTLD para uma empresa privada impediria a utilização deste domínio para fins de interesse público, relacionado com a proteção, promoção e sensibilização sobre questões relacionadas ao bioma Amazônia”.

Ainda segundo as entidades, a concessão do domínio à Amazon.com impossibilitaria também a possibilidade de utilização deste domínio para a reunião de sites relacionadas com a população que habita essa  região geográfica. Tem mais: “essa sequência de gTLD solicitada pelo “Amazon UE Sarl” corresponde a parte do nome, em inglês, da “Amazon Cooperation Treaty Organization”, organização internacional que coordena iniciativas no âmbito do Tratado de Cooperação Amazônica, assinado em julho de 1978 pela Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela”, explica o texto da carta enviada ao GAC.


Contexto: um endereço para chamar de seu

É fácil entender os motivos que fizeram o pedido de autorização do gTLD “. amazon” pela Amazon.com não ter o aopoio e simpatia dos governos dos países da região amazônica. Há, nesses países, quem não veja porque a Amazon.com não possa se contentar com o domínio amazon.com, que identifica a empresa desde sempre, e seus domínio derivados, como amazon.com.br. Há quem entenda perfeitamente que os novos modelos de negócio baseados na nuvem justifiquem o pedido do registro “.amazon” para lançamento de novos produtos e serviços.

A questão é delicada.

O mundo online de hoje é definido por 23 domínios de primeiro nível genéricos (gTLDs) diferentes, como .com e .net, e aproximadamente 250 TLDs de código de país (ccTLDs), como .br para o Brasil, .it para Itália ou .de para Alemanha. Mas, na nova economia global, comandada pela Internet, os novos domínios de primeiro nível genéricos (gTLDs) passarão a oferecer para comunidades e marcas a oportunidade de serem reconhecidas na Internet com seus próprios domínios, associados a interesses particulares ou setores de atividade, sem a necessidade dos sufixos “.com” e dos códigos de país (.br), gerando novas oportunidades de negócios online.

De olho nessas novas possibilidades de negócio, empresas e governos de todo o mundo todo estão postulando essas novas terminações envolvendo marcas, nomes geográficos e palavras genéricas. Aqueles que tiverem o seu pedido aprovado, operarão como registradores da sua terminação, definindo as regras de quem pode ter endereços e contas de e-mail nessa raiz. Não atoa, empresas encarregadas da venda de domínios, como a Domania, já estão coletando reservas de registros em baixo do domínio “.amazom”.

Desde que a ICANN abriu a possibilidade de empresas registrarem gTLDs globais, em junho de 2011, recebeu mais de 1.900 solicitações (a lista completa está aqui), incluindo, aqui do Brasil, os pedidos para registros dos domínios “.rio”, “.globo”, “.vivo”, “.ipiranga”, “.itau”, “.bradesco”,.”natura” e .”uol”, entre outros.  Nos últimos nove sete meses, a Icann vem analisando esses pedidos e também as respectivas solicitações de impugnação. Algumas empresas e entidades encarregadas de registros, como o Registro.br, tentam registrar endereços genéricos como “.gay”, “.rio”, etc.  O Brasil pediu os registros de “.bom”, “.final” e “.ltda. A própria Amazon quer o .book e .store, questionados por outras empresas e países.

A tendência é que as grandes empresas passem a usar domínios com o nome de suas marcas  e produtos mais famosos. Isso aumentaria a chance de aparecerem nos mecanismos de buscas. Facilitaria a criação de comunidades de aficionados em torno dessas marcas e produtos. Mais força no marketing e nas vendas.

O processo

O processo de aplicação para o registro de um novo gTLD é extremamente complexo. São centenas de páginas altamente técnicas que devem ser providenciadas junto a uma extensa documentação que será avaliada pela ICANN. Confira abaixo, no esquema reproduzido do site no Nic.br.

Impossível, portanto, precisar quanto tempo a Icann levará para analisar cada objeção a pedidos de domínio, como aconteceu com “.amazon”. E até que critérios utilizará para a tomada de decisão.

Os solicitantes atendidos precisam oferecer uma infraestrutura técnica segura e confiável, bem como demonstrar capacidade a longo prazo de aplicar a política e administrar o domínio. Isso reforça a missão principal da ICANN de manter a estabilidade e a segurança do DNS.  Quem ficará responsável pelo domínio “.amazon”, caso ele não seja liberado para uso da Amazon.com, o Lacnic?  Seria atribuição do Lacnic, ou não? O que o Lacnic diz a respeito? E como o domínio “.amazon” será efetivamente usado para defesa da biodiversidade da Amazonia o da Bacia Amazônica?

Essas questões se somam a outras, mais objetivas. Que critérios a Icann usará para definir sobre o domínio “.amazon”? O de comunidades? Estaríamos diante de uma questão interesse de determinada comunidade versos interesse de determinada marca? As discussões a respeito andam mobilizando a entidade, e esquentaram de vez na última semana.

IMPORTANTE: Vale ler o documento do link anterior. Alguns membros consideram que  uma comunidade como o Tratado Amazônico deva ter prioridade no uso do domínio sobre uma marca comercial, mesmo que essa marca seja a de uma gigante como a Amazon.com. Mas pesa contra o argumento de que o termo “Amazon” não é a palavra usada em espanhol ou em português para designar a região amazônica, ou o rio Amazonas, mas a sua tradução para o inglês.

A Icann decidiu convocar todos os representantes da América Latina reconhecidos pela entidade para se pronunciarem a respeito. Parece que a decisão está próxima.

O debate segue. Qual é a sua opinião?

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Em tempo

> Uma “startup” chamada Donuts conseguiu 100 milhões em capital de risco e candidatou-se a 307 domínios genéricos de topo (gTLD) no processo de aplicação a domínios abertos pela Icann. A Verisign, por sua vez, foi escolhida para oferecer serviços de registro de back-end para cerca de 220 solicitantes. Para eventuais candidatos brasileiros, uma opção de “back end” é o próprio registro brasileiro, o NIC.br, que há mais de 20 anos opera o “.br” com estabilidade e sucesso, e é uma organização sem fins de lucro.

> Na carta enviada ao Icann senti falta, particularmente, do apoio do LACRALO – Latin American and Caribbean Regional At-Large Organization, que tornou-se assim a primeira entidade regional de usuários Internet reconhecida pela Icann.  O  LACRALO, formado atualmente por um grupo de mais de 20 associações de usuários de Internet,  com representantes no Comitê Consultivo de Usuários (ALAC, da sigla em inglês, At Large Advisory Committee), e tem como missão cuidar dos interesses destes países perante o board da Icann, seu reuniu pela última vez no último dia 18 de fevereiro. A explicação? A entidade divergiu quanto à objeção apresentada ao pedido da Amazon.com,  na consulta feita  diretamente pela ICANN.

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Conflitos na internet: nova forma de solução criada pela ABPI Fri, 22 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia089.htm O Estado, ao possibilitar a transformação (pela criação intelectual) de simples informações em capacidade de exploração econômica, valoriza e estimula a livre concorrência, alçando-a como princípio geral da atividade econômica

A Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI) é uma entidade privada, com mais de 40 anos, que se dedica ao estudo e aprimoramento da Propriedade Intelectual, ramo do Direito que contém vários sub-ramos, dentre eles a Propriedade Industrial, Direito Autoral, Direito Concorrencial, etc.

A legislação sobre Propriedade Intelectual, desde os tratados internacionais, passando pela nossa Constituição Federal, até chegar às leis ordinárias, visando o interesse social, o desenvolvimento tecnológico e econômico do País, incentiva, genericamente, a pesquisa, o desenvolvimento e a criação intelectual pelas pessoas, que como estímulo, em contrapartida, têm do Estado assegurado o monopólio temporário e exclusivo sobre sua criação, para dela se beneficiarem economicamente.

Assim, o Estado, ao possibilitar a transformação (pela criação intelectual) de simples informações em capacidade de exploração econômica, valoriza e estimula a livre concorrência, alçando-a como princípio geral da atividade econômica (Art. 170, inc. IV, da CF/88).

Entretanto, essa concorrência, decorrente da livre iniciativa, deveria se dar de forma legítima e leal entre os agentes econômicos. Sucede que, às vezes, a competição se mostra desleal, eis que ""espertalhões"" procuram ""pegar carona"" com o sucesso alheio, usando indevidamente marcas registradas, nomes de empresa e outros sinais distintivos e métodos de negócio.

É o caso, por exemplo, daquele que coloca em circulação produto extremamente semelhante ou idêntico ao de outra marca renomada, devidamente registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Ou mesmo aquele que, na tentativa de ludibriar o internauta e auferir vantagem, cria site com nome de domínio capaz de causar confusão com outro constantemente acessado.

Pensando em promover soluções mais rápidas e eficazes para estes problemas, foi que a ABPI criou o chamado Centro de Solução de Disputas, Mediação e Arbitragem em Propriedade Intelectual (CSD-PI), órgão responsável por três câmaras: Câmara de Mediação, Câmara de Arbitragem e Câmara de Solução de Disputas Relativas a Nomes de Domínio (CASD-ND).

Especial relevância, todavia, vem ganhando a Câmara de Solução de Disputas Relativas a Nomes de Domínio, mormente se considerarmos os tempos atuais, em que inúmeras pessoas aderem ao mundo virtual, visando, especialmente, promoverem seus produtos, serviços, marcas etc.

A criação da aludida câmara é fruto de um convênio com o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), entidade que registra sites no País, bem como credencia instituições que desejam operar o Sistema Administrativo de Conflitos de Internet relativos a nomes de domínios sob o "".br"" (SACI-Adm). Este, na forma de seu regulamento, objetiva solucionar litígios entre o titular de um nome de domínio no "".br"" e qualquer terceiro que conteste a legitimidade do registro feito por outrem. Neste contexto, a CASD-ND, criada no âmbito do referido Sistema, é uma das competentes para processar tais conflitos.

A Câmara, que também possui regulamento próprio, é composta por especialistas habilitados, encarregados de conduzir o procedimento da reclamação até a decisão final. Decisão, inclusive, comunicada e cumprida diretamente pelo próprio ""NIC.br"", o qual se limita a manter o registro contestado, transferi-lo ao autor da reclamação ou cancelá-lo, desativando o endereço eletrônico.

Com isso, ante a total eficácia do procedimento, evita-se que os mencionados ""espertalhões"" obtenham vantagens à custa do legítimo proprietário idealizador do sinal distintivo ""usurpado"".

Não bastassem tais benefícios, perceba-se que a submissão do conflito à decisão da CASD-ND proporciona maior segurança aos litigantes, eis que decidido por até três especialistas, diminuindo, assim, as chances de injustiças nas decisões.

Importante destacar, ainda, que, conforme o regulamento da Câmara, a reclamação deve ser processada e julgada no prazo de 90 dias, podendo alcançar o máximo de 12 meses. Desse modo, inobstante as partes não estejam impedidas de baterem às portas do Poder Judiciário (direito constitucionalmente garantido), inegável que a submissão do conflito à decisão da Câmara contorna a morosidade enfrentada em um processo judicial dessa natureza.

Por outro lado, como todo serviço, o processamento da reclamação tem lá seus custos, que pode variar de R$ 3.000 a R$ 7.400, a depender do número de nomes de domínio impugnados e do número de especialistas escolhidos pelas partes.

À vista destes valores, equivocado o pensamento de que apenas grandes empresas têm acesso a esta alternativa, pois, assim como o nome empresarial, também o nome civil, pseudônimo ou apelido, notoriamente conhecidos, mesmo não registrados junto ao INPI, enquadram-se na competência para o processamento da reclamação relativa ao nome de domínio utilizado por outrem de forma desleal.

Grande, portanto, o papel desempenhado pela Câmara de Solução de Disputas Relativas a Nomes de Domínio (CASD-ND), que, aliado ao Centro de Soluções de Disputas em Propriedade Industrial, proporciona meios alternativos, ágeis e eficazes para a proteção da Propriedade Intelectual.

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Com 52,5 milhões internautas, Brasil é o 3º em acessos no mundo Wed, 20 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia088.htm Dados publicados nesta terça-feira (19), apontam que o Brasil ocupa o terceiro lugar, com 52,5 milhões de usuários conectados. Está atrás apenas dos Estados Unidos — com quase o quádruplo de internautas (198 milhões) — e do Japão, com 60 milhões. 

Os dados fazem parte do Net Insight, estudo do Grupo Ibope sobre internet. O levantamento inclui usuários da Alemanha, Itália, Suíça, Espanha, França, além dos três países mais conectados. As informações são referentes a dezembro do ano passado.

De acordo com o estudo, o Brasil é o campeão no tempo de acesso de cada internauta. Em dezembro de 2012, o brasileiro gastou, em média, 43 horas e 57 minutos na internet. Na França, que é segundo lugar, a navegação na web de cada usuário dura 39 horas e 23 minutos. A Alemanha ocupa a terceira posição, com 37 horas e 23 minutos por internauta.

A internet no Brasil

Pesquisa publicada pela CETIC.br, órgão do Comitê Gestor de Internet, aponta que a internet no Brasil apresenta crescimentos expressivos e entre 2008 e 2012 mais de 24,5 milhões de internautas novos começaram a navegar na rede, um crescimento de quase 45% no período.

Além disso, existe crescimento na penetração da internet Banda Larga em domicílios com acesso a internet, segundo o CETIC.br em 2010 esse número chegou a 21% da população.

As estatísticas sobre internautas no Brasil surpreendem, navegue entre nossas seções e veja dados atualizados de internet mobile, mídia online, redes sociais, e-commerce ou gráficos e infográficos sobre o mercado.

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Ferramenta ajuda contribuinte a saber onde governo aplica o dinheiro de impostos Fri, 8 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia086.htm Ferramenta ajuda contribuinte a saber onde governo aplica o dinheiro de impostos
Entrevista com Vagner Diniz, gerente da W3c.

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Nova pesquisa mostra o comportamento de crianças e jovens na internet Wed, 6 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia085.htm Os indicadores trazidos pela TIC Kids Online Brasil apontam para a necessidade de conscientização

Foto: É importante estar atento a forma como as crianças acessam a rede, e ao conteúdo com o qual elas estão entrando em contato
É importante estar atento a forma como as crianças acessam a rede, e ao conteúdo com o qual elas estão entrando em contato

Como as crianças e jovens usam a internet? Eles sabem se proteger dos perigos da rede? Para responder essas e outras perguntas, o Comitê Gestor de Internet no Brasil divulgou, no final de 2012, uma pesquisa da TIC Kids Online Brasil, realizada com 1580 crianças e adolescentes entre 9 e 16 anos, e com o mesmo número de pais. A pesquisa segue o mesmo modelo que foi realizado em 25 países europeus, no ano de 2010, pela EU Kids Online, com algumas adaptações para a realidade brasileira. Foram ouvidos apenas usuários constantes, ou seja, que usam a Internet como parte de seu cotidiano, para levantar dados que tornem a Internet um meio mais seguro.

"A ideia é que essa pesquisa seja refeita anualmente no Brasil, para que possamos comparar resultados e também investigar temas novos. Consumo online, por exemplo, entrará na próxima pesquisa", explica Tatiana Jereissati, coordenadora do projeto. Confira alguns destaques da pesquisa (o resultado completo pode ser consultado no site do CETIC .

Para ler, clique nos itens abaixo:

1. Para que eles usam a internet?

A pesquisa revelou que, entre jovens e crianças de 9 a 16 anos, o uso da Internet é bastante frequente: 47% a usam todos os dias. É interessante notar, também, que o local mais apontado como fonte de acesso é a escola (42%). "A grande porta de entrada nessa faixa etária é o uso da internet para trabalhos escolares", explica Tatiana Jereissati. "Isso é uma tendência não exclusiva do Brasil, mas mundial. A escola tem um papel bastante relevante no uso da Internet".

Realmente, 82% dos entrevistados dizem usar a Internet para fazer trabalhos escolares. Em segundo lugar aparece o uso das redes sociais (68%), seguido de Youtube (66%) e jogo online e programas de mensagens instantâneas (54%). Postagens de conteúdo são menos citadas, mas aparecem em seguida: 40% postam fotos, vídeos ou músicas, 24% postam mensagens e 10% escrevem em blogs.

2. Como é o uso nas redes sociais?

Para os pesquisadores, chamou a atenção o uso de redes sociais no Brasil. Aqui, entre crianças e adolescentes de 9 a 16 anos, 70% possuem um perfil em alguma rede, enquanto a pesquisa europeia mostra 57%. "Essa relação específica entre brasileiros e redes sociais ainda causa muita discussão entre os especialistas", diz explica Tatiana Jereissati, coordenadora da pesquisa..

Entre esses que possuem seu próprio perfil, 42% têm suas informações privadas (acessíveis apenas com uma solicitação de amizade), 31% são parcialmente privados e 25% são públicos. Apenas 2% desconhecem as configurações de perfil de uma rede social.

Ainda nesse tema, a pesquisa mostrou que 86% possui no perfil uma foto que mostre claramente o rosto, 79% colocam o sobrenome e 57% declaram uma idade que não é verdadeira. A escola em que estuda aparece em 28% dos perfis, o endereço de forma pública aparece em 13% e o telefone, 12%.

Selecionada a faixa de 11 a 16 anos, 23% já tiveram contato na Internet com alguém que não conhecia pessoalmente. Dessa porcentagem, um em cada quatro adolescentes encontrou-se ao vivo com essa pessoa.

3. Como os pais veem o uso da Internet pelos filhos?

"71% dos pais acha que seu filho usa a internet com segurança, o que não condiz com a realidade", aponta Tatiana Jereissati, coordenadora da pesquisa. "E apenas 7% acredita ser muito provável que o filho passe por algum incômodo ou constrangimento na Internet nos próximos 6 meses". Esses percentuais mostram, segundo Tatiana, que falta conscientização quanto ao uso da Internet entre os pais, pois o tema ainda é pouco debatido.

Outro indicador da pesquisa mostra quais são as fontes utilizadas pelos pais para a obtenção de informações sobre uso seguro da Internet. 52% disseram utilizar a TV, o rádio, jornais e revistas, enquanto 37% se informam em conversas com familiares e amigos. A terceira fonte mais utilizada é a escola, 28%. Já 18% dos pais não buscam informações sobre o assunto.

E quando perguntados sobre quais seriam as fontes mais desejadas para a obtenção dessas informações, a escola aparece em primeiro lugar, com 61%. 57% indica a TV, rádio, jornais e revistas, e 30% menciona o governo. "Isso mostra que os pais percebem a importância da escola para esse trabalho de conscientização, e que há uma demanda por esse tipo de informação", conclui Tatiana.

4. Qual a importância da escola na conscientização sobre o uso da Internet?

"A pesquisa mostrou que é preciso disseminar esse dados para pautar discussões a respeito do uso da Internet", diz Tatiana Jereissati, coordenadora do projeto. "Ainda estamos em um estágio de conscientização inicial, que pode demorar para ver resultados, mas é importante que as escolas entrem nesse processo". Em agosto de 2012, o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil, publicou uma cartilha sobre segurança na Internet que pode ser baixada e utilizada gratuitamente pelos pais e pelas escolas. Outras dicas podem ser encontradas no conteúdo do site internetsegura.br . O material divulgado pela TIC Kids Online Brasil também pode ser acessado livremente, para ser assunto de conversa entre pais e filhos e professores e alunos.

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Dia Mundial da Internet Segura: CERT.br lança guia sobre Privacidade Tue, 5 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia073.htm Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil dá dicas sobre como manter-se seguro ao acessar e-mails, navegar e divulgar informações

O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) lançou nesta terça-feira (5/2) mais um fascículo ilustrado de sua Cartilha de Segurança dedicado aos cuidados para preservar a privacidade na Internet.

Lançado como uma iniciativa para o Dia Mundial da Internet Segura, que leva o tema "Direitos e deveres online. Conecte-se com respeito", esse é o quarto fascículo publicado pelo CERT.br.

Assim como os fascículos anteriores (todos em PDF), o material tem como objetivo destacar e reforçar assuntos específicos para incentivar o uso da Internet com segurança.

Algumas das principais dicas do fascículo de "Privacidade" são:

  • Utilize conexão segura quando acessar e-mails via navegadores Web;
  • seja cuidadoso ao usar cookies;
  • armazene dados sigilosos em formato criptografado;
  • pense bem antes de divulgar informações;
  • seja cuidadoso ao usar e elaborar senhas;
  • mantenha o computador seguro.

Para saber mais sobre a Cartilha na íntegra, disponível no formato ePub, visite cartilha.cert.br/. Para facilitar a disseminação do seu conteúdo, o material está licenciado sob Creative Commons (CC BY-NC-SA 3.0).

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CERT.br lança guia sobre Privacidade no Dia Mundial da Internet Segura Tue, 5 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia072.htm Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil dá dicas sobre como manter-se seguro ao acessar e-mails, navegar e divulgar informações

O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) lançou nesta terça-feira (5/2) mais um fascículo ilustrado de sua Cartilha de Segurança dedicado aos cuidados para preservar a privacidade na Internet.

Lançado como uma iniciativa para o Dia Mundial da Internet Segura, que leva o tema "Direitos e deveres online. Conecte-se com respeito", esse é o quarto fascículo publicado pelo CERT.br.

Assim como os fascículos anteriores (todos em PDF), o material tem como objetivo destacar e reforçar assuntos específicos para incentivar o uso da Internet com segurança.

Algumas das principais dicas do fascículo de "Privacidade" são:

  • Utilize conexão segura quando acessar e-mails via navegadores Web;
  • Seja cuidadoso ao usar cookies;
  • Armazene dados sigilosos em formato criptografado;
  • Pense bem antes de divulgar informações;
  • Seja cuidadoso ao usar e elaborar senhas;
  • Mantenha o computador seguro.

Para saber mais sobre a Cartilha na íntegra, disponível no formato ePub, visite cartilha.cert.br/. Para facilitar a disseminação do seu conteúdo, o material está licenciado sob Creative Commons (CC BY-NC-SA 3.0).

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CERT.br atualiza sua Cartilha de Segurança para Internet Tue, 5 Feb 2013 12:00:00 -0300 www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia071.htm A Cartilha foi lançada originalmente como parte das iniciativas propostas no Dia Mundial da Internet Segura. O Dia da Internet Segura é uma iniciativa anual que mobiliza mais de 85 países para promover o uso seguro e responsável da Internet.

Todos os fascículos da Cartilha de Segurança para Internet estão disponíveis no formato PDF e mais detalhes sobre a cartilha podem ser encontrados aqui.

CERT.br atualiza sua Cartilha de Segurança para Internet

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ONG lança portal com foco nos jovens no Dia da Internet Segura Tue, 5 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia070.htm Safernet, organização especializada em segurança na web, pretende mobilizar adolescentes sobre a questão da segurança na internet.

ONG lança portal com foco nos jovens no Dia da Internet Segura
(Fonte da imagem: Reprodução/SaferNet)

A organização não governamental SaferNet lançou nesta terça-feira (05) um portal que pretende conscientizar jovens e adolescentes obre a questão da segurança na internet. O lançamento faz parte das atividades Dia Mundial da Internet, evento mundial que, no Brasil, é organizado pela ONG desde 2009.

A campanha é celebrada em 85 países diferentes e o portal lançado hoje pretende dar dicas de como utilizar a internet de forma segura por meio de jogos e histórias em quadrinhos. A ideia ainda é que o material sirva de apoio para educadores que desejem tratar da questão com seus alunos.

Cert.br também lança cartilha
Outra novidade nas celebrações do Dia Mundial da Internet Segura é a Cartilha de Segurança para Internet divulgada nesta terça-feira pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil, o Cert.br. O material está dividido em vários fascículos e também apresenta recomendações de uso seguro da web.

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CERT.br lança fascículo sobre privacidade na web Tue, 5 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia069.htm Publicação é uma iniciativa para o Dia Mundial da Internet Segura 2013, cujo tema deste ano é “Direitos e deveres on-line. Conecte-se com respeito”.

No Dia Mundial da Internet Segura, o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) apresenta o fascículo de sua Cartilha de Segurança dedicado aos cuidados que todos devem ter para preservar a privacidade na web. Esse é o quarto fascículo publicado pelo órgão e, como os anteriores (“Redes Sociais”, “Senhas” e “Comércio Eletrônico”), o material tem origem no conteúdo da Cartilha de Segurança para Internet, lançada pela entidade em 2012.

A ideia com sua publicação em fascículos é destacar e reforçar assuntos específicos de grande relevância para garantir o uso da Internet com mais segurança. Algumas das principais dicas do fascículo de Privacidade são: utilizar conexão segura quando acessar e-mails via navegadores Web, ser cuidadoso ao usar cookies, armazenar dados sensíveis em formato criptografado, pensar bem antes de divulgar informações, ser cuidadoso ao usar e ao elaborar senhas e manter o computador seguro.

O fascículo é ilustrado e está disponível em formato PDF em http://cartilha.cert.br/fasciculos/. Para facilitar a disseminação do seu conteúdo, o material está licenciado sob Creative Commons (CC BY-NC-SA 3.0).  O CERT.br é mantido pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), órgão ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

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Desconhecimento no Congresso será desafio para aprovação do Marco Civil, afirma deputada Wed, 30 Jan 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia065.htm Em passagem pela Campus Party, Manuela D'Ávila também destacou pressão das empresas de telecomunicações como dificuldade para votar e aprovar regulamentação da internet no Brasil

Em passagem pela Campus Party nesta quarta-feira, a deputada federal Manuela D'ávila (PC do B) afirmou que encara como um desafio a votação em Plenário do Marco Civil da Internet, tendo em vista o desconhecimento de parte dos parlamentares sobre as diretrizes que pretendem regulamentar o uso da rede no País, além da influência das empresas de telecomunicação. "Temos que estar atentos à quantidade de interesses que um projeto dessa magnitude mexe", alertou.

Na avaliação da deputada, uma das maiores dificuldades é o fato de o Marco estar sob análise de um congresso formado, em grande parte, por uma geração de políticos que segundo ela são conservadores e "não têm relação com o uso permanente da tecnologia". "Nem todo mundo trabalha com Internet, tem aqueles que estão preocupados com o direito dos trabalhadores ou outros temas", enfatizou ao destacar a diversidade de assuntos que norteiam as atividades dos deputados.

Manuela ainda justificou a demora para a votação, assinalando que o projeto passou muito tempo sendo discutido na Câmara por uma comissão especial, posteriormente no Ministério da Justiça, das Comunicações e pela Casa Civil. A proposta só retornou ao Congresso Nacional no ano passado, quando os parlamentares adiaram a votação por diversas vezes e a deixaram para o retorno das atividades após o recesso.

Para a parlamentar, a aprovação do Marco Civil dependerá do mesmo apoio manifestado quando o texto foi publicamente discutido na internet e levado ao Ministério da Justiça. "Nós temos lei mais avançada do mundo num congresso conservador", declarou.

Também presente no debate, Demi Getschko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação (NIC.br), destacou os pontos mais importantes do Marco, que pretende criar direitos e deveres para usuários, governo e internautas e funcionar como uma espécie de "constituição" da rede. Getschko, que é integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), falou sobre a manutenção da neutralidade da rede, o que impediria as operadoras de impor pacotes com tarifas atreladas ao tipo de uso da internet. Relembrou os princípios de defesa à privacidade do usuário e que tornam a rede mais segura contra interpretações de juízes que possam implicar em censura. "A rede não é responsável pelo que acontece na rede", afirmou após lembrar o caso envolvendo a modelo Daniela Cicarelli, que iniciou ação na justiça, culminando com a suspensão do YouTube no Brasil em razão de um vídeo, que a mostrava em momentos de intimidade com um namorado na praia.

O evento

A Campus Party, maior evento de tecnologia do Brasil, reúne mais de 7 mil pessoas que acompanham centenas de atividades sobre inovação, ciência, cultura e entretenimento digital. Da última terça-feira até o sábado, palestras, debates e oficinas transformam o Anhembi Parque, em São Paulo, no principal ponto de encontro de importantes comunidades digitais. A festa, que conta com um acampamento e uma área de acesso gratuito ao público, acontece ainda em países como Colômbia, Estados Unidos, México, Equador e Espanha, onde nasceu em 1997.

A Arena e o acampamento são de acesso exclusivo aos participantes. Quem não comprar ingresso, pode visitar gratuitamente a área Expo e conferir novidades e participar das ações de marcas do ramo da tecnologia. O Anhembi Parque fica na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, com acesso pela Marginal Tietê.

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WWW2013 Mon, 4 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia062.htm Programado para 13 a 17 de maio de 2013 no Rio de Janeiro, o evento conta com a organização, a coordenação e o suporte do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), apoio do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), do W3C-Escritório Brasil, da PUC-Rio e da Universidade Federal de Minas Gerais.

O evento reunirá 1,5 mil especialistas de diversos países. O público será formado especialmente por pesquisadores, estudantes, profissionais dos setores público e privado, desenvolvedores e heavy users da web. A ideia do encontro é promover discussões e trocas de experiências sobre tecnologias para a web com o objetivo de continuamente pensar e promover a evolução da internet.

Tim Berners-Lee, inventor da Web e diretor do World Wide Web Consortium (W3C), será um dos palestrantes da conferência. Entre outros convidados estarão Jon Kleinberg, professor de ciência da computação na Cornell University, e Luis von Ahn, professor do Departamento de Ciência da Computação da Carnegie Mellon University.

Com apoio do Google e do Yahoo!Labs, o evento será realizado no Hotel Windsor Barra, Barra da Tijuca.

Mais informações e inscrições: www2013.org.

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Roteador que analisa a qualidade da web é distribuído na Campus Party Fri, 1 Feb 2013 12:00:00 -0300 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia057.htm Campus Party 2013, permitirá às organizações e às pessoas físicas a possibilidade de medir a qualidade da Internet no Brasil. A iniciativa é do O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

simetbox-2 (Foto: simetbox-2)
Roteador Simet-Box promete testar a qualidade da Internet com software próprio

O equipamento, chamado de Simet-Box, trabalha como um roteador comum para o consumidor final mas apresenta um software inteiramente desenhado pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (CEPTRO.br) que efetua medições em tempo real

Por estar entre o computador do usuário e o modem da operadora, o Simet-Box consegue efetuar testes em diversos níveis e avaliar questões como a largura de banda, perda de pacotes, jitter, latência e outros fatores que podem atrapalhar a navegação e uso da Internet.

De acordo com Fabrício Tamusiunas, Gerente de Projetos no CEPTRO.br, os dispositivos estão sendo distribuídos aos campuseiros de diferentes localidades do país, o que permitirá uma análise mais profunda e detalhada das mais diversas operadoras e provedores existentes.

Tamusiunas também garantiu que nenhuma informação pessoal é transmitida através do roteador ou do software do Simet (disponível também para dispositivos móveis). Sendo restrito somente as informações de relatórios que podem ser visualizados através do navegador.

simetbox
Navegador mostra os valores da conexão aferidos pelo roteador Simet-Box

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CGI criará plataforma para discutir internet Tue, 8 Jan 2013 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia007.htm Interessados podem conhecer detalhes do projeto, esclarecer dúvidas e enviar formulário de inscrição até 27 deste mês.

O Comitê Gestor da Internet no Brasil vai desenvolver uma plataforma para dar suporte a um fórum permanente de discussões sobre a internet brasileira. Além disso, ela deve possibilitar um canal de comunicação e ampla interação entre o Comitê, organizações que o compõem, seus conselheiros e entidades da sociedade civil, empresas, governos, academia, pesquisadores e demais interessados.

Para tanto, o CGI.br convida empresas e comunidades interessadas em participar da Chamada para o Projeto Plataforma CGI.br e divulga a etapa de Solicitação de Informações (SI). Qualquer organização pública ou privada, comunidade ou consórcio de entidades, que tenha interesse em, futuramente, apresentar proposta deve preencher até o dia 27 de janeiro um formulário que busca verificar o nível de experiência e conhecimento das instituições candidatas.

O Comitê esclarece que a SI é a fase preparatória para eventual escolha entre os candidatos que poderão desenvolver o projeto. É importante observar que após esta fase, o CGI.br se reserva o direito de dar ou não continuidade ao processo. Caso decida por seguir com a seleção, terá início então, a fase de Solicitação de Propostas (SP).

Em caso de dúvidas, o CGI.br dispõe-se a esclarecê-las até o próximo dia 10 de janeiro pelo e-mail plataforma@cgi.br. Já, para o envio do formulário de SI, a data limite é 27 de janeiro. Os interessados devem consultar os documentos presentes em http://www.cgi.br/plataforma/index.htm. Nesse endereço também está disponível o formulário que deve ser preenchido pelas organizações interessadas.

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Ano novo, menos spam Thu, 3 Jan 2013 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia006.htm Ano novo, menos spam I

Tudo indica que os brasileiros começarão o ano recebendo menos spams. Os provedores de internet e as operadoras de telefonia fecharam no dia 1 a porta de saída de e-mails de número 25, que estava sendo usada por spammers de diversos lugares do mundo. Desde 2009, o Comitê Gestor da Internet vinha coordenando o trabalho de substituição da porta 25 para a 587, que possui novos recursos de segurança.

Ano novo, menos spams II

Os usuários de serviços como Outlook podem fazer a substituição nas configurações dos seus sistemas ou entrar em contato com os seus provedores. Que utiliza serviços do Hotmail, Terra, Uol e Gmail está automaticamente preparado. A expectativa é de que o Brasil deixe de figurar na lista dos cinco países que mais enviam mensagens não solicitadas. Outras informações podem ser encontradas no site www.antispam.br/porta25.

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Campus Party traz palestras e workshops para jornalistas; veja o que assistir Thu, 3 Jan 2013 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia005.htm Além da tecnologia, dicas para trabalhar com dados abertos, infografia, conteúdo para novas plataformas, convergência e tendências na comunicação estarão em pauta.

Para falar sobre os assuntos, profissionais de grandes veículos de imprensa participarão dos encontros. Neste ano, o evento será realizado de 28 de janeiro a 3 de fevereiro, no Anhembi Parque, em São Paulo.

Palestra - Como funciona a Internet
Quando: ter, 29 de janeiro, 10:00 – 11:00
Onde: Palco Arquimedes
Descrição: Bastante simples quando vista de longe, extremamente complexa quando observada de perto. Descubra todos os detalhes do funcionamento da internet, que embora também possa ser definida como milhares de computadores interligados através do protocolo TCP/IP, possui uma infinita multiplicidade de recursos e serviços. Palestrante: Ricardo Patara (NIC.br)

Mesa - Infografia na era digital
Quando: ter, 29 de janeiro, 11:15 – 12:30
Onde: Palco Michelangelo
Descrição: Os infográficos são caracterizados pela junção de textos breves com ilustrações explicativas para o leitor entender o conteúdo. Cada dia a infografia tem ganhado mais espaço tanto no mundo online quanto offline. O que mudou nos últimos anos com o maior acesso às mídias digitais e o aumento de interatividade nos dispositivos? Mas quais as tendências no mercado da infografia?

Palestra - Dados abertos e o Radar Parlamentare
Quando: ter, 29 de janeiro, 11:15 – 12:30
Onde: Palco Sócrates
Descrição: Aprenda mais sobre dados abertos e seu uso no projeto Radar Parlamentar (http://radarparlamentar.polignu.org), um sistema que cria visualizações de votações parlamentares para que o público possa comparar a atuação legislativa de partidos políticos. Palestrantes: Leonardo Leite - Um dos fundadores do PoliGNU, Grupo de Estudos de Software Livre da Poli USP, é graduado em Engenharia Elétrica com ênfase Computação pela Escola Politécnica da USP. Atualmente faz mestrado em ciências da computação pelo IME USP. Diego Rabatone - Hacker integrante do PoliGNU, estudante de engenharia e militante pelo Software e pela Cultura Livre. Além disso, é um dos membros do movimento de Dados Abertos, Transparência Pública, Participação Popular e da comunidade Transparência Hacker.

Palestra - Processamento Automático da Língua Portuguesa
Quando: ter, 29 de janeiro, 11:15 – 12:15
Onde: Palco Pitágoras
Descrição: Com as mídias sociais em alta e a explosão da produção de conteúdos online se torna estratégico o desenvolvimento de softwares que possam extrair informações de tais fontes, e é o Processamento de Linguagem Natural (PLN) que possibilita que softwares entendam a linguagem humana. A técnica consiste em processar textos em linguagem natural, transformando-os em estruturas de dados mais facilmente manipuláveis. Para tal são usadas técnicas desde aprendizado de máquina, como Perceptron, HMM e Entropia, e sistemas baseados em regras, como gramáticas com árvores de derivação. Palestrante: William Colen - Formou-se Engenharia de Computação pela USP em 2006, é mestrando em Ciência da Computação pela mesma universidade. Trabalha principalmente com software livre voltado para o processamento de linguagem natural (PLN), entre eles no Apache OpenNLP e o corretor gramatical CoGrOO.

Palestra - O design nas vinhetas da TV Brasileira
Quando: ter, 29 de janeiro, 15:45 – 16:45
Onde: Palco Michelangelo
Descrição: TVS, Plim-plim, RÁ-TIM-BUM, quem não lembra dessas vinhetas? Desde as primeiras vinhetas criadas por aqui, fez com que o Brasil se destaque mundialmente em termos de produção de vinhetas televisuais. Atualmente, o refinamento das técnicas e a tecnologia, hoje os movimentos são cada vez mais rápidos, com a ilusão da tridimensionalidade, grafismos, jogos cromáticos e sonoros. Ou seja, para tudo isso dar certo e ficar lindo na telinha, precisa da supervisão de um designer. Essa palestra será uma viagem pelos aspectos históricos, técnicos e criativos das vinhetas para a televisão brasileira. Palestrante: Rogério Abreu - Designer graduado pela UFSM/RS, e Mestre em Design pela PUC/Rio de Janeiro. Atualmente professor e coordenador de projetos de design na ESPM unidade Sul. Autor do livro ""Design na TV: Pensando vinheta"". Designer e diretor de arte na Rede Globo de televisão onde criou diversas vinhetas de abertura para teledramaturgia, telejornalismo e reality shows, Ogilvy Mather Rio e Ziraldo produções artísticas.

Palestra - Publicação digital na era dos tablets
Quando: ter, 29 de janeiro, 15:45 – 16:45
OndePalco: Sócrates
Descrição: Inúmeras possibilidades de acesso a conteúdo em suporte digital levantam muitas questões sobre como produzir material adequado e de forma eficiente. A palestra procura introduzir o software livre Managana como uma alternativa para que pessoas sem experiência em programação sejam capazes de produzir e divulgar seu conteúdo em mídia digital, de forma individual ou coletiva, tanto para ambientes tradicionais da web, como para dispositivos móveis e apresentações públicas. Palestrante: Lucas Junqueira - Atua na equipe do Ateliê Ciclope de Arte e Publicação Digital, onde desenvolve o software livre Managana. Tem como principal objetivo facilitar a criação e distribuição de conteúdo, considerando a multiplicidade de telas/dispositivos e sistemas operacionais.

Dados Abertos - Sprint Radar Parlamentar
Quando: ter, 29 de janeiro, 16:45 – 18:45
Onde: Workshop II
Descrição: Na oficina explicaremos como acessar e processar dados abertos de votações parlamentares, que são disponibilizados pelos órgão oficiais no formato XML, seja como arquivos ou por web services. Utilizando estes conhecimentos, os participantes realizarão um ciclo de desenvolvimento do projeto Radar Parlamentar (http://radarparlamentar.polignu.org), resolvendo problemas reais do projeto e adicionando mais dados ao sistema. O projeto Radar Parlamentar já utiliza dados abertos da Câmara Municipal de São Paulo e da Câmara dos Deputados para construir vizualizações que comparam os partidos políticos em relação às votações nas sessões legislativas. Oficineiros: Leonardo Alexandre Ferreira Leite - Graduado em Engenharia Elétrica ênfase Computação pela Escola Politécnica da USP. Atualmente faz mestrado em ciências da computação pelo IME USP. É um dos fundadores do PoliGNU, Grupo de Estudos de Software Livre da Poli USP. Diego Rabatone Oliveira - Hacker integrante do PoliGNU, estudante de engenharia, militante pelo Software e pela Cultura Livre, membro ativo do movimento de Dados Abertos, Transparência Pública, Participação Popular e da comunidade Transparência Hacker.

Painel - Brainstorm Live em Social Media
Quando: qua, 30 de janeiro, 11:15 – 12:30
Onde: Palco Gutenberg
Descrição: Descubra como criativos pensam conteúdo para plataformas sociais, como surgem as idéias que capturam sua atenção e invadem seu espaço de maneira agradável o suficiente para você seguir/curtir/comprar o que a marca está vendendo. Nesta atividade, um cliente real dará um briefing e os campuseiros terão que ser ágeis para dar idéias e criar soluções para esse projeto, ali no palco, AO VIVO. Seja criativo e aprenda como vender seu peixe nas mídias sociais.

Oficina - Como fazer um podcast?
Quando: qua, 30 de janeiro, 21:45 – 22:45
Onde: Palco Gutenberg
Descrição: Se você pensa que fazer um podcast é igual matar um robô gigante por dia, você pode estar certo. Nesta edição da CPBR, o campuseiro, aspirante a podcaster, irá aprender com o MRG como gravar, editar, colocar efeitos e ter idéias brilhantes para pautas. Não perca as dicas preciosas desses que montam, matam e dão voz aos robôs. Palestrante: Affonso Solano - é criador do Matando Robôs Gigantes, colunista do Tech Tudo e autor de "O Espadachim de Carvão", da editora Fantasy/Casa da Palavra. Também trabalha como ilustrador para clientes como TV Globo, TV Record, Image Comics, Warner/Chappell, entre outros.

Bate-papo - Convergência e novas tendências na Comunicação
Quando: qui, 31 de janeiro, 11:15 – 12:30
Onde: Palco Gutenberg
Descrição: Um bate-papo com insights, tendências, reflexão e provocações sobre a realidade convergente, em que a distinção entre on e off era coisa do tempo da vovozinha. AlwaysOn? MaybeOff? WhoCares? Palestrantes Sergio Valente - Sócio do Grupo ABC e presidente da DM9, considerado um dos 10 publicitários brasileiros mais influentes do mercado no País. Formado em Engenharia Civil e em Administração de Empresas, com pós-graduação em Harvard, Valente construiu uma carreira sólida reconhecida tanto nacional como internacionalmente. Sergio Valente colocou a DM9 na vanguarda do pensamento convergente - a única empresa de comunicação eleita por duas vezes uma das Melhores Empresas para Começar a Carreira, segundo a Você S.A.[nbsp]No mercado internacional, destaque para sua participação como presidente do júri de prêmios como Eurobest e Clio Awards. Em Cannes, foi jurado duas vezes, em Filme e em Titânium, além de ter participado também como palestrante. Bob Wollheim (mediador) - Empreendedor serial, sócio fundador da Sixpix Content, que publica as plataformas Expo Y e ResultsON (negócios para geração Y), youPIX (cultura de internet) e SocialMediaWeek/Brasil (mídias sociais). Bob é Venture Corp da Endeavor, autor do livro Empreender Não é Brincadeira! (Ed. Elsevier) e autor de vários artigos em jornais e revistas no Brasil. Em 2011, a Sixpix Content passou a fazer parte do Grupo RBS. Além de Curador do Palco Gutenberg na CPBR6.

Palestra - O novo jornalismo gamer
Quando: qui, 31 de janeiro, 15:45 – 16:45
Onde: Palco Stadium
Descrição: Talvez as novas gerações não saibam, mas antes da internet as revistas de videogame eram a única maneira de saber o que estava acontecendo no mundo dos games. Hoje, algumas delas seguem nas bancas, mas o conteúdo online é massivo: sites, blogs, análises com vídeo e conferências sendo transmitidas ao vivo. Mas como se diferenciar em meio à todas essas possibilidades? Aprenda a criar um blog, podcast ou videocast diferenciado! Palestrante: Raphael Cabrera - Editor-chefe da revista Arkade, publicação independente e exclusivamente online.

Social TV: a TV em duas telas
Quando: sex, 1 de fevereiro, 20:30 – 21:30
Onde: Palco Gutenberg
Descrição: Você sabe o que a novela, eventos esportivos e reality shows tem em comum? Além de serem transmitidos pela televisão, pautam hashtags, mentions e posts nas redes sociais. O hábito de comentar cada cena, take ou fala da TV nas redes sociais, transformou o twitter num grande MSN coletivo. Essa nova forma de encarar a audiência, as métricas e a indústria do entretenimento, ganhou um nome: Social TV. A Social TV inaugura uma nova era da Televisão, onde os comentários dos espectadores ultrapassam o sofá e ganham inúmeros interlocutores. Venha discutir esse hábito, mas não esqueça a hashtag (#CPBR6) Palestrantes Nilson Xavier - Jornalista e crítico de novelas do portal UOL, mantém um blog no portal onde critica e analisa as produções de Teledramaturgia no país. Criador do site Teledramaturgia (www.teledramaturgia.com.br). Autor do Almanaque da Telenovela Brasileira (Panda Books). Mantém uma coluna no portal do Canal Viva onde analise produções de arquivo da TV Globo. Daiana Sigiliano - é membro do grupo de estudos e projetos EraTransmídia dos Inovadores ESPM e jornalista com foco de pesquisa em fenômenos da Cultura da Convergência, Social TV e Second Screen. Caio Fochetto (mediador) - é coordenador de web dos canais a cabo The History Channel, A&E e Bio. Graduado em comunicação social, Rádio e Televisão, coordenou o núcleo de social media do Programa Login e foi produtor de conteúdo do Programa Novo, ambos da TV Cultura. É ex-produtor de conteúdo online para o R7 Vídeos, da Rede Record de Televisão.

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Caindo na rede social Wed, 2 Jan 2013 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia004.htm Um pesquisa realizada recentemente pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) mostrou que oito em cada dez adolescentes brasileiros estão nas redes sociais. Com a chegada das férias, esses jovens - muitos com seu smartphone em mãos e, portanto, acesso 24 horas por dia à internet - ganham tempo de sobra para compartilhar fotos, fofocas e comentários no Facebook, no Twitter e no Google+.

Leia a matéria na íntegra clicando aqui.

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Usuário deverá mudar programas de e-mail para evitar spam Wed, 2 Jan 2013 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia003.htm Provedores fazem alteração para barrar envio de mensagens indevidas

Na tentativa de tirar o Brasil da lista dos países com maior número de spams gerados na internet, um acordo mudou a configuração de envio de e-mails. Para se adaptar, usuários que utilizam programas de leitores em redes domésticas – como Outlook Express e Thunderbird – devem fazer uma pequena alteração no computador.

Usuários que leem e enviam e-mails no site do seu provedor (via webmail) não precisam trocar nenhuma configuração. Os internautas que utilizam leitores instalados no computador devem trocar a porta de envio de mensagens de 25, usada para enviar spam por programas maliciosos, para 587 ou 465 – mudando as configurações no próprio programa. Essa alteração é necessária para que o usuário continue a mandar e-mails normalmente.

– O ideal é que o usuário entre em contato com o provedor de e-mail antes de fazer a mudança. A maioria dos provedores usa a porta 587, mas o Gmail, por exemplo, usa a 465 – explica Eduardo Parajo, diretor-presidente da Associação Brasileira de Internet (Abranet) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

Conforme Parajo, a mudança foi planejada em 2005 pelo alto número de máquinas no país infectadas por códigos maliciosos que enviam mensagens não solicitadas – sem o usuário sequer ter conhecimento. O Brasil é o quarto país em número de computadores invadidos, ficando atrás apenas de Índia, Vietnã e Paquistão. Spammers usam as máquinas para enviar mensagens indevidas.

Além de aumentar a segurança da rede brasileira, o combate ao envio de spam, conforme Parajo, irá melhorar a capacidade das empresas locais em prover acesso à internet. Com a maior parte dos provedores já adaptada à mudança, a expectativa agora é mobilizar cerca de 10 milhões de usuários de leitores de e-mail que ainda não trocaram a configuração.

– Cerca de 20% dos usuários ainda estão desalinhados à mudança. Caso não façam a alteração, já podem estar enfrentando dificuldades em encaminhar e-mails – afirma Parajo.

O que muda

Usuários que leem e enviam e-mails no site do seu provedor (via webmail) não precisam trocar nenhuma configuração. Usuários que utilizam programas leitores em redes domésticas – como Outlook Express e Thunderbird – devem alterar a configuração do software para continuar lendo e enviando e-mails.

Como fazer

O usuário precisa mudar a configuração do e-mail, alterando a porta de saída da 25 para a 587 ou 465. A mudança deve ser feita no próprio programa, clicando em Ferramentas, Contas de e-mail, Propriedades, Avançado, Servidor de Envio de Mensagens e aí fazer a troca da porta de saída 25 pela 587 ou 465.

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Mudança em redes diminui envio de spams e exige atualização de aplicativos Wed, 2 Jan 2013 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia002.htm

Porta padrão estava sendo utilizada indevidamente por hackers.
Comitê Gestor coordenou troca da porta 25 por outra mais segura.

Com a virada do ano, ficou mais difícil enviar spam, o irritante lixo eletrônico, mas milhões de pessoas terão de reconfigurar o correio eletrônico.

Provedores e operadores de internet no Brasil fecharam à 0h deste 1º de janeiro uma porta de saída de e-mails na rede. Porta é o canal que permite o envio de mensagens. A de número 25, que era padrão, estava sendo utilizada indevidamente por hackers internacionais, criminosos que atuam na internet.

A operação funcionava da seguinte maneira: o hacker invadia e escravizava o computador de um usuário brasileiro de internet, passando a enviar e-mails indesejados para o mundo todo: anúncios de remédios, propaganda em geral e até sites de pornografia. O usuário tinha o seu computador usado indevidamente e ainda pagava o custo da operação.

“O usuário estava tendo a internet dele lenta, sem saber, porque estava disparando e-mails sem ter conhecimento”, afirma Eduardo Parajo, conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Para evitar essa fraude, o Comitê Gestor de Internet do Brasil coordenou a troca da porta 25 por outra mais segura, a 587. Os provedores já fizeram a mudança em seus programas. Portanto, quem acessa e-mails por meio dos sites como o da Globo.com, ou Gmail, Terra, UOL e Hotmail não precisa fazer nada.
 
Aqueles que usam aplicativos de e-mails instalados no computador, como Outlook ou Thunderbird, principalmente versões antigas, eventualmente terão de fazer a mudança. No caso do Outlook Express, é preciso entrar em “ferramentas”, clicar em “contas” e, depois, em “propriedades”. Abrir “avançado” e fazer a troca da porta de saída 25 pela 587. Se tiver dificuldade, consulte o provedor.

O Comitê Gestor da Internet estima que 10 milhões dos 70 milhões de usuários brasileiros de e-mails terão de fazer a mudança. Dá trabalho, mas vai melhorar a imagem do Brasil. “O Brasil  estava entre os cinco maiores enviadores de spam no mundo  e a ideia foi  justamente desenvolver um trabalho, coordenado pelo Comitê Gestor, para tirar o país dessa lista”, diz Parajo.

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Nascido para teclar Wed, 2 Jan 2013 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2013/midia001.htm Antes dos dois anos de idade, crianças demonstram interesse por tecnologia e logo se tornam capazes de usar o computador.
Especialistas sugerem que pais dosem o tempo gasto em frente às maquinas e supervisionem o teor do conteúdo acessado.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

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O desafio de estar disponível para todos Mon, 23 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia057.htm Todos querem ter acesso às novas tecnologias, mas as empresas brasileiras ainda estão atrasadas quando o desafio é tornar o uso de celulares e computadores uma realidade para idosos ou pessoas com algum tipo de deficiência

Consultar o nível de bateria na tela do celular, identificar as teclas corretas para enviar um torpedo ou ler um texto na internet são atividades corriqueiras e bastante simples para a maioria das pessoas. Aliás, são atos tão automatizados que dificilmente alguém se dá conta de que está fazendo isso.

Você já parou para pensar, então, como uma pessoa que tenha alguma dificuldade de visão, seja pela idade ou por alguma deficiência, faz para saber se o celular não vai deixá-la na mão por falta de bateria? Nunca? Pois a maioria das empresas brasileiras também não.

Quando se fala em produtos de tecnologia, então, o que se espera é que essa indústria utilize justamente aquilo que mais a caracteriza, como a capacidade inovadora e empreendedora, para conseguir desenvolver produtos que possam atingir o maior número possível de pessoas. Ainda assim, consumidores interessados em novidades e geralmente com condições financeiras de investir nisso enfrentam dificuldades para se inserir e usar de forma plena os dispositivos como computadores, câmeras digitais e celulares. “O mercado de tecnologia brasileiro não investe em soluções voltadas para o público da terceira idade”, exemplifica Mercedes Sanchez, especialista em Usabilidade.

Em outros países, esse movimento já está mais avançado. Na Europa, a operadora Vodafone lançou, há cerca de cinco anos, um telefone celular para a terceira idade. O aparelho tem apenas as funcionalidades básicas, permitindo que as pessoas falem e mandem mensagens, e possui teclas com números maiores. “É um aparelho simples e extremamente acessível para quem tem dificuldade de leitura. Até porque dificilmente um idoso vai ter interesse em jogar ou acessar e-mails pelo aparelho”, comenta Mercedes.

No Brasil, a ZTE lançou em outubro de 2009 o aparelho S302, voltado para esse público. A procura, porém, não foi a esperada e a empresa decidiu tirar o produto do mercado. Já a Samsung se prepara para lançar no primeiro semestre de 2012 o C3520, seu primeiro celular voltado para os idosos.

O dispositivo foi todo pensado para esse perfil de consumidor, a começar pelo fato de ser flip-up, ou seja, basta o usuário abrir para falar. O C3520 possui teclas maiores que as convencionais, o que facilitará a digitação, e o visor tem letras maiores. “Será um aparelho sem complexidade. Até porque visa a atender uma parcela da população que não cresceu com cultura digital”, comenta o gerente de produto da Samsung, Ricardo Araujo. Segundo ele, hoje existe uma demanda grande  para esse tipo de produto, mas isso não significa que exija das empresas que irão atuar nesse nicho uma diversificação grande de portfólio.

Para o gerente de inovação e design do GAD, Fabiano Pottes, é um erro estratégico da indústria brasileira não explorar como deveria as oportunidades de negócios voltadas para a terceira idade. “Desenvolver soluções adaptadas para esse perfil de público não é uma tendência, é uma necessidade”, defende. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comprovam isso. O número de idosos na população brasileira chegou a 21 milhões em 2009. Até 2050, 30% dos brasileiros terão 60 anos ou mais. O que falta, segundo especialistas em usabilidade, é as empresas pensarem o design levando em consideração as diferenças. Já das indústrias o que se espera é que possam trabalhar melhor a flexibilidade da produção. “Existe um movimento de revisão de todos esses conceitos e que, em alguns anos, deve trazer para o mercado soluções mais flexíveis, atendendo as necessidades do maior número possível de pessoas”, acredita Pottes.

A mesma questão pode ser estendida para as demandas que surgem por tecnologia das pessoas com algum tipo de deficiência que, segundo o IBGE, são cerca de 45 milhões no País. “Existe uma gama grande de deficiências e isso ajuda a explicar a dificuldade de se desenvolver em tecnologias que estejam acessíveis para 100% da população. Mas avanços estão acontecendo”, observa o pesquisador em Usabilidade do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Everton Martins de Menezes. Desses 45 milhões, 35 milhões são deficientes visuais.

Evolução garante avanços importantes

A boa notícia é que a evolução tecnológica já garante avanços impensáveis até anos atrás. Para atender às necessidades dos deficientes auditivos, é possível incorporar libras aos sistemas computacionais. No celular, além das teclas maiores, as empresas podem trabalhar com soluções que reduzam a velocidade da voz, para que os indivíduos consigam entender melhor o que está sendo dito.

Mais uma vez, transformar isso tudo em realidade depende antes de uma reflexão sobre essas singularidades. Assim, se tiverem a percepção de que uma pessoa com deficiência visual não vai poder usar o mouse e, sim, apenas o teclado, os fabricantes de computadores poderão pensar em formas de adaptá-lo, bem como desenvolver leitores de tela cada vez mais modernos.

“O desafio não é atender especificamente a um público, mas, sim, fazer um desenvolvimento universal, que todos consigam usar, independentemente de terem algum tipo de deficiência”, comenta Luciano Maia Lemos, gerente de Soluções para Educação e Inclusão Digital do CPqD. “Mas esse trabalho só será bem-sucedido se as empresas procurarem entender as necessidades dos idosos e dos deficientes visuais ou auditivos”, acrescenta.

Autonomia é um dos principais desafios

Com o objetivo de criar soluções voltadas para a inclusão digital de pessoas com baixo nível de letramento, idosos, deficientes auditivos e visuais com dificuldade em interagir com o computador, o CPqD realizou de 2005 a 2009 o STID. A iniciativa teve financiamento do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), do Ministério das Comunicações.

Foram desenvolvidas duas aplicações de governo eletrônico: o Inclua Saúde, que permite marcar consultas médicas por meio do computador ligado à internet, e Previdência Fácil, para consultas sobre aposentadoria. Dois telecentros no interior do estado de São Paulo, nas cidades de Bastos e Santo Antônio de Posse, permitem experiências com as soluções desenvolvidas. Na solução de saúde, um aplicativo permite o agendamento de consulta médica nos próprios telecentros, através dos computadores. O cadastro prévio dos usuários possibilitou que a empresa fizesse a adaptação do sistema para os perfis identificados.

Ao final, foram criados modelos com interfaces para deficientes visuais e auditivos; idosos e para pessoas com baixo letramento ou analfabetas. “É imprescindível que um serviço de governo eletrônico seja abrangente e consiga atender pessoas de diversas classes sociais, com deficiência ou não”, diz Lemos.

O CPqD trabalhou com o conceito de “personas” no STID, que é apresentar na interface do computador ícones com que fazem parte da vida cotidiana das pessoas, servindo como referência para um entendimento mais fácil.
Na prática, isso significa colocar a especialidade do médico de cada pessoa disponível no serviço web, facilitando a identificação. Para os idosos ou indivíduos com alguma dificuldade visual, o soft-ware criado permite o ajuste do tamanho e do contraste da tela e da fonte usada nos textos. Antes de projetar o calendário que ficaria disponível para as marcações das consultas, a empresa identificou que os analfabetos tinham dificuldade para compreender a hora no relógio digital. “A maioria bate o olho nos ponteiros e sabe a hora, então, disponibilizamos também a opção analógica”, observa Everton Martins de Menezes, pesquisador em usabilidade do CPqD.

Uma terceira opção foi criada para quem, mesmo assim, não consegue identificar a hora: ao passar o mouse em cima dos horários, o sistema lê a informação. Para permitir que os deficientes visuais consigam compreender tudo que está na tela, foi desenvolvida uma interface totalmente navegável pelo teclado, eliminado a necessidade do uso do mouse. O STID recebeu o Prêmio FRIDA/eLAC 2010, concedido às iniciativas de pesquisa e inovação que mais têm contribuído para o desenvolvimento da Sociedade da Informação na América Latina e Caribe.

Software é aliado para criar soluções adaptadas

Quando o assunto é adaptar os produtos tecnológicos a diferentes perfis de consumidores, a área de softwares é uma das principais aliadas. Os projetos de interface humana e computação crescem no Brasil e o desenvolvimento de programas específicos pode resolver grande parte dos problemas.

Dentro dessa perspectiva, um fabricante de celular não precisará desenvolver fisicamente um smartphone que tenha teclas maiores para oferecer maior conforto aos idosos, por exemplo. Basta criar um software para os smartphones que simule um display diferente, que tenha um teclado maior que o convencional. O hardware, ou o aparelho em si, continua igual. O que se adapta é o sistema.

Nessa área de telefonia móvel, o CPqD está desenvolvendo o projeto Voz Móvel, cujo desafio é melhorar o uso dos smartphones pelos deficientes visuais. “Existe uma série de funcionalidades dos telefones que são intuitivas para a maioria de nós, mas que se tornam uma barreira para as pessoas com dificuldades visuais”, observa Menezes.

É o caso de verificar informações importantes que estão no visor do celular. A maioria dos usuários olha para a tela e vê o nível da bateria, se recebeu mensagens de voz ou se o sinal está completo. Já o deficiente visual precisar “ouvir”.

Para resolver isso, o projeto do Voz Móvel prevê o desenvolvimento de uma camada de software que funcionará como uma nova interface entre essas funcionalidades básicas e os usuários com deficiência visual. O trabalho envolve a criação de um sistema de síntese de voz e a adaptação do sintetizador de voz do CPqD para as plataformas móveis, com menor poder de processamento e de armazenamento, como é o caso dos dispositivos celulares.

Segundo Menezes, um dos grandes desafios é desenvolver uma técnica de compressão dos sinais de fala para que seu armazenamento e execução tenham bom desempenho, sem atrasos e perda de qualidade da fala.
Esse é um trabalho de pesquisa do CPqD, que será conduzido ao longo de 2012 e ainda não tem nenhuma parceria com a indústria para a sua fabricação. A empresa trabalha em conjunto com o Centro de Prevenção a Cegueira da cidade de Americana (SP). “Esse tipo de desenvolvimento exige o modelo de design participativo. Precisamos interagir com os deficientes visuais e entender que tipo de funcionalidade irá atendê-los melhor”, comenta o gestor.

‘Meu disco rígido ainda está bom’

Nelma, 79 anos, está sempre conectada à família e aos amigos, seja no celular ou no computador.

Nelma Eronita Fritsch, 79 anos, mora em Estrela (RS) e é um exemplo de que o desejo pela tecnologia não tem idade. Ela está sempre conectada aos amigos e familiares através do celular e do computador. Na internet, lembra que já recebeu convites para participar de diversas redes sociais, mas escolheu o Facebook como a preferida. “Meus netos me chamaram, fiquei curiosa e aceitei. Hoje essa é uma das minhas formas de me comunicar com o mundo e ficar sabendo dos últimos acontecimentos”, revela.

Acessibilidade pode ser implantada em sites

Outro desafio para o Brasil é trabalhar a questão da acessibilidade nos sites de internet. A pesquisa “Dimensões e características da Web brasileira: um estudo do gov.br”, realizada em 2010 pelo Comitê Gestor da Internet (CGI), revelou que apenas 2% de páginas dos sites governamentais estão dentro dos padrões de acessibilidade do World Wide Web Consortium (W3C).

“Não restam dúvidas de que precisamos fazer no Brasil um trabalho grande de conscientização de gestores e desenvolvedores para essa questão da acessibilidade”, diz o projetista web do escritório brasileiro do W3C, Reinaldo Ferraz.

Existem diretrizes internacionais de acessibilidade publicadas pelo W3C e que, quando seguidas, beneficiam o acesso à web de muitas pessoas com deficiência. “Os desenvolvedores de sites não são obrigados a isso, mas basta se informarem e fazerem pequenas modificações nos códigos da documentação HTML para ajudar e muito na questão da acessibilidade”, diz.

Se isso for feito, torna-se possível descrever uma imagem para quem tem essa deficiência através de um software que lê o HTML e faz a codificação. Na medida em que são criados atributos para uma foto, as pessoas conseguem identificá-la. O mesmo vale para a navegação e leitura das notícias. O software leitor de tela vai identificando os cabeçalhos do site na medida em que o usuário pressiona a tecla H.

Para tentar incentivar novas iniciativas nessa área, o escritório brasileiro do W3C lançou o prêmio Todos@Web - Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web, que tem como meta contemplar pessoas, organizações e iniciativas que ofereceram contribuições significativas em prol do acesso de pessoas com deficiências na web.

“Se queremos uma web verdadeiramente para todos, precisamos torná-la realmente acessível, sem barreiras”, diz Ferraz. As inscrições para o prêmio vão até o dia 31 de março e podem ser feitas no site http://premio.w3c.br.
Da mesma forma, alguns cuidados tomados ao criar um site podem beneficiar, e muito, os idosos. Mas os desenvolvedores precisam estar atentos. A especialista em usabilidade Mercedes Sanchez diz que hoje na internet alguns sites permitem que as pessoas aumentem o tamanho da letra, mas muitas vezes fazem isso de forma incompleta. Assim, o usuário consegue usar esses recursos na página inicial do site, mas, à medida que ele clica nos links, essa funcionalidade passa a não estar mais disponível.

Outro problema comum nos layouts atuais é o abuso da cor cinza nas letras, o que complica a leitura na tela do computador. “Informações importantes estão sendo colocadas nessa tonalidade, o que dificulta muito a leitura pelos idosos e para as outras pessoas com alguma dificuldade de visão”, diz.

O trabalho que se tem ainda é grande, mas as novas gerações vêm demonstrando preocupação com esse tema, o que é positivo. “Os nossos alunos estão percebendo que existe essa demanda e, mais do que isso, que não adianta criar produtos específicos para a terceira idade, mas que sejam desinteressantes do ponto de vista do design”, diz o coordenador do curso de Design de Produto da Unisinos, Roberto Faller.

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‘Medida de Dilma é louvável e urgente, mas um pouco óbvia’ Wed, 25 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia056.htm Clique aqui para ouvir a entrevista.

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Internet Users in Brazil Eager to Buy Online Thu, 26 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia053.htm Brazil has the biggest economy in Latin America and there are no signs it is slowing down.

This year, the Economist Intelligence Unit forecasts the country’s GDP will increase 3.3%, compared to 1.3% growth in the US. In addition, the firm estimates private consumption will increase 4.4%.

The rising tide is benefitting ecommerce. eMarketer estimates B2C ecommerce, including both retail ecommerce and online travel sales, will total $18.7 billion in 2012, growth of 21.9% over the previous year.Brazil will account for more than half of total B2C ecommerce sales in Latin America through 2013, thanks in large part to its huge populace and growing number of online buyers.

In October 2011, eMarketer forecast that 34% of internet users in Brazil, or 23.2 million people, would make an online purchase in 2012.In 2015, 39.0% of internet users, or 31.6 million people, will have made at least one purchase online, driving sales to $26.9 billion that year.

Diversified payment methods are contributing to the success of ecommerce in Brazil. A June 2011 report by Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.BR) found that credit cards remain the most popular method of online payment, used by 63% of buyers in 2010, but offline payment methods are becoming more common. The annual study found 37% of online buyers in 2010 used “boletos bancários,” printable receipts for online purchases that can be paid off in person at a bank, up from 31% in 2009.

One of the biggest barriers to ecommerce in Brazil is online security, but consumer sentiment is changing. According to an August 2011 e-bit and Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico report, “WebShoppers 24th Edition,” more than 70% of internet users surveyed felt security had improved in the past two years.

As online retailers build trust by diversifying payment options and improving security, expect ecommerce to outpace total economic growth well past the forecast period.

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Grandes empresas lançam apps na nova linguagem da web Mon, 23 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia051.htm Anatel debate pedido de anulação de metas de qualidade na 3ª Mon, 23 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia050.htm Além do pedido de anulação, o conselho vai debater também a proposta de Regulamento do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC) da TV a cabo, entre outros assuntos. A reunião ocorre em Brasília a partir das 13h30.

Entenda o caso
Em dezembro, a Oi protocolou junto à Anatel um pedido de anulação de dispositivos dos regulamentos de gestão da qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ-SCM), aprovado pela Resolução nº 574, e da Prestação do Serviço Móvel Pessoal (RGQ-SMP), aprovado pela Resolução nº 575. As regras previstas no RGQ-SCM e no RGQ-SMP foram objeto das consultas públicas nº 46/2011 e nº 27/2010, respectivamente. Na época, além de estudos próprios, a Anatel buscou subsídios em um projeto desenvolvido em conjunto com o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

No dia 12 de janeiro, a Anatel publicou um Edital de Notificação no Diário Oficial da União (DOU) sobre o pedido da Oi. A medida, prevista no artigo 67 do Regimento Interno da Anatel, é necessária quando o pedido de anulação envolve terceiros. A contar de 12 de janeiro, os interessados terão 15 dias para encaminhar suas contribuições à Superintendência de Serviços Privados (SPV) da Anatel. É possível enviar as considerações por correio, para alguma das unidades da Agência (acesse a lista no atalho http://bit.ly/xgkiGw) ou pelo e-mail spv@anatel.gov.br.

Os artigos afetados pelo pedido da operadora contemplam, entre outros, os indicadores para avaliação da qualidade das bandas largas fixa e móvel e da qualidade percebida pelo usuário. Entre eles, os que medem a:

Velocidade Instantânea: É a velocidade aferida em cada medição feita pelo software. O resultado não pode ser menor do que 20% da velocidade máxima contratada pelo Assinante, tanto para download como para upload, em 95% das medições. A meta de 20 % é válida para os primeiros 12 meses, contados a partir da entrada em vigor do Regulamento. Nos 12 meses seguintes, será de 30% e, a partir de então, 40%.

Velocidade Média: É o resultado da média de todas as medições realizadas no mês na rede da prestadora. A meta inicial é de 60%, nos 12 primeiros meses. Nos 12 meses seguintes será de 70% e, a partir de então, 80%.

Latência Bidirecional: É o tempo em que um pacote de dados percorre a rede de um determinado ponto até seu destino e retorna à sua origem. A meta, a ser observada em 95% das medições, é de, no máximo, 80 milissegundos em conexões terrestres e 900 milissegundos em conexões por satélite.

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Na internet, o indivíduo fica nu Thu, 19 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia048.htm

Para especialista, é preciso regular a internet para proteger a privacidade do internauta

“Temos de aprovar um marco civil, que sacramente os direitos e conceitos da rede”, diz Getschko. Segundo ele, toda a atividade na Web pode ser rastreada, pois passa por protocolos que são registrados e arquivados nos computadores. A maior parte desses dados fica na mão das empresas prestadoras de serviço na rede. Se forem mal utilizados, podem desnudar o indivíduo. “Para ligar todas essas informações à pessoa física é um pulo”, alerta Getschko.

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 Como a maior parte dessas empresas é americana, submetidas, portanto ao sistema judiciário local, os Estados Unidos obtém uma grande vantagem informacional em relação aos outros países, segundo Getschko. “Qualquer governo pode ter acesso a dados das empresas, se o judiciário solicitar”, diz. E lembra que, apesar de democrático, o governo americano suspendeu privacidades fundamentais ao aprovar o Patriot Act, no início da era Bush. Sob o argumento da luta contra o terrorismo, intensificou ações de espionagem. “Todas suas fotografias estão em algum lugar, todos seus dados, as informações que você acessa, as coisas que você compra”, diz ele.

A própria internet cria mecanismos para driblar esse controle. Na computação em nuvem, por exemplo, os dados ficam armazenados na rede e não em apenas um hardware/software. “Parte de seu e-mail fica na China, outra no Paquistão. Na nuvem, isso complica bastante as coisas para controle”, diz Getschko.

Se por um lado, a computação em nuvem protege o indivíduo do controle das empresas, também dificulta o rastreamento de pessoas que cometam crimes online. No Brasil, a Justiça pode exigir apreensão de máquinas para investigações de crimes, através do rastreamento de IPs.

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Fraudes virtuais em sites bancários dão prejuízo de R$ 1 bilhão Thu, 19 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia047.htm Safernet estima que fraudes bancárias através da Internet causem prejuízo anual de aproximadamente R$ 1 bilhão, apenas no Brasil. Segundo levantamento divulgado pelo jornal O Globo, o setor bancário é o mais afetado.

reasonable-anti-phishing (Foto: baixatudo)

Números divulgados pela Febraban apontam para um crescimento vertiginoso na quantidade de transações bancárias pela Internet: no Brasil, 25% de todas as operações são feitas pela web. Ainda segundo a Federação dos Bancos, outros 40% são feitos utilizando meios eletrônicos em geral, como o caixa eletrônico.

De acordo com a ONG, essas fraudes ocorrem principalmente por meio do golpe virtual conhecido como phishing. Esse crime consiste na criação, por parte dos golpistas, de sites falsos parecidos com os originais, fazendo com que o usuário digite seus dados bancários e acabe por enviar suas senhas a hackers acidentalmente.

Para tentar aumentar a seguranças nas transações virtuais, as instituições bancárias investem anualmente cerca de R$ 2 bilhões em sistemas e hardwares de segurança – a prevenção custa quase o dobro do prejuízo.

Dados fornecidos pelo Anti-Phishing Working Group indicam que, no mundo, até meados de 2011, foram reportados mais de 140 mil e-mails contendo phishing e 195,9 mil sites falsos. Desses, 72% eram fraudes contra o correntista. Na tentativa de evitar esse tipo de golpe, os bancos começaram a adotar o domínio b.br, que seria mais seguro. Apesar de ter sido criado em 2008 pelo Comitê Gestor da Internet, os novos sites com o endereço nunca foram bem divulgados.

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"Cambistas" de domínios: veja como eles agem na web Fri, 20 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia046.htm Conheça os dois lados do mercado de compra e venda de domínios e entenda como alguns lucram com esse comércio

O título da matéria pode soar um pouco estranho, mas você leu direitinho: tem gente registrando domínios interessantes apenas para vendê-los mais tarde, assim como acontece com ingressos de shows concorridos. O internauta cria um site com um nome atrativo e aguarda até que uma empresa ou pessoa interessada faça a oferta. Este é um mercado super comum fora do Brasil, mas que está se popularizando cada vez mais no país. E o motivo é simples: os domínios na internet são como endereços físicos: se você compra um domínio com uma palavra-chave muito boa, é o mesmo que comprar um terreno no ponto mais badalado de sua cidade.

Para entender melhor como esse mercado funciona é preciso conhecer as duas formas de se comercializar domínios. A primeira delas é a mais comum. Uma pessoa registra um domínio qualquer, como por exemplo, www.wifi.com.br e o coloca a venda. O interesse pode surgir espontaneamente, quando uma pessoa física ou jurídica decide comprar o domínio; mas às vezes é necessário correr atrás da venda. O dono do registro sai em busca de um possível comprador, entrando em contato com empresas do ramo que, possivelmente, gostariam de adquirir o endereço. "Já saí ligando para companhias e deu certo. Na terceira ligação vendi meu domínio", conta Antonio Ventura, empresário que gastou R$ 30 para fazer o registro e faturou cerca de R$ 3 mil na venda do endereço citado.

A outra maneira é ainda mais fácil, pois não exige nem mesmo a criatividade do futuro proprietário. Segundo Antonio, o Registro.br faz leilões de domínios que estão abandonados por falta de pagamento, ou simplesmente foram abandonados pelos seus donos (estima-se que 3 em cada 4 domínios registrados são abandonados ao final da anuidade). De tempos em tempos eles listam uma quantidade absurda de endereços parados que podem ser adquiridos por R$ 30. "Eu escolho o nome que mais me agrada e dou meu lance. Se ninguém quiser disputar comigo, eu compro o domínio por R$ 30. Mas, se mais alguém quiser o domínio também, eu devo aguardar o novo leilão. Caso haja disputa pelo nome por mais de três leilões, o endereço é congelado", explica Antonio.

O mercado negro dos domínios

Como o registro de domínios funciona no esquema "quem pegar primeiro, leva", não há nenhum impedimento legal em comprar nomes genéricos para vendê-los depois.  Na verdade, nem mesmo é proibido registrar domínios com nomes de marcas ou empresas. De acordo com Demi Getschko, diretor presidente do NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do .br), para registrar um domínio é necessário CPF ou CNPJ, mas qualquer pessoa pode registrar o que quiser, desde que esse endereço esteja ligado a ela ou a sua empresa.

Porém, se alguém compra um domínio com nome de marca ou empresa alheia, pode sofrer um processo e será obrigado a transferir o endereço para a pessoa ou companhia responsável pelo nome. "Na hora do registro não tem como checarmos se o nome registrado no endereço é mesmo da pessoa ou empresa, mas o proprietário está ciente de que se registrar uma marca ou nome próprio, a empresa lesada pode processá-lo", completa.

Esse tipo de registro é bastante comum, mas é visto como antiético dentro do mercado de comercialização de domínios. O internauta se apropria de nomes de marcas, adicionando o .com.br (ele compra, por exemplo, o www.apple.com.br ou www.cocacola.com.br antes mesmo das companhias), e torce para que a empresa em questão precise desse endereço um dia e, obviamente, pague um bom dinheiro por ele. "O problema é que há uma forma de não ser processado mesmo usando o nome alheio. Se a pessoa vincula o nome a alguma coisa diferente da marca ou empresa [por exemplo, inventa 2 bonequinhos chamados 'Coca' e 'Cola', e coloca-os ilustrando o site de historinhas para crianças], ela pode conseguir ficar com o endereço. Então, ela consegue que a empresa pague um preço pela venda do domínio", conta Antonio.

Segundo Antonio, já aconteceu de domínios com nomes de programas televisivos serem comprados por um bom dinheiro e também terem sido retirados do proprietário após um processo. Ao mesmo tempo, na modalidade ética de comercialização, muita gente também já embolsou muito dinheiro criando domínios atrativos - como é o caso do imóveis.com.br, que rendeu ao registrante inicial US$ 300 mil; e do trabalhar.com, que foi vendido por US$ 20 mil.

Fazendo a coisa certa
Se você se interessou por esse mercado, acesse os leilões de domínios ou use a criatividade para registrar um bom nome. Caso você queira comprar domínios já registrados para iniciar seu site, busque pelo proprietário do endereço e pague pela transferência do domínio. Há também a possibilidade de comprar o site inteiro com todo seu conteúdo. Saiba mais sobre essa modalidade clicando aqui.

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EUA iniciam perseguição mundial, hackers contratacamhttp://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia044.htm Fri, 20 Jan 2012 12:00:00 -0200 Nesta quinta-feira (19), o site Megaupload, um dos maiores do mundo em compartilhamento de arquivos on line, foi retirado do ar pelo FBI após o indiciamento de seus funcionários por pirataria. O fundador do site, Kim Schmitz, também conhecido como Kim Dotcom, juntamente com três executivos, foi preso na Nova Zelândia a pedido dos Estados Unidos. Outros funcionários serão processados.

A Justiça estadunidense alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais de US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse, em um comunicado, que o site é “uma empresa criminosa global que tem membros engajados com lavagem de dinheiro e infrações de direitos autorais em escala massiva”.

No entanto, antes de ser tirado do ar, um comunicado publicado pelo site defendia que as acusações de que ele possibilitava a infração de leis de direitos autorais eram “extremamente exageradas”. “A maioria do tráfego de dados feito pelo Megaupload é legítimo e estamos aqui para ficar”, dizia o comunicado.

O Megaupload era utilizado por mais de um bilhão de usuários e permitia o carregamento e compartilhamento de arquivos. Além disso, contava com o apoio de diversos artistas e músicos.

Leis antipirataria

A ação do FBI ocorre um dia após diversos sites pelo mundo promoverem um blackout em protesto contra dois projetos de lei antipirataria que são discutidos nos Estados Unidos. As leis são questionadas por companhias de internet, como Wikipedia, Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão.

Um dos projetos é o Sopa (Stop Online Piracy Act), que tramita no Senado dos EUA desde novembro do ano passado. O projeto de lei visa regulamentar a censura e a invasão de privacidade na internet e permitirá que um site seja bloqueado e seus responsáveis presos por até cinco anos caso alguém reivindique o direito sobre qualquer conteúdo online e solicite através de uma carta que o material seja removido.

O outro projeto, que deverá ser votado pelo Senado ainda neste mês, é o Pipa (Protect Intellectual Property Act), que diz respeito à proteção da propriedade intelectual.

De acordo com o sociólogo e conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI), Sérgio Amadeu, “o SOPA e o PIPA abrem espaço, não que eles digam isso, pela primeira vez para interferir nas estruturas de DNS (Domain Name System, serviço de banco de dados) e registros de IP (número de identificação exclusivo de cada computador)”.

Ambos projetos possuem o apoio de gravadoras e produtoras de filmes e discos que, segundo Amadeu, perceberam que não adianta dizer que é crime compartilhar, pois isto está na base de toda a cultura. “Elas perceberam que tem que agir nos provedores da rede, nos provedores de conexão. Então, se eles não conseguem intimidar o cidadão, querem criar um tipo de um bloqueio à Cuba no ciberespaço”, exemplifica.

Represália

Em resposta ao fechamento do Megaupload, o grupo de hackers Anonymous bloqueou temporariamente na noite desta quinta-feira os sites do FBI, do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, da produtora Universal Music, da Associação das Gravadoras (RIAA) e da Associação Cinematográfica (MPAA) dos Estados Unidos.

O Anonymous comunicou no twitter a ação, que está sendo chamada de #OpMegaupload ou #OpPayback. De acordo com o grupo, este foi “o maior ataque já feito alguma vez pelo Anonymous”, com 5.635 participantes.

O site do FBI ficou inacessível por cerca de uma hora. O bloqueio foi comemorado pelo grupo no twitter:”FBI Tango Down!”. O Megaupload conseguiu retornar ao ar através do endereço: http://109.236.83.66/.

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Mapeamento da internet chega ao Sul Thu, 19 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia038.htm A cidade paulista de Assis, próxima da divisa com o Paraná já está sendo mapeada, diz a Amanhã.

Segundo o site da publicação, técnicos das duas entidades estarão mapeando provedores e operadoras de rede 3G pelo interior, além de realizar entrevistas com os gestores de cada provedor para registrar suas características e eventuais dificuldades.

Os próprios usuários serão entrevistados e incentivados a testar a qualidade de suas conexões através do site Expedição WDC, que disponibiliza um medidor de velocidade desenvolvido pelo CGI.br.

A região centro-oeste já foi mapeada, com diagnóstico nada animador. A média de velocidade que os consumidores da região podem adquirir oscila entre 300 kbps e 500 kbps.

Leia a matéria completa da Amanhã nos links relacionados abaixo.

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SOPA é o mesmo que vetar palavrões no dicionário, diz especialista Thu, 19 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia037.htm

Tramitando no Senado e Congresso americanos, as leis têm o objetivo de combater a pirataria online. Mas acabam afetando conceitos básicos da Web, e a internet no mundo todo, como explica Demi Getschko, presidente do NIC.br.

A lei, diz ele, acabaria interferindo na neutralidade do indexador, ao obrigar que buscadores utilizassem filtros ao indicar sites. “Normalmente, esse filtro trabalha completamente livre. Alguns países como a China já filtram domínios que não gostariam de ser acessados pelos chineses”, compara. Na prática, a lei vetaria que o Google, por exemplo, fosse proibido de indicar sites considerados ilegais pelo governo americano, limitando sua busca. “É a mesma coisa que vetar palavrões no dicionário”, diz. “Ou culpar um jornal pelos seus classificados”. Ou seja, responsabilizaria os intermediários da cadeia, ao invés de punir somente os infratores.

 Leia também: 
Sites realizam apagão geral contra lei de propriedade intelectual

Outro conceito esquisito, para Getschko, é que a lei inverteria a ordem de processo e punição. Enquanto no “mundo real” o acusado só é condenado depois das investigações e julgamento, com a SOPA, sites seriam suspensos ou prejudicados antes de qualquer prova ou condenação legal, já que a lei prevê punições em cinco dias após a identificação de um endereço suspeito. “Primeiro você processa e depois toma providências”, argumenta.

Apesar de restrita apenas à legislação americana, as medidas afetariam outros países, inclusive o Brasil. “Nada na internet é isolado. Boa parte dos serviços da Web são baseados em empresas localizadas nos EUA, sob a Legislação americana”, diz ele. Logo, a maior parte das empresas que prestam serviço aos usuários brasileiros estariam submetidas às leis de seu país-sede. A SOPA e PIPA também impossibilitariam os americanos de acessar sites brasileiros considerados “piratas” pelo governo estado unidense. A ação ocorreria tanto de forma direta, ao bloquear sites hospedados em empresas americanas como indireta, ao restringir o acesso a eles pelos buscadores do país.

“A internet está conseguindo se autodefender. Teve uma movimentação muito grande da internet, não acredito que isso possa andar rapidamente. Talvez até arquivem”, aposta Getschko. Ele defende que, por meio de um marco civil, as mesmas leis que são aplicadas hoje fora da realidade virtual sejam válidas para ela também. Se novas situações surgirem, devem ser criadas novas regras.

Já a indústria tradicional de entretenimento, que lucra justamente com o trabalho dos intermediários, se opõe a essa liberdade de compartilhamento possibilitada pela internet e que, se transposta para a vida real, seria legal. “Não é ilegal compartilhar coisas materialmente”, explica. Se uma pessoa compra um CD, ela pode emprestar para quem quiser, quantas vezes achar necessário. Na internet, é a mesma coisa.

“A diferença é que a interação ‘peer-to-perr’ [indivíduo para indivíduo] é muito mais intenso no mundo virtual do que no mundo real”, comenta. Assim, a informação se difunde com muito mais facilidade. É como se uma pessoa emprestasse um livro, filme ou CD para mil amigos, ao mesmo tempo. Com isso, a cadeia das empresas tradicionais é quebrada. É por isso que os estúdios de Hollywood, empresas farmacêuticas, a indústria fonográfica e grandes da computação, como Apple e Microsoft apoiam o projeto de lei.

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IDEC e Gilberto Gil aderem a protesto contra SOPA Wed, 18 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia029.htm Wikipedia e 7 mil outros sites estão fora do ar contra lei anti-pirataria dos EUA

Mais de 7 mil sites do mundo inteiro – incluindo o Brasil – estão fora do ar nesta quarta-feira (18) em protesto contra os projetos de lei Stop Online Piracy Act e Protect Intelectual Property Act, em tramitação na Câmara e no Senado norte-americanos respectivamente. Entre eles, a enciclopédia Wikipedia, a rede social Reddit, a plataforma de blogs Wordpress, além de sites brasileiros como as páginas do Instituto de Defesa ao Consumidor (IDEC), do músico e ex-ministro Gilberto Gil e da revista ARede (que participou simbolicamente por duas horas mas já voltou ao ar para noticiar o movimento).

Outros, como o Google e a revista Wired, usaram tarjas pretas para protestar contra as propostas anti-pirataria online que tramitam em Washington, acusando-as de censura uma vez que preveem medidas como o bloqueio de sites estrangeiros "dedicados a roubar patrimônio americano". “Querem transformar a internet em uma grande rede de TV a cabo”, disse o sociólogo Sérgio Amadeu, que também é conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e comemorou o sucesso do protesto, que se tornou o assunto mais comentado no Twitter no Brasil e no mundo. "Era esse o objetivo do protesto, fazer as pessoas discutirem".

Segundo Amadeu, as medidas afetam os internautas no país também uma vez que estes não terão acesso às páginas consideradas ilegais através de sites americanos como Google e Facebook. “Qualquer site brasileiro que for acusado sob as regras do SOPA ou do PIPA também será bloqueado para visualização nos EUA, como a China faz”, afirmou. Ele lembra que, no Brasil, também existe um projeto de lei conhecido como AI-5 Digital, de autoria do senador Eduardo Azeredo, que prevê medidas semelhantes, assim como em outros países, como a lei Sinde na Espanha e a lei Hadopi na França.

O SOPA prevê um sistema de notice and takedown (reportar-e-tirar-do-ar) que obriga intermediários como servidores DNS, provedores de domínio, ferramentas de busca e até serviços de pagamento online e de publicidade a cortar seus serviços a sites que disponibilizem conteúdo pirata após notificação dos proprietários de copyright. O PIPA, por sua vez, transforma o streaming não autorizado de material protegido em crime grave, passível de prisão, entre outras medidas em defesa da propriedade intelectual apoiadas por produtoras cinematográficas, editoras, companhias farmacêuticas e vários outros setores, que alegam perder bilhões de dólares por ano devido à pirataria.

Ambos os projetos de lei devem ser votados na próxima terça-feira (24), embora há relatos de que a votação do SOPA será adiada após a proposta perder o apoio da Casa Branca. “Qualquer esforço para combater a pirataria online deve proteger o cidadão da censura de atividades legais e não deve inibir a inovação entre grandes e pequenas empresas”, afirmaram três assessores do presidente Obama no blog da Casa Branca no sábado. A agência de notícias Reuters também informou que o artigo que obriga provedores de internet a bloquearem sites pode ser revisto. Já o autor do PIPA, o senador Patrick Leahy, afirmou que consideraria retirar as partes mais polêmicas ds proposta.

Em dezembro, diversas grandes empresas de tecnologia, incluindo Google, Facebook e Twitter, se uniram a defensores da internet livre contra os projetos. Embora apoiemos os objetivos do projeto – fornecer ferramentas adicionais para combater sites dedicados à violação de direitos autorais e pirataria --, infelizmente, da forma como está escrito, o projeto expõe empresas de internet e tecnologia norte-americanas que seguem a lei a responsabilidades novas e incertas, afirmaram nove empresas em manifesto publicado no jornal The New York Times em dezembro.

Facebook e Twitter, no entanto, não participaram da “greve” desta quarta-feira."Fechar um negócio mundial em reação a uma única questão de política nacional é algo tolo", disse à Reuters o presidente-executivo da rede social de microblogs, Dick Costolo. O presidente da Comissão de Justiça da Câmara dos EUA, Lamar Smith, e um dos autores do SOPA, também criticou o protesto, afirmando que o "apagão" do Wikipedia e de outros sites é "um golpe publicitário (que) presta um desserviço aos seus usuários ao promover o medo ao invés dos fatos". O próprio congressista foi acusado de violar direitos autorais ao não dar créditos a fotos em seu site.

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