RSS Builder by B!Soft NIC.br - Imprensa - Clipping http://www.nic.br/imprensa/clipping Clipping publicados pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR pt-br info@nic.br (NIC.br) Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br O desafio de estar disponível para todos Mon, 23 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia057.htm Todos querem ter acesso às novas tecnologias, mas as empresas brasileiras ainda estão atrasadas quando o desafio é tornar o uso de celulares e computadores uma realidade para idosos ou pessoas com algum tipo de deficiência

Consultar o nível de bateria na tela do celular, identificar as teclas corretas para enviar um torpedo ou ler um texto na internet são atividades corriqueiras e bastante simples para a maioria das pessoas. Aliás, são atos tão automatizados que dificilmente alguém se dá conta de que está fazendo isso.

Você já parou para pensar, então, como uma pessoa que tenha alguma dificuldade de visão, seja pela idade ou por alguma deficiência, faz para saber se o celular não vai deixá-la na mão por falta de bateria? Nunca? Pois a maioria das empresas brasileiras também não.

Quando se fala em produtos de tecnologia, então, o que se espera é que essa indústria utilize justamente aquilo que mais a caracteriza, como a capacidade inovadora e empreendedora, para conseguir desenvolver produtos que possam atingir o maior número possível de pessoas. Ainda assim, consumidores interessados em novidades e geralmente com condições financeiras de investir nisso enfrentam dificuldades para se inserir e usar de forma plena os dispositivos como computadores, câmeras digitais e celulares. “O mercado de tecnologia brasileiro não investe em soluções voltadas para o público da terceira idade”, exemplifica Mercedes Sanchez, especialista em Usabilidade.

Em outros países, esse movimento já está mais avançado. Na Europa, a operadora Vodafone lançou, há cerca de cinco anos, um telefone celular para a terceira idade. O aparelho tem apenas as funcionalidades básicas, permitindo que as pessoas falem e mandem mensagens, e possui teclas com números maiores. “É um aparelho simples e extremamente acessível para quem tem dificuldade de leitura. Até porque dificilmente um idoso vai ter interesse em jogar ou acessar e-mails pelo aparelho”, comenta Mercedes.

No Brasil, a ZTE lançou em outubro de 2009 o aparelho S302, voltado para esse público. A procura, porém, não foi a esperada e a empresa decidiu tirar o produto do mercado. Já a Samsung se prepara para lançar no primeiro semestre de 2012 o C3520, seu primeiro celular voltado para os idosos.

O dispositivo foi todo pensado para esse perfil de consumidor, a começar pelo fato de ser flip-up, ou seja, basta o usuário abrir para falar. O C3520 possui teclas maiores que as convencionais, o que facilitará a digitação, e o visor tem letras maiores. “Será um aparelho sem complexidade. Até porque visa a atender uma parcela da população que não cresceu com cultura digital”, comenta o gerente de produto da Samsung, Ricardo Araujo. Segundo ele, hoje existe uma demanda grande  para esse tipo de produto, mas isso não significa que exija das empresas que irão atuar nesse nicho uma diversificação grande de portfólio.

Para o gerente de inovação e design do GAD, Fabiano Pottes, é um erro estratégico da indústria brasileira não explorar como deveria as oportunidades de negócios voltadas para a terceira idade. “Desenvolver soluções adaptadas para esse perfil de público não é uma tendência, é uma necessidade”, defende. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comprovam isso. O número de idosos na população brasileira chegou a 21 milhões em 2009. Até 2050, 30% dos brasileiros terão 60 anos ou mais. O que falta, segundo especialistas em usabilidade, é as empresas pensarem o design levando em consideração as diferenças. Já das indústrias o que se espera é que possam trabalhar melhor a flexibilidade da produção. “Existe um movimento de revisão de todos esses conceitos e que, em alguns anos, deve trazer para o mercado soluções mais flexíveis, atendendo as necessidades do maior número possível de pessoas”, acredita Pottes.

A mesma questão pode ser estendida para as demandas que surgem por tecnologia das pessoas com algum tipo de deficiência que, segundo o IBGE, são cerca de 45 milhões no País. “Existe uma gama grande de deficiências e isso ajuda a explicar a dificuldade de se desenvolver em tecnologias que estejam acessíveis para 100% da população. Mas avanços estão acontecendo”, observa o pesquisador em Usabilidade do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Everton Martins de Menezes. Desses 45 milhões, 35 milhões são deficientes visuais.

Evolução garante avanços importantes

A boa notícia é que a evolução tecnológica já garante avanços impensáveis até anos atrás. Para atender às necessidades dos deficientes auditivos, é possível incorporar libras aos sistemas computacionais. No celular, além das teclas maiores, as empresas podem trabalhar com soluções que reduzam a velocidade da voz, para que os indivíduos consigam entender melhor o que está sendo dito.

Mais uma vez, transformar isso tudo em realidade depende antes de uma reflexão sobre essas singularidades. Assim, se tiverem a percepção de que uma pessoa com deficiência visual não vai poder usar o mouse e, sim, apenas o teclado, os fabricantes de computadores poderão pensar em formas de adaptá-lo, bem como desenvolver leitores de tela cada vez mais modernos.

“O desafio não é atender especificamente a um público, mas, sim, fazer um desenvolvimento universal, que todos consigam usar, independentemente de terem algum tipo de deficiência”, comenta Luciano Maia Lemos, gerente de Soluções para Educação e Inclusão Digital do CPqD. “Mas esse trabalho só será bem-sucedido se as empresas procurarem entender as necessidades dos idosos e dos deficientes visuais ou auditivos”, acrescenta.

Autonomia é um dos principais desafios

Com o objetivo de criar soluções voltadas para a inclusão digital de pessoas com baixo nível de letramento, idosos, deficientes auditivos e visuais com dificuldade em interagir com o computador, o CPqD realizou de 2005 a 2009 o STID. A iniciativa teve financiamento do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), do Ministério das Comunicações.

Foram desenvolvidas duas aplicações de governo eletrônico: o Inclua Saúde, que permite marcar consultas médicas por meio do computador ligado à internet, e Previdência Fácil, para consultas sobre aposentadoria. Dois telecentros no interior do estado de São Paulo, nas cidades de Bastos e Santo Antônio de Posse, permitem experiências com as soluções desenvolvidas. Na solução de saúde, um aplicativo permite o agendamento de consulta médica nos próprios telecentros, através dos computadores. O cadastro prévio dos usuários possibilitou que a empresa fizesse a adaptação do sistema para os perfis identificados.

Ao final, foram criados modelos com interfaces para deficientes visuais e auditivos; idosos e para pessoas com baixo letramento ou analfabetas. “É imprescindível que um serviço de governo eletrônico seja abrangente e consiga atender pessoas de diversas classes sociais, com deficiência ou não”, diz Lemos.

O CPqD trabalhou com o conceito de “personas” no STID, que é apresentar na interface do computador ícones com que fazem parte da vida cotidiana das pessoas, servindo como referência para um entendimento mais fácil.
Na prática, isso significa colocar a especialidade do médico de cada pessoa disponível no serviço web, facilitando a identificação. Para os idosos ou indivíduos com alguma dificuldade visual, o soft-ware criado permite o ajuste do tamanho e do contraste da tela e da fonte usada nos textos. Antes de projetar o calendário que ficaria disponível para as marcações das consultas, a empresa identificou que os analfabetos tinham dificuldade para compreender a hora no relógio digital. “A maioria bate o olho nos ponteiros e sabe a hora, então, disponibilizamos também a opção analógica”, observa Everton Martins de Menezes, pesquisador em usabilidade do CPqD.

Uma terceira opção foi criada para quem, mesmo assim, não consegue identificar a hora: ao passar o mouse em cima dos horários, o sistema lê a informação. Para permitir que os deficientes visuais consigam compreender tudo que está na tela, foi desenvolvida uma interface totalmente navegável pelo teclado, eliminado a necessidade do uso do mouse. O STID recebeu o Prêmio FRIDA/eLAC 2010, concedido às iniciativas de pesquisa e inovação que mais têm contribuído para o desenvolvimento da Sociedade da Informação na América Latina e Caribe.

Software é aliado para criar soluções adaptadas

Quando o assunto é adaptar os produtos tecnológicos a diferentes perfis de consumidores, a área de softwares é uma das principais aliadas. Os projetos de interface humana e computação crescem no Brasil e o desenvolvimento de programas específicos pode resolver grande parte dos problemas.

Dentro dessa perspectiva, um fabricante de celular não precisará desenvolver fisicamente um smartphone que tenha teclas maiores para oferecer maior conforto aos idosos, por exemplo. Basta criar um software para os smartphones que simule um display diferente, que tenha um teclado maior que o convencional. O hardware, ou o aparelho em si, continua igual. O que se adapta é o sistema.

Nessa área de telefonia móvel, o CPqD está desenvolvendo o projeto Voz Móvel, cujo desafio é melhorar o uso dos smartphones pelos deficientes visuais. “Existe uma série de funcionalidades dos telefones que são intuitivas para a maioria de nós, mas que se tornam uma barreira para as pessoas com dificuldades visuais”, observa Menezes.

É o caso de verificar informações importantes que estão no visor do celular. A maioria dos usuários olha para a tela e vê o nível da bateria, se recebeu mensagens de voz ou se o sinal está completo. Já o deficiente visual precisar “ouvir”.

Para resolver isso, o projeto do Voz Móvel prevê o desenvolvimento de uma camada de software que funcionará como uma nova interface entre essas funcionalidades básicas e os usuários com deficiência visual. O trabalho envolve a criação de um sistema de síntese de voz e a adaptação do sintetizador de voz do CPqD para as plataformas móveis, com menor poder de processamento e de armazenamento, como é o caso dos dispositivos celulares.

Segundo Menezes, um dos grandes desafios é desenvolver uma técnica de compressão dos sinais de fala para que seu armazenamento e execução tenham bom desempenho, sem atrasos e perda de qualidade da fala.
Esse é um trabalho de pesquisa do CPqD, que será conduzido ao longo de 2012 e ainda não tem nenhuma parceria com a indústria para a sua fabricação. A empresa trabalha em conjunto com o Centro de Prevenção a Cegueira da cidade de Americana (SP). “Esse tipo de desenvolvimento exige o modelo de design participativo. Precisamos interagir com os deficientes visuais e entender que tipo de funcionalidade irá atendê-los melhor”, comenta o gestor.

‘Meu disco rígido ainda está bom’

Nelma, 79 anos, está sempre conectada à família e aos amigos, seja no celular ou no computador.

Nelma Eronita Fritsch, 79 anos, mora em Estrela (RS) e é um exemplo de que o desejo pela tecnologia não tem idade. Ela está sempre conectada aos amigos e familiares através do celular e do computador. Na internet, lembra que já recebeu convites para participar de diversas redes sociais, mas escolheu o Facebook como a preferida. “Meus netos me chamaram, fiquei curiosa e aceitei. Hoje essa é uma das minhas formas de me comunicar com o mundo e ficar sabendo dos últimos acontecimentos”, revela.

Acessibilidade pode ser implantada em sites

Outro desafio para o Brasil é trabalhar a questão da acessibilidade nos sites de internet. A pesquisa “Dimensões e características da Web brasileira: um estudo do gov.br”, realizada em 2010 pelo Comitê Gestor da Internet (CGI), revelou que apenas 2% de páginas dos sites governamentais estão dentro dos padrões de acessibilidade do World Wide Web Consortium (W3C).

“Não restam dúvidas de que precisamos fazer no Brasil um trabalho grande de conscientização de gestores e desenvolvedores para essa questão da acessibilidade”, diz o projetista web do escritório brasileiro do W3C, Reinaldo Ferraz.

Existem diretrizes internacionais de acessibilidade publicadas pelo W3C e que, quando seguidas, beneficiam o acesso à web de muitas pessoas com deficiência. “Os desenvolvedores de sites não são obrigados a isso, mas basta se informarem e fazerem pequenas modificações nos códigos da documentação HTML para ajudar e muito na questão da acessibilidade”, diz.

Se isso for feito, torna-se possível descrever uma imagem para quem tem essa deficiência através de um software que lê o HTML e faz a codificação. Na medida em que são criados atributos para uma foto, as pessoas conseguem identificá-la. O mesmo vale para a navegação e leitura das notícias. O software leitor de tela vai identificando os cabeçalhos do site na medida em que o usuário pressiona a tecla H.

Para tentar incentivar novas iniciativas nessa área, o escritório brasileiro do W3C lançou o prêmio Todos@Web - Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web, que tem como meta contemplar pessoas, organizações e iniciativas que ofereceram contribuições significativas em prol do acesso de pessoas com deficiências na web.

“Se queremos uma web verdadeiramente para todos, precisamos torná-la realmente acessível, sem barreiras”, diz Ferraz. As inscrições para o prêmio vão até o dia 31 de março e podem ser feitas no site http://premio.w3c.br.
Da mesma forma, alguns cuidados tomados ao criar um site podem beneficiar, e muito, os idosos. Mas os desenvolvedores precisam estar atentos. A especialista em usabilidade Mercedes Sanchez diz que hoje na internet alguns sites permitem que as pessoas aumentem o tamanho da letra, mas muitas vezes fazem isso de forma incompleta. Assim, o usuário consegue usar esses recursos na página inicial do site, mas, à medida que ele clica nos links, essa funcionalidade passa a não estar mais disponível.

Outro problema comum nos layouts atuais é o abuso da cor cinza nas letras, o que complica a leitura na tela do computador. “Informações importantes estão sendo colocadas nessa tonalidade, o que dificulta muito a leitura pelos idosos e para as outras pessoas com alguma dificuldade de visão”, diz.

O trabalho que se tem ainda é grande, mas as novas gerações vêm demonstrando preocupação com esse tema, o que é positivo. “Os nossos alunos estão percebendo que existe essa demanda e, mais do que isso, que não adianta criar produtos específicos para a terceira idade, mas que sejam desinteressantes do ponto de vista do design”, diz o coordenador do curso de Design de Produto da Unisinos, Roberto Faller.

]]>
‘Medida de Dilma é louvável e urgente, mas um pouco óbvia’ Wed, 25 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia056.htm Clique aqui para ouvir a entrevista.

]]>
Internet Users in Brazil Eager to Buy Online Thu, 26 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia053.htm Brazil has the biggest economy in Latin America and there are no signs it is slowing down.

This year, the Economist Intelligence Unit forecasts the country’s GDP will increase 3.3%, compared to 1.3% growth in the US. In addition, the firm estimates private consumption will increase 4.4%.

The rising tide is benefitting ecommerce. eMarketer estimates B2C ecommerce, including both retail ecommerce and online travel sales, will total $18.7 billion in 2012, growth of 21.9% over the previous year.Brazil will account for more than half of total B2C ecommerce sales in Latin America through 2013, thanks in large part to its huge populace and growing number of online buyers.

In October 2011, eMarketer forecast that 34% of internet users in Brazil, or 23.2 million people, would make an online purchase in 2012.In 2015, 39.0% of internet users, or 31.6 million people, will have made at least one purchase online, driving sales to $26.9 billion that year.

Diversified payment methods are contributing to the success of ecommerce in Brazil. A June 2011 report by Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.BR) found that credit cards remain the most popular method of online payment, used by 63% of buyers in 2010, but offline payment methods are becoming more common. The annual study found 37% of online buyers in 2010 used “boletos bancários,” printable receipts for online purchases that can be paid off in person at a bank, up from 31% in 2009.

One of the biggest barriers to ecommerce in Brazil is online security, but consumer sentiment is changing. According to an August 2011 e-bit and Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico report, “WebShoppers 24th Edition,” more than 70% of internet users surveyed felt security had improved in the past two years.

As online retailers build trust by diversifying payment options and improving security, expect ecommerce to outpace total economic growth well past the forecast period.

]]>
Grandes empresas lançam apps na nova linguagem da web Mon, 23 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia051.htm Anatel debate pedido de anulação de metas de qualidade na 3ª Mon, 23 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia050.htm Além do pedido de anulação, o conselho vai debater também a proposta de Regulamento do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC) da TV a cabo, entre outros assuntos. A reunião ocorre em Brasília a partir das 13h30.

Entenda o caso
Em dezembro, a Oi protocolou junto à Anatel um pedido de anulação de dispositivos dos regulamentos de gestão da qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ-SCM), aprovado pela Resolução nº 574, e da Prestação do Serviço Móvel Pessoal (RGQ-SMP), aprovado pela Resolução nº 575. As regras previstas no RGQ-SCM e no RGQ-SMP foram objeto das consultas públicas nº 46/2011 e nº 27/2010, respectivamente. Na época, além de estudos próprios, a Anatel buscou subsídios em um projeto desenvolvido em conjunto com o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

No dia 12 de janeiro, a Anatel publicou um Edital de Notificação no Diário Oficial da União (DOU) sobre o pedido da Oi. A medida, prevista no artigo 67 do Regimento Interno da Anatel, é necessária quando o pedido de anulação envolve terceiros. A contar de 12 de janeiro, os interessados terão 15 dias para encaminhar suas contribuições à Superintendência de Serviços Privados (SPV) da Anatel. É possível enviar as considerações por correio, para alguma das unidades da Agência (acesse a lista no atalho http://bit.ly/xgkiGw) ou pelo e-mail spv@anatel.gov.br.

Os artigos afetados pelo pedido da operadora contemplam, entre outros, os indicadores para avaliação da qualidade das bandas largas fixa e móvel e da qualidade percebida pelo usuário. Entre eles, os que medem a:

Velocidade Instantânea: É a velocidade aferida em cada medição feita pelo software. O resultado não pode ser menor do que 20% da velocidade máxima contratada pelo Assinante, tanto para download como para upload, em 95% das medições. A meta de 20 % é válida para os primeiros 12 meses, contados a partir da entrada em vigor do Regulamento. Nos 12 meses seguintes, será de 30% e, a partir de então, 40%.

Velocidade Média: É o resultado da média de todas as medições realizadas no mês na rede da prestadora. A meta inicial é de 60%, nos 12 primeiros meses. Nos 12 meses seguintes será de 70% e, a partir de então, 80%.

Latência Bidirecional: É o tempo em que um pacote de dados percorre a rede de um determinado ponto até seu destino e retorna à sua origem. A meta, a ser observada em 95% das medições, é de, no máximo, 80 milissegundos em conexões terrestres e 900 milissegundos em conexões por satélite.

]]>
Na internet, o indivíduo fica nu Thu, 19 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia048.htm

Para especialista, é preciso regular a internet para proteger a privacidade do internauta

“Temos de aprovar um marco civil, que sacramente os direitos e conceitos da rede”, diz Getschko. Segundo ele, toda a atividade na Web pode ser rastreada, pois passa por protocolos que são registrados e arquivados nos computadores. A maior parte desses dados fica na mão das empresas prestadoras de serviço na rede. Se forem mal utilizados, podem desnudar o indivíduo. “Para ligar todas essas informações à pessoa física é um pulo”, alerta Getschko.

Leia também: 
SOPA é o mesmo que vetar palavrões no dicionário, diz especialista

 Como a maior parte dessas empresas é americana, submetidas, portanto ao sistema judiciário local, os Estados Unidos obtém uma grande vantagem informacional em relação aos outros países, segundo Getschko. “Qualquer governo pode ter acesso a dados das empresas, se o judiciário solicitar”, diz. E lembra que, apesar de democrático, o governo americano suspendeu privacidades fundamentais ao aprovar o Patriot Act, no início da era Bush. Sob o argumento da luta contra o terrorismo, intensificou ações de espionagem. “Todas suas fotografias estão em algum lugar, todos seus dados, as informações que você acessa, as coisas que você compra”, diz ele.

A própria internet cria mecanismos para driblar esse controle. Na computação em nuvem, por exemplo, os dados ficam armazenados na rede e não em apenas um hardware/software. “Parte de seu e-mail fica na China, outra no Paquistão. Na nuvem, isso complica bastante as coisas para controle”, diz Getschko.

Se por um lado, a computação em nuvem protege o indivíduo do controle das empresas, também dificulta o rastreamento de pessoas que cometam crimes online. No Brasil, a Justiça pode exigir apreensão de máquinas para investigações de crimes, através do rastreamento de IPs.

]]>
Fraudes virtuais em sites bancários dão prejuízo de R$ 1 bilhão Thu, 19 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia047.htm Safernet estima que fraudes bancárias através da Internet causem prejuízo anual de aproximadamente R$ 1 bilhão, apenas no Brasil. Segundo levantamento divulgado pelo jornal O Globo, o setor bancário é o mais afetado.

reasonable-anti-phishing (Foto: baixatudo)

Números divulgados pela Febraban apontam para um crescimento vertiginoso na quantidade de transações bancárias pela Internet: no Brasil, 25% de todas as operações são feitas pela web. Ainda segundo a Federação dos Bancos, outros 40% são feitos utilizando meios eletrônicos em geral, como o caixa eletrônico.

De acordo com a ONG, essas fraudes ocorrem principalmente por meio do golpe virtual conhecido como phishing. Esse crime consiste na criação, por parte dos golpistas, de sites falsos parecidos com os originais, fazendo com que o usuário digite seus dados bancários e acabe por enviar suas senhas a hackers acidentalmente.

Para tentar aumentar a seguranças nas transações virtuais, as instituições bancárias investem anualmente cerca de R$ 2 bilhões em sistemas e hardwares de segurança – a prevenção custa quase o dobro do prejuízo.

Dados fornecidos pelo Anti-Phishing Working Group indicam que, no mundo, até meados de 2011, foram reportados mais de 140 mil e-mails contendo phishing e 195,9 mil sites falsos. Desses, 72% eram fraudes contra o correntista. Na tentativa de evitar esse tipo de golpe, os bancos começaram a adotar o domínio b.br, que seria mais seguro. Apesar de ter sido criado em 2008 pelo Comitê Gestor da Internet, os novos sites com o endereço nunca foram bem divulgados.

]]>
"Cambistas" de domínios: veja como eles agem na web Fri, 20 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia046.htm Conheça os dois lados do mercado de compra e venda de domínios e entenda como alguns lucram com esse comércio

O título da matéria pode soar um pouco estranho, mas você leu direitinho: tem gente registrando domínios interessantes apenas para vendê-los mais tarde, assim como acontece com ingressos de shows concorridos. O internauta cria um site com um nome atrativo e aguarda até que uma empresa ou pessoa interessada faça a oferta. Este é um mercado super comum fora do Brasil, mas que está se popularizando cada vez mais no país. E o motivo é simples: os domínios na internet são como endereços físicos: se você compra um domínio com uma palavra-chave muito boa, é o mesmo que comprar um terreno no ponto mais badalado de sua cidade.

Para entender melhor como esse mercado funciona é preciso conhecer as duas formas de se comercializar domínios. A primeira delas é a mais comum. Uma pessoa registra um domínio qualquer, como por exemplo, www.wifi.com.br e o coloca a venda. O interesse pode surgir espontaneamente, quando uma pessoa física ou jurídica decide comprar o domínio; mas às vezes é necessário correr atrás da venda. O dono do registro sai em busca de um possível comprador, entrando em contato com empresas do ramo que, possivelmente, gostariam de adquirir o endereço. "Já saí ligando para companhias e deu certo. Na terceira ligação vendi meu domínio", conta Antonio Ventura, empresário que gastou R$ 30 para fazer o registro e faturou cerca de R$ 3 mil na venda do endereço citado.

A outra maneira é ainda mais fácil, pois não exige nem mesmo a criatividade do futuro proprietário. Segundo Antonio, o Registro.br faz leilões de domínios que estão abandonados por falta de pagamento, ou simplesmente foram abandonados pelos seus donos (estima-se que 3 em cada 4 domínios registrados são abandonados ao final da anuidade). De tempos em tempos eles listam uma quantidade absurda de endereços parados que podem ser adquiridos por R$ 30. "Eu escolho o nome que mais me agrada e dou meu lance. Se ninguém quiser disputar comigo, eu compro o domínio por R$ 30. Mas, se mais alguém quiser o domínio também, eu devo aguardar o novo leilão. Caso haja disputa pelo nome por mais de três leilões, o endereço é congelado", explica Antonio.

O mercado negro dos domínios

Como o registro de domínios funciona no esquema "quem pegar primeiro, leva", não há nenhum impedimento legal em comprar nomes genéricos para vendê-los depois.  Na verdade, nem mesmo é proibido registrar domínios com nomes de marcas ou empresas. De acordo com Demi Getschko, diretor presidente do NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do .br), para registrar um domínio é necessário CPF ou CNPJ, mas qualquer pessoa pode registrar o que quiser, desde que esse endereço esteja ligado a ela ou a sua empresa.

Porém, se alguém compra um domínio com nome de marca ou empresa alheia, pode sofrer um processo e será obrigado a transferir o endereço para a pessoa ou companhia responsável pelo nome. "Na hora do registro não tem como checarmos se o nome registrado no endereço é mesmo da pessoa ou empresa, mas o proprietário está ciente de que se registrar uma marca ou nome próprio, a empresa lesada pode processá-lo", completa.

Esse tipo de registro é bastante comum, mas é visto como antiético dentro do mercado de comercialização de domínios. O internauta se apropria de nomes de marcas, adicionando o .com.br (ele compra, por exemplo, o www.apple.com.br ou www.cocacola.com.br antes mesmo das companhias), e torce para que a empresa em questão precise desse endereço um dia e, obviamente, pague um bom dinheiro por ele. "O problema é que há uma forma de não ser processado mesmo usando o nome alheio. Se a pessoa vincula o nome a alguma coisa diferente da marca ou empresa [por exemplo, inventa 2 bonequinhos chamados 'Coca' e 'Cola', e coloca-os ilustrando o site de historinhas para crianças], ela pode conseguir ficar com o endereço. Então, ela consegue que a empresa pague um preço pela venda do domínio", conta Antonio.

Segundo Antonio, já aconteceu de domínios com nomes de programas televisivos serem comprados por um bom dinheiro e também terem sido retirados do proprietário após um processo. Ao mesmo tempo, na modalidade ética de comercialização, muita gente também já embolsou muito dinheiro criando domínios atrativos - como é o caso do imóveis.com.br, que rendeu ao registrante inicial US$ 300 mil; e do trabalhar.com, que foi vendido por US$ 20 mil.

Fazendo a coisa certa
Se você se interessou por esse mercado, acesse os leilões de domínios ou use a criatividade para registrar um bom nome. Caso você queira comprar domínios já registrados para iniciar seu site, busque pelo proprietário do endereço e pague pela transferência do domínio. Há também a possibilidade de comprar o site inteiro com todo seu conteúdo. Saiba mais sobre essa modalidade clicando aqui.

]]>
EUA iniciam perseguição mundial, hackers contratacamhttp://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia044.htm Fri, 20 Jan 2012 12:00:00 -0200 Nesta quinta-feira (19), o site Megaupload, um dos maiores do mundo em compartilhamento de arquivos on line, foi retirado do ar pelo FBI após o indiciamento de seus funcionários por pirataria. O fundador do site, Kim Schmitz, também conhecido como Kim Dotcom, juntamente com três executivos, foi preso na Nova Zelândia a pedido dos Estados Unidos. Outros funcionários serão processados.

A Justiça estadunidense alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais de US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse, em um comunicado, que o site é “uma empresa criminosa global que tem membros engajados com lavagem de dinheiro e infrações de direitos autorais em escala massiva”.

No entanto, antes de ser tirado do ar, um comunicado publicado pelo site defendia que as acusações de que ele possibilitava a infração de leis de direitos autorais eram “extremamente exageradas”. “A maioria do tráfego de dados feito pelo Megaupload é legítimo e estamos aqui para ficar”, dizia o comunicado.

O Megaupload era utilizado por mais de um bilhão de usuários e permitia o carregamento e compartilhamento de arquivos. Além disso, contava com o apoio de diversos artistas e músicos.

Leis antipirataria

A ação do FBI ocorre um dia após diversos sites pelo mundo promoverem um blackout em protesto contra dois projetos de lei antipirataria que são discutidos nos Estados Unidos. As leis são questionadas por companhias de internet, como Wikipedia, Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão.

Um dos projetos é o Sopa (Stop Online Piracy Act), que tramita no Senado dos EUA desde novembro do ano passado. O projeto de lei visa regulamentar a censura e a invasão de privacidade na internet e permitirá que um site seja bloqueado e seus responsáveis presos por até cinco anos caso alguém reivindique o direito sobre qualquer conteúdo online e solicite através de uma carta que o material seja removido.

O outro projeto, que deverá ser votado pelo Senado ainda neste mês, é o Pipa (Protect Intellectual Property Act), que diz respeito à proteção da propriedade intelectual.

De acordo com o sociólogo e conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI), Sérgio Amadeu, “o SOPA e o PIPA abrem espaço, não que eles digam isso, pela primeira vez para interferir nas estruturas de DNS (Domain Name System, serviço de banco de dados) e registros de IP (número de identificação exclusivo de cada computador)”.

Ambos projetos possuem o apoio de gravadoras e produtoras de filmes e discos que, segundo Amadeu, perceberam que não adianta dizer que é crime compartilhar, pois isto está na base de toda a cultura. “Elas perceberam que tem que agir nos provedores da rede, nos provedores de conexão. Então, se eles não conseguem intimidar o cidadão, querem criar um tipo de um bloqueio à Cuba no ciberespaço”, exemplifica.

Represália

Em resposta ao fechamento do Megaupload, o grupo de hackers Anonymous bloqueou temporariamente na noite desta quinta-feira os sites do FBI, do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, da produtora Universal Music, da Associação das Gravadoras (RIAA) e da Associação Cinematográfica (MPAA) dos Estados Unidos.

O Anonymous comunicou no twitter a ação, que está sendo chamada de #OpMegaupload ou #OpPayback. De acordo com o grupo, este foi “o maior ataque já feito alguma vez pelo Anonymous”, com 5.635 participantes.

O site do FBI ficou inacessível por cerca de uma hora. O bloqueio foi comemorado pelo grupo no twitter:”FBI Tango Down!”. O Megaupload conseguiu retornar ao ar através do endereço: http://109.236.83.66/.

]]>
Mapeamento da internet chega ao Sul Thu, 19 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia038.htm A cidade paulista de Assis, próxima da divisa com o Paraná já está sendo mapeada, diz a Amanhã.

Segundo o site da publicação, técnicos das duas entidades estarão mapeando provedores e operadoras de rede 3G pelo interior, além de realizar entrevistas com os gestores de cada provedor para registrar suas características e eventuais dificuldades.

Os próprios usuários serão entrevistados e incentivados a testar a qualidade de suas conexões através do site Expedição WDC, que disponibiliza um medidor de velocidade desenvolvido pelo CGI.br.

A região centro-oeste já foi mapeada, com diagnóstico nada animador. A média de velocidade que os consumidores da região podem adquirir oscila entre 300 kbps e 500 kbps.

Leia a matéria completa da Amanhã nos links relacionados abaixo.

]]>
SOPA é o mesmo que vetar palavrões no dicionário, diz especialista Thu, 19 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia037.htm

Tramitando no Senado e Congresso americanos, as leis têm o objetivo de combater a pirataria online. Mas acabam afetando conceitos básicos da Web, e a internet no mundo todo, como explica Demi Getschko, presidente do NIC.br.

A lei, diz ele, acabaria interferindo na neutralidade do indexador, ao obrigar que buscadores utilizassem filtros ao indicar sites. “Normalmente, esse filtro trabalha completamente livre. Alguns países como a China já filtram domínios que não gostariam de ser acessados pelos chineses”, compara. Na prática, a lei vetaria que o Google, por exemplo, fosse proibido de indicar sites considerados ilegais pelo governo americano, limitando sua busca. “É a mesma coisa que vetar palavrões no dicionário”, diz. “Ou culpar um jornal pelos seus classificados”. Ou seja, responsabilizaria os intermediários da cadeia, ao invés de punir somente os infratores.

 Leia também: 
Sites realizam apagão geral contra lei de propriedade intelectual

Outro conceito esquisito, para Getschko, é que a lei inverteria a ordem de processo e punição. Enquanto no “mundo real” o acusado só é condenado depois das investigações e julgamento, com a SOPA, sites seriam suspensos ou prejudicados antes de qualquer prova ou condenação legal, já que a lei prevê punições em cinco dias após a identificação de um endereço suspeito. “Primeiro você processa e depois toma providências”, argumenta.

Apesar de restrita apenas à legislação americana, as medidas afetariam outros países, inclusive o Brasil. “Nada na internet é isolado. Boa parte dos serviços da Web são baseados em empresas localizadas nos EUA, sob a Legislação americana”, diz ele. Logo, a maior parte das empresas que prestam serviço aos usuários brasileiros estariam submetidas às leis de seu país-sede. A SOPA e PIPA também impossibilitariam os americanos de acessar sites brasileiros considerados “piratas” pelo governo estado unidense. A ação ocorreria tanto de forma direta, ao bloquear sites hospedados em empresas americanas como indireta, ao restringir o acesso a eles pelos buscadores do país.

“A internet está conseguindo se autodefender. Teve uma movimentação muito grande da internet, não acredito que isso possa andar rapidamente. Talvez até arquivem”, aposta Getschko. Ele defende que, por meio de um marco civil, as mesmas leis que são aplicadas hoje fora da realidade virtual sejam válidas para ela também. Se novas situações surgirem, devem ser criadas novas regras.

Já a indústria tradicional de entretenimento, que lucra justamente com o trabalho dos intermediários, se opõe a essa liberdade de compartilhamento possibilitada pela internet e que, se transposta para a vida real, seria legal. “Não é ilegal compartilhar coisas materialmente”, explica. Se uma pessoa compra um CD, ela pode emprestar para quem quiser, quantas vezes achar necessário. Na internet, é a mesma coisa.

“A diferença é que a interação ‘peer-to-perr’ [indivíduo para indivíduo] é muito mais intenso no mundo virtual do que no mundo real”, comenta. Assim, a informação se difunde com muito mais facilidade. É como se uma pessoa emprestasse um livro, filme ou CD para mil amigos, ao mesmo tempo. Com isso, a cadeia das empresas tradicionais é quebrada. É por isso que os estúdios de Hollywood, empresas farmacêuticas, a indústria fonográfica e grandes da computação, como Apple e Microsoft apoiam o projeto de lei.

]]>
IDEC e Gilberto Gil aderem a protesto contra SOPA Wed, 18 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia029.htm Wikipedia e 7 mil outros sites estão fora do ar contra lei anti-pirataria dos EUA

Mais de 7 mil sites do mundo inteiro – incluindo o Brasil – estão fora do ar nesta quarta-feira (18) em protesto contra os projetos de lei Stop Online Piracy Act e Protect Intelectual Property Act, em tramitação na Câmara e no Senado norte-americanos respectivamente. Entre eles, a enciclopédia Wikipedia, a rede social Reddit, a plataforma de blogs Wordpress, além de sites brasileiros como as páginas do Instituto de Defesa ao Consumidor (IDEC), do músico e ex-ministro Gilberto Gil e da revista ARede (que participou simbolicamente por duas horas mas já voltou ao ar para noticiar o movimento).

Outros, como o Google e a revista Wired, usaram tarjas pretas para protestar contra as propostas anti-pirataria online que tramitam em Washington, acusando-as de censura uma vez que preveem medidas como o bloqueio de sites estrangeiros "dedicados a roubar patrimônio americano". “Querem transformar a internet em uma grande rede de TV a cabo”, disse o sociólogo Sérgio Amadeu, que também é conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e comemorou o sucesso do protesto, que se tornou o assunto mais comentado no Twitter no Brasil e no mundo. "Era esse o objetivo do protesto, fazer as pessoas discutirem".

Segundo Amadeu, as medidas afetam os internautas no país também uma vez que estes não terão acesso às páginas consideradas ilegais através de sites americanos como Google e Facebook. “Qualquer site brasileiro que for acusado sob as regras do SOPA ou do PIPA também será bloqueado para visualização nos EUA, como a China faz”, afirmou. Ele lembra que, no Brasil, também existe um projeto de lei conhecido como AI-5 Digital, de autoria do senador Eduardo Azeredo, que prevê medidas semelhantes, assim como em outros países, como a lei Sinde na Espanha e a lei Hadopi na França.

O SOPA prevê um sistema de notice and takedown (reportar-e-tirar-do-ar) que obriga intermediários como servidores DNS, provedores de domínio, ferramentas de busca e até serviços de pagamento online e de publicidade a cortar seus serviços a sites que disponibilizem conteúdo pirata após notificação dos proprietários de copyright. O PIPA, por sua vez, transforma o streaming não autorizado de material protegido em crime grave, passível de prisão, entre outras medidas em defesa da propriedade intelectual apoiadas por produtoras cinematográficas, editoras, companhias farmacêuticas e vários outros setores, que alegam perder bilhões de dólares por ano devido à pirataria.

Ambos os projetos de lei devem ser votados na próxima terça-feira (24), embora há relatos de que a votação do SOPA será adiada após a proposta perder o apoio da Casa Branca. “Qualquer esforço para combater a pirataria online deve proteger o cidadão da censura de atividades legais e não deve inibir a inovação entre grandes e pequenas empresas”, afirmaram três assessores do presidente Obama no blog da Casa Branca no sábado. A agência de notícias Reuters também informou que o artigo que obriga provedores de internet a bloquearem sites pode ser revisto. Já o autor do PIPA, o senador Patrick Leahy, afirmou que consideraria retirar as partes mais polêmicas ds proposta.

Em dezembro, diversas grandes empresas de tecnologia, incluindo Google, Facebook e Twitter, se uniram a defensores da internet livre contra os projetos. Embora apoiemos os objetivos do projeto – fornecer ferramentas adicionais para combater sites dedicados à violação de direitos autorais e pirataria --, infelizmente, da forma como está escrito, o projeto expõe empresas de internet e tecnologia norte-americanas que seguem a lei a responsabilidades novas e incertas, afirmaram nove empresas em manifesto publicado no jornal The New York Times em dezembro.

Facebook e Twitter, no entanto, não participaram da “greve” desta quarta-feira."Fechar um negócio mundial em reação a uma única questão de política nacional é algo tolo", disse à Reuters o presidente-executivo da rede social de microblogs, Dick Costolo. O presidente da Comissão de Justiça da Câmara dos EUA, Lamar Smith, e um dos autores do SOPA, também criticou o protesto, afirmando que o "apagão" do Wikipedia e de outros sites é "um golpe publicitário (que) presta um desserviço aos seus usuários ao promover o medo ao invés dos fatos". O próprio congressista foi acusado de violar direitos autorais ao não dar créditos a fotos em seu site.

]]>
Disparidades no mapa da banda larga Tue, 17 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia027.htm Pode-se encontrar 1 megabit por segundo de velocidade no Sudeste por R$ 29,80 e até 30 vezes mais caro no Norte

Com 56 milhões de conexões no país, o sistema de banda larga tem a oferta concentrada nas mãos de poucos provedores, é lento e com preços díspares. Pode-se encontrar 1 megabit por segundo de velocidade no Sudeste por R$ 29,80 e até 30 vezes mais caro no Norte

A disponibilidade do acesso à internet em banda larga expõe as contradições das comunicações no Brasil. O país encerrou o ano com menos de 56 milhões de conexões de banda larga para uma população em torno de 190 milhões de habitantes. Estão inclusas as conexões fixas, móveis, residenciais e empresariais. Na telefonia fixa, a densidade também é baixa, com menos de 43 milhões de acessos. Com cenário bem diferente, os serviços móveis contam com 242,2 milhões de celulares, o equivalente a 127,5 aparelhos por 100 habitantes. Mas se a telefonia fixa tem sido gradativamente substituída pela celular, o que garante algum tipo de comunicação em regiões desprovidas de infraestrutura de redes de cabos, para internet veloz o caso é diferente. Até agora, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) do governo não deslanchou e o que se pode ver são vários Brasis diferentes, com amplas regiões sem internet e desequilíbrio onde há oferta do serviço. Pode-se encontrar 1 megabit por segundo de velocidade no Sudeste por R$ 29,80 ou até 30 vezes mais caro no Norte.

Em relação à velocidade das transmissões, 40% dos acessos contratados no país são de até 1 Mbps, sendo que 21% dessas conexões estão na faixa de até 256 kilobits por segundo (Kbps), de acordo com o Comitê Gestor da Internet (CGI.br).

O mercado é altamente concentrado. Pesquisa do CGI.br aponta que 78% dos 17 milhões de acessos fixos no país são fornecidos por seis grandes provedores, donos de grande parte da infraestrutura de rede existente. Dos 1.934 provedores, 43% operam na região Sudeste, 23% estão no Sul, 22% no Nordeste, 11% no Centro-Oeste e apenas 6% no Norte. “É um mercado altamente concentrado e o poder acaba ficando nas mãos de quem tem esses recursos, o que dificulta o compartilhamento de rede com os pequenos provedores”, diz Alexandre Barbosa, do CGI.br.

Para completar o cenário, a densidade populacional, a renda per capita, a proximidade ou distância dos grandes centros, a tecnologia e a competição entre os provedores compõem a equação que determina disponibilidade do serviço, preço e qualidade do acesso em alta (ou não muito lenta) velocidade.

Falta conexão não apenas à população, mas também aos diversos elos que formam a cadeia de valor da internet brasileira, da política pública à iniciativa privada.

Nos centros onde há alta densidade e maior renda, a concorrência é acirrada, a qualidade do serviço é diferenciada e os preços mais acessíveis. Em segundo plano, há locais de potencial de consumo inferior que, embora dotados de infraestrutura, contam com poucos ou apenas um provedor. Assim, praticamente sem competição, não há pressão para a melhoria dos preços e serviços. Por último, estão as regiões de menor densidade e baixo poder aquisitivo, onde os provedores veem pouca atratividade para oferta de serviços.

O alto custo na aquisição de links no atacado para a última milha – trecho que liga a central da operadora ao domicílio do usuário – acaba se refletindo no preço e na qualidade do serviço no varejo, diz Rogério Takayanagi, presidente da TIM Fiber, unidade da TIM resultante da aquisição recente da AES Atimus. “A realidade é que, na média, a banda larga continua cara e lenta no país. Em muitos casos, a oferta desse serviço fica só na teoria”, afirma.

Os grandes provedores alegam que os gargalos na oferta devem-se a fatores que vão de questões regulatórias até desafios que não são exclusivos do Brasil. É o caso da explosão do tráfego gerado por redes sociais e conteúdos como vídeo e música. “Quando pensamos ter atingido a necessidade do cliente, o consumo de banda aumenta. Muitas vezes, ficamos com o ônus do serviço precário, quando, na verdade, respondemos só por um pedaço do problema”, diz Leila Loria, diretora-executiva de relações institucionais e regulamentação da Telefônica.

Os valores praticados no país ficam mais caros quando se constata que, mesmo nos grandes eixos, os provedores geralmente entregam o mínimo exigido de 10% da velocidade contratada. Isso vale também para os serviços relacionados ao PNBL, afirma Flávia Lefèvre, advogada do Pro Teste, entidade de defesa do consumidor.

Na avaliação da advogada, o avanço da banda larga está condicionado à classificação do serviço como regime público e à definição de metas de universalização e continuidade. Só a partir dessa abordagem será possível estimular os investimentos em locais com pouca ou nenhuma oferta. “O modelo atual propicia uma prestação discriminatória do serviço. Alguns estudos mostram que na região Norte, por exemplo, há cobrança de R$ 780 por 1 Mbps”, diz Flávia.

Sob esse cenário desigual, a necessidade da oferta de subsídios do governo com o uso de recursos dos fundos setoriais de telecomunicações é apontada como uma das saídas. Desde 1998, o segmento recolheu R$ 48,6 bilhões em taxas, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Desse Total, R$ 2,6 bilhões foram aplicados efetivamente em projetos do setor. “É muito difícil para a iniciativa privada viabilizar um modelo de negócio que atenda a poucos clientes. Sem política pública, não vai acontecer, não compensa”, diz Márcio Carvalho, diretor de produtos e serviços da Net.

As dificuldades técnicas e burocráticas também formam barreiras que limitam até mesmo os investimentos em infraestrutura de banda larga móvel, considerada mais adequada para a aceleração da cobertura. Eduardo Levy, diretor do SindiTelebrasil – que reúne as grandes operadoras -, destaca a dificuldade de instalar estações radiobase até próximo de grandes centros: “Em Campinas, qualquer estação precisa ter aprovação de 60% dos donos dos imóveis em um raio de 200 metros em torno do equipamento.”

Para Flávia, da Proteste, o mercado não pode continuar a ser guiado pela autorregulamentação. Segundo ela, apesar de benefícios como a baixa exigência de entrega de velocidade, as operadoras oferecem poucas contrapartidas de qualidade aos consumidores: “A banda larga é estratégica. Todo o sistema financeiro nacional e diversos serviços públicos estão apoiados nessa questão. Não podemos ficar reféns de investimentos privados realizados sem qualquer direcionamento.”

]]>
ARTIGO - Uma cidade digital não é, necessariamente, uma cidade inteligente Tue, 17 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia026.htm Com o avanço tecnológico e o barateamento das soluções, as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) vêm sendo utilizadas com o objetivo de melhorar a qualidade vida dos cidadãos e das cidades. Os gestores têm reaproveitado, em larga escala, suas infraestruturas para transformar os grandes centros urbanos em espaços mais inteligentes para se viver. Dessa maneira, as cidades digitais têm se tornado cada vez mais sustentáveis e inteligentes.

Em resumo, esse foi o cenário mostrado no evento Intelligent Cities-Expo, realizado em Hamburgo, na Alemanha. A própria cidade é um exemplo de como os governantes podem gerar políticas públicas que garantam um desenvolvimento ambiental e sustentável. Com uma população de 1,8 milhão de habitantes, Hamburgo é considerada a cidade verde da Europa, apesar de ser o grande centro de transportes do Norte da Alemanha e ter o terceiro maior porto da Europa.

A conferência e exposição centrada nas políticas, nas estratégias de desenho e nas tecnologias para a construção das cidades do futuro reuniu mais de 60 especialistas mundiais, vindos de setores tão diferentes quanto energia, resíduos e água, arquitetura, planeamento e financiamento, além de especialistas na gestão da informação. O evento deixou claro que o maior desafio para os governantes e para as empresas é o de combinar atividades industriais, geração de empregos e um bom nível do qualidade de vida dos seus habitantes. E tudo isso pode ser feito com a geração de políticas públicas que garantam um desenvolvimento ambiental sustentável.

A meta de Hamburgo é reduzir a emissão de gás carbônico em 40% para 2020 e 80% em 2050, o que contribuirá para a União Europeia atingir a meta de 20% para 2020. Para isso, a cidade tem promovido e incentivado a criação de diversos fóruns de discussão sobre o papel das tecnologias na criação de energias limpas, no manejo e gestão dos lixos. Também tem estimulado a responsabilidade industrial, no apoio ao desenvolvimento de pesquisas ambientais, criação de sites para os cidadãos e no trabalho em redes.

No Brasil, desafios ainda maiores.

Os conceitos globais sobre cidade inteligente mostram que é preciso pensar no desenvolvimento econômico que alavanque a comunidade digital e atraia empregados e investidores talentosos. O Wikipédia, por exemplo, diz que para se ter uma cidade inteligente é necessário combinar a “economia da banda larga”com educação e qualificação (para gerar o trabalho do conhecimento); com os programas que promovam democracia digital; e com a inovação nos setores públicos e privados para criar agrupamentos econômicos e capital para o desenvolvimento de negócios. Na chamada economia da banda larga é preciso garantir uma ampla oferta de banda para governos, empresas e cidadãos.

A cidade inteligente é também a integração do mundo da infraestrutura física com o mundo digital (mundo conectado – objeto-pessoa/objeto-objeto). Portanto, as cidades inteligentes são também cidades digitais, mas não necessariamente todas as cidades digitais são cidades inteligentes.

No Brasil, os dados da pesquisa sobre o “uso das TICs”, de 2010, do Comitê Gestor de Internet (CGI.br), indicam 75 milhões de usuários de internet. Apesar do número significativo, ainda há disparidades entre as classes sociais quanto ao uso de TICs. As classes A e B representam 80% dos usuários de computador, enquanto as classes D/E representam apenas 10% desse contingente. E o principal obstáculo para o acesso dessa parcela da população às TICs é o custo elevado da manutenção da internet no país.

Um diagnóstico realizado, também em 2010, pelo Instituto de Pesquisas Aplicadas (IPEA) sobre a banda  larga no Brasil apontou que a banda oferecida pelas operadoras é cara, pois o gasto na renda mensal per capta é 5 vezes maior que no Japão, 2,7 vezes maior que na Rússia e 2,5 maior que no México. Além de cara é concentrada, pois apenas 21% dos domicílios que possuem banda larga estão concentrados na região Sul-Sudeste e Centro-Oeste. E lenta: 33% das conexões de internet são de 256 Kbps e somente 1% delas possui conexão superior a 8Mbps.

Os dados demonstram que ainda estamos muito distantes de transformar o Brasil em um país de cidades inteligentes. O Índice Brasil de Cidades Digitais, realizado no ano passado pela Momento Editorial e pela Fundação CPqD mediu o nível de digitalização das cidades brasileiras e mostrou que apenas quatro cidades, entre as 75 avaliadas, estão no nível de Serviços Eletrônicos, ou seja, têm uma infraestrutura tecnológica que combina a informatização dos órgãos públicos, com acessibilidade dos cidadãos às políticas públicas em TICs (por meio de telecentros, hotspots, laboratórios de informática), o grau de usabilidade e inteligibilidade dos sistemas de informações utilizados, e a cobertura geográfica da rede de conexão, considerando a frequência e a velocidade da banda de internet. A grande maioria dos municípios avaliados neste ranking ficou no nível telecentros.

Mas, estamos otimistas com as várias iniciativas nacionais como, por exemplo, o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) do governo federal,  que pretende, em parceria com a iniciativa privada, reduzir os gastos per capita com a banda larga, e também, através da ativação da rede de fibras ópticas da Telebras, levar conexão de internet a mais de três mil municípios do país, o que permitirá que as administrações municipais possam ter suas políticas mais integradas, promovendo políticas de inclusão digital e geração de renda.

É importante que os nossos governos construam fóruns para a troca de experiências no desenvolvimento de sistemas inteligentes, que permitam uma gestão mais integrada e inteligente das políticas públicas no país. Um bom exemplo é a experiência de Vitória-ES (ficou em 4º lugar no ranking do Índice de Cidades Digitais). A partir de um sistema georreferenciado, é possível organizar as informações coletadas em campo, em palm tops com o modem 3G, que são transmitidas em tempo real, indicando os principais focos do mosquitos aedes aegypti na cidade, para melhorar as rotas dos carros fumacês.

A Prefeitura de Belo Horizonte, que obteve o primeiro lugar no Índice Brasil de Cidades Digitais, tem investido para ampliar a cobertura de serviços de TICs para o cidadão, com o Programa BH Digital. O programa conta, atualmente, com mais de 50 áreas de hotspots e mais de 350 telecentros nos diversos bairros da cidades, o que tem permitido, principalmente para a população de baixa renda, o acesso às tecnologias, com a promoção de cursos presenciais e na modalidade a distância. Isto é possível graças a uma rede municipal de internet, composta por um sistema híbrido de conexão (fibra óptica, rede sem fio e links alugados), gerenciada pela Prodabel (Empresa Municipal de TICs).

Além dos investimentos em rede, a cidade de BH tem o Centro de Recondicionamento de Computadores, implantado em parceria com o Ministério das Comunicações, que recondiciona os computadores doados por pessoas físicas e jurídicas para instalação nos telecentros da cidade. Neste espaço também são qualificados jovens e adultos, oriundos dos programas sociais da Prefeitura, em manutenção de computadores, de sistemas operacionais, redes de conexão e gestão de telecentros. Isto contribui para que  muitos deles possam ter uma qualificação em TIC, e uma inserção melhor no mercado de trabalho. A Prefeitura também oferta mais de 80 serviços eletrônicos, integra a base de dados entre os três níveis de governo para a gestão das políticas públicas realizadas entre município, governo estadual e federal.

Como prêmio por obter o primeiro lugar no Índice Brasil de Cidades Digitais, a Prodabel recebeu o convite para enviar dois gestores para participar da Conferência Intelligent Cities Expo, que aconteceu no final do ano na Alemanha. O próximo evento Intelligent Cities está previsto para outubro/novembro de 2012, em San Francisco, nos Estados Unidos.

]]>
Pais não sabem o que filhos fazem on-line; aprenda a evitar riscos Tue, 17 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia022.htm Em nota divulgada pelo Nucleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br), “os primeiros sufixos que forem aprovados no processo de análise e forem concedidos entrem em atividade somente no 1º trimestre de 2013″.

As candidaturas serão avaliadas pela ICANN, órgão em inglês que significa Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números. Um valor tão caro, segundo o Nic.br seria por causa do trâmite que visa a estabilidade da rede. Para cada sufixo, cerca de US$ 185 mil são para custos dos processos na Icann e outros US$ 25 mil por ano para requisitos técnicos.

O processo que começa a valer nesta quinta (12) vai permitir que sejam aprovados terminações de sites como .apple, .sapatos, .musica, entre outros, no lugar do que conhecemos hoje, como .com, .net., .org. Poderemos ver um site como www.steve.jobs, por exemplo.

Um exemplo: 33% das crianças confessam que já fizeram compras virtuais, 24% delas sem consentimento. Mas só 17% dos pais pensam que seus filhos compram na rede, segundo o relatório Norton Online Family, da Symantec, feito com 9.888 pessoas.

Outro estudo mostra o que os adultos provavelmente não veem: 88% dos jovens de 12 a 17 anos já presenciaram crueldade na internet e 21% já humilharam pessoas em redes sociais --dados do relatório "Teens, Kindness and Cruelty on Social Network Sites" (adolescentes, bondade e crueldade em redes sociais), feito pelo Pew Research Center's Internet e American Life Project.

Patricia Peck, especialista em direito virtual e criadora do projeto Criança Mais Segura na Internet, diz que o excesso de confiança reflete um desconhecimento. Muitos adultos não estão na rede e acham que estar em casa é estar seguro.

"Quando um filho dá uma volta na rua, perguntamos com quem ele conversou. Mas não questionamos o que rolou na internet."

Não é descuido, é inexperiência, opina o psicólogo Cristiano Nabuco, pesquisador na área de dependência em internet. "Não dá para imaginar os perigos de uma situação que você não viveu."

A lista de riscos inclui desde conversar com estranhos até ficar dependente e se desligar do mundo real.

"Se nós adultos checamos e-mail até na praia, imagine um adolescente, em que o controle cerebral de estímulos não está totalmente desenvolvido", diz Nabuco.

BATALHA PERDIDA

A dona de casa e blogueira Viviane Pereira, 35, com seus filhos, Rafaela Pereira, 16, e Italo, 7, em Guarulhos, SP

A dona de casa e blogueira Viviane Pereira, 35, com seus filhos, Rafaela Pereira, 16, e Italo, 7, em Guarulhos, SP

Seria mais simples proibir, mas é impossível evitar que crianças e adolescentes acessem a rede. Se não for em casa, vai ser na escola, com o amigo, no celular.

"É a mesma coisa que falar para seu filho nunca comer picolé. É inútil, quando ele puder, vai comer, e sem sua supervisão", diz a psicóloga Andrea Jotta, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC-SP.

Melhor juntar-se ao "inimigo"? Os números dizem que sim. A última pesquisa TIC Crianças, do Comitê Gestor da Internet no Brasil, mostra que os pais conectados são os que mais controlam o acesso e melhor orientam os filhos sobre o uso da rede, de acordo com Alexandre Barbosa, porta-voz da entidade.

É a estratégia da dona de casa Viviane Pereira, 35. Ela está no Facebook, Twitter, tem um blog (o "Mãe Digital") e segue os passos virtuais da filha Rafaela, 16.

"Eu não me importo, sempre foi assim. Também não faço nada de errado", diz a menina, dona de um laptop nunca rastreado pela mãe. "Fico de olho, mas ela tem a privacidade dela. Não sei tudo que ela faz. Sei que participa de fóruns de música."

Com o filho mais novo, Italo, 7, a rédea é mais curta. Ele usa um computador com bloqueio de sites e sempre tem alguém por perto. Mesmo assim, acidentes acontecem.

"Uma vez, ele estava pesquisando sobre a Grécia e chegou na palavra busto. Foi clicando e acabou em uma página com fotos sensuais de mulheres. Minha filha viu e me chamou." A situação foi contornada com conversa.

Nisso os especialistas concordam: se proibir não adianta e pode até piorar, diálogo sempre ajuda. Não é preciso aterrorizar a criança, mas alertar do risco da exposição e do uso de imagens, avisa Patricia Peck.

Antes dos dez anos é preciso supervisão constante, mas depois dá para soltar um pouco e, se houver desconfiança, usar ferramentas que geram relatórios de sites visitados.

Para Andrea Jotta, as mesmas regras do mundo real valem para o virtual. "A criança pode ganhar cada vez mais autonomia quando mostrar que é responsável e segue alguns combinados."

E regras são regras. "Se descumpridas, devem ter castigo", aconselha a psicóloga.

Se o pai descobrir que o adolescente está acessando conteúdo impróprio, em vez de brigar, pode aproveitar para discutir o tema. "Não tem como deixar os sites de sexo bloqueados para sempre", diz o especialista em segurança virtual Bruno Rossini, da Symantec.

SENSO CRÍTICO

Não tem uma idade certa para a criança começar a ter contato com a internet, de acordo com a psicóloga e educadora Carmem Rodrigues Schffer, da Universidade Fumec (Fundação Mineira de Educação e Cultura). Mas até os seis anos, ela não vê muitos benefícios.

Priscilla Perlatti, 34, acessa a internet com suas filhas Stella, 6, e Lia, 4

Priscilla Perlatti, 34, sempre acessa a internet junto com suas filhas Stella, 6, e Lia, 4; Stella já tem um blog

Stella Perlatti, 6, entra em sites de bonecas, vê vídeos e pediu para ter um blog. A mãe, a design Priscilla Perlatti, 34, deixou. Priscilla vive na internet --é uma das autoras do site de maternidade Mamatraca. "Fazemos o blog dela juntas. Ela ilustra com desenhos feitos em um tablet."

A mãe ainda não usa nenhum filtro no computador e não sabe quando será necessário. "A Stella já está começando a sair do nosso controle, mas quero esperar para ver o que vai acontecer."

Com a alfabetização, o interesse das crianças passa a ser concreto: elas pesquisam coisas relacionadas ao cotidiano, mas ainda não são capazes de julgar os conteúdos. Depois da pré-adolescência, podem analisar conteúdos criticamente, explica Schffer. Ela acredita que o uso do computador ajuda no desenvolvimento cognitivo.

Valdemar Setzer, professor aposentado do Departamento de Ciência da Computação da USP, discorda. Segundo ele, a internet é altamente distrativa. "Computador e internet são instrumentos de adulto. Ninguém dá um carro para uma criança aprender a usar."

Para a educadora Eloiza Oliveira, diretora do campus virtual da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o risco está no excesso de credibilidade dado a informações da rede.

"É preciso ensinar a duvidar, mas nem tudo na internet é negativo. Temos preconceito. Os jovens se envolvem em campanhas, discutem temas sérios e convivem socialmente de forma positiva."

]]>
Banda larga expõe diversos Brasis Mon, 16 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia020.htm Em relação à velocidade das transmissões, 40% dos acessos contratados no país são de até 1 Mbps, sendo que 21% dessas conexões estão na faixa de até 256 kilobits por segundo (Kbps), de acordo com o Comitê Gestor da Internet (CGI.br).

O mercado é altamente concentrado. Pesquisa do CGI.br aponta que 78% dos 17 milhões de acessos fixos no país são fornecidos por seis grandes provedores, donos de grande parte da infraestrutura de rede existente. Dos 1.934 provedores, 43% operam na região Sudeste, 23% estão no Sul, 22% no Nordeste, 11% no Centro-Oeste e apenas 6% no Norte. "É um mercado altamente concentrado e o poder acaba ficando nas mãos de quem tem esses recursos, o que dificulta o compartilhamento de rede com os pequenos provedores", diz Alexandre Barbosa, do CGI.br.

Dos 17 milhões de acessos fixos à web no país, 78% são fornecidos por seis grandes provedores

Para completar o cenário, a densidade populacional, a renda per capita, a proximidade ou distância dos grandes centros, a tecnologia e a competição entre os provedores compõem a equação que determina disponibilidade do serviço, preço e qualidade do acesso em alta (ou não muito lenta) velocidade.

Falta conexão não apenas à população, mas também aos diversos elos que formam a cadeia de valor da internet brasileira, da política pública à iniciativa privada.

Nos centros onde há alta densidade e maior renda, a concorrência é acirrada, a qualidade do serviço é diferenciada e os preços mais acessíveis. Em segundo plano, há locais de potencial de consumo inferior que, embora dotados de infraestrutura, contam com poucos ou apenas um provedor. Assim, praticamente sem competição, não há pressão para a melhoria dos preços e serviços. Por último, estão as regiões de menor densidade e baixo poder aquisitivo, onde os provedores veem pouca atratividade para oferta de serviços.

O alto custo na aquisição de links no atacado para a última milha - trecho que liga a central da operadora ao domicílio do usuário - acaba se refletindo no preço e na qualidade do serviço no varejo, diz Rogério Takayanagi, presidente da TIM Fiber, unidade da TIM resultante da aquisição recente da AES Atimus. "A realidade é que, na média, a banda larga continua cara e lenta no país. Em muitos casos, a oferta desse serviço fica só na teoria", afirma.

Os grandes provedores alegam que os gargalos na oferta devem-se a fatores que vão de questões regulatórias até desafios que não são exclusivos do Brasil. É o caso da explosão do tráfego gerado por redes sociais e conteúdos como vídeo e música. "Quando pensamos ter atingido a necessidade do cliente, o consumo de banda aumenta. Muitas vezes, ficamos com o ônus do serviço precário, quando, na verdade, respondemos só por um pedaço do problema", diz Leila Loria, diretora-executiva de relações institucionais e regulamentação da Telefônica.

Os valores praticados no país ficam mais caros quando se constata que, mesmo nos grandes eixos, os provedores geralmente entregam o mínimo exigido de 10% da velocidade contratada. Isso vale também para os serviços relacionados ao PNBL, afirma Flávia Lefèvre, advogada do Pro Teste, entidade de defesa do consumidor.

  

Na avaliação da advogada, o avanço da banda larga está condicionado à classificação do serviço como regime público e à definição de metas de universalização e continuidade. Só a partir dessa abordagem será possível estimular os investimentos em locais com pouca ou nenhuma oferta. "O modelo atual propicia uma prestação discriminatória do serviço. Alguns estudos mostram que na região Norte, por exemplo, há cobrança de R$ 780 por 1 Mbps", diz Flávia.

Sob esse cenário desigual, a necessidade da oferta de subsídios do governo com o uso de recursos dos fundos setoriais de telecomunicações é apontada como uma das saídas. Desde 1998, o segmento recolheu R$ 48,6 bilhões em taxas, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Desse Total, R$ 2,6 bilhões foram aplicados efetivamente em projetos do setor. "É muito difícil para a iniciativa privada viabilizar um modelo de negócio que atenda a poucos clientes. Sem política pública, não vai acontecer, não compensa", diz Márcio Carvalho, diretor de produtos e serviços da Net.

As dificuldades técnicas e burocráticas também formam barreiras que limitam até mesmo os investimentos em infraestrutura de banda larga móvel, considerada mais adequada para a aceleração da cobertura. Eduardo Levy, diretor do SindiTelebrasil - que reúne as grandes operadoras -, destaca a dificuldade de instalar estações radiobase até próximo de grandes centros: "Em Campinas, qualquer estação precisa ter aprovação de 60% dos donos dos imóveis em um raio de 200 metros em torno do equipamento."

Para Flávia, da Proteste, o mercado não pode continuar a ser guiado pela autorregulamentação. Segundo ela, apesar de benefícios como a baixa exigência de entrega de velocidade, as operadoras oferecem poucas contrapartidas de qualidade aos consumidores: "A banda larga é estratégica. Todo o sistema financeiro nacional e diversos serviços públicos estão apoiados nessa questão. Não podemos ficar reféns de investimentos privados realizados sem qualquer direcionamento."

]]>
Anatel recebe manifestações sobre pedido de anulação de metas de qualidade Fri, 13 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia019.htm localizadas nas capitais dos Estados e no Distrito Federal. O Edital de Notificação foi publicado hoje no Diário Oficial da União (DOU). A medida, prevista no artigo 67 do Regimento Interno da Anatel, é necessária quando o pedido de anulação envolve terceiros interessados.

Os regulamentos de gestão da qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ-SCM), aprovado pela Resolução nº 574, e da Prestação do Serviço Móvel Pessoal (RGQ-SMP), aprovado pela Resolução nº 575, estabelecem padrões de qualidade para o serviço de banda larga fixa e o serviço móvel, incluindo a banda larga móvel (3G), de forma a promover a progressiva melhoria da experiência do usuário em aspectos relacionados ao atendimento e ao desempenho das conexões. Os artigos afetados pelo pedido da operadora contemplam, entre outros, os indicadores para avaliação da qualidade das bandas largas fixa e móvel e da qualidade percebida pelo usuário. Entre eles, os que medem a:

  • Velocidade Instantânea: É a velocidade aferida em cada medição feita pelo software. O resultado não pode ser menor do que 20% da velocidade máxima contratada pelo Assinante, tanto para download como para upload, em 95% das medições. A meta de 20 % é válida para os primeiros 12 meses, contados a partir da entrada em vigor do Regulamento. Nos 12 meses seguintes, será de 30% e, a partir de então, 40%.
  • Velocidade Média: É o resultado da média de todas as medições realizadas no mês na rede da prestadora. A meta inicial é de 60%, nos 12 primeiros meses. Nos 12 meses seguintes será de 70% e, a partir de então, 80%.
  • Latência Bidirecional: É o tempo em que um pacote de dados percorre a rede de um determinado ponto até seu destino e retorna à sua origem. A meta, a ser observada em 95% das medições, é de, no máximo, 80 milissegundos em conexões terrestres e 900 milissegundos em conexões por satélite.

As regras previstas no RGQ-SCM e no RGQ-SMP foram objeto das consultas públicas nº 46/2011 e nº 27/2010, respectivamente. Além das contribuições recebidas na consulta e dos estudos realizados pelas áreas técnicas, a Anatel buscou subsídios em um projeto desenvolvido em conjunto com o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

]]>
Bancos brasileiros já têm à disposição o b.br Tue, 17 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia015.htm Novo domínio protege sites bancários contra fraudes, mas nem todos usam

Clientes em caixas automáticos em banco no Rio: atualmente, 40% das transações bancárias no Brasil são feitas por meio eletrônico, e quase 25% via internet  Foto: Gabriel de Paiva / O Globo

Clientes em caixas automáticos em banco no Rio: atualmente, 40% das transações bancárias no Brasil são feitas por meio eletrônico, e quase 25% via internet Gabriel de Paiva / O Globo

Os bancos brasileiros já têm à disposição, para usar na internet, o domínio "b.br", além do "com.br". A iniciativa, concebida em 2008, foi do Comitê Gestor da Internet, órgão que regula a grande rede no Brasil, junto com a Febraban. O novo domínio amplia a segurança das operações bancárias on-line, adicionando mais criptografia e tornando os sites mais fidedignos na identificação. Embora se tenha noticiado que a medida entrava em vigor este mês, ela já estava disponível antes e só não foi divulgada, explica a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Veja também

Há bancos que já adotam o b.br há algum tempo, não existe essa "data" de janeiro de 2012 como chegou a ser noticiado explica William Salasar, diretor de Comunicação da Febraban. O domínio só não foi muito divulgado porque, de sua criação para cá, os bancos fizeram investimentos robustos para proteger seus domínios "com.br", cuja segurança hoje é tão boa quanto a do "b.br". Anualmente, são investidos por eles cerca de R$ 2 bilhões em sistemas e hardware de segurança.

O propósito da medida é evitar as fraudes no uso do internet banking. Essas fraudes ocorrem em sua maioria através do chamado phishing uso de sites falsos bem parecidos com os originais, que enganam os usuários para que digitem seus dados bancários. Assim, as senhas do banco caem nas mãos dos hackers. No Brasil, em que quase um quarto das operações bancárias já são feitas pela internet (e 40% usando meios eletrônicos em geral), esses golpes causam um prejuízo anual de aproximadamente R$ 1 bilhão, segundo a ONG de segurança da informação Safernet. Aliás, o setor bancário é um dos campeões de queixas registradas pela Defesa do Consumidor do GLOBO: só em 2011, foram 1.639 cartas de correntistas relatando problemas envolvendo ou não a internet.

No mundo, as fraudes bancárias on-line também são um problema crônico. De acordo com dados do Anti-Phishing Working Group (APWG), até meados do ano passado haviam sido reportados 140,3 mil e-mails contendo phishing e 195,9 mil sites falsos na internet. Destes, a absoluta maioria era de falsas páginas do setor financeiro 72%, ou 141 mil sites "golpistas" esperando pelo correntista incauto.

Para combater esse problema, e também identificar melhor os sites de bancos na internet, é que nasceu o domínio "b.br". Segundo Demi Getschko, um dos pais da internet no Brasil e presidente do Núcleo de Informação e Comunicação (NIC.br) do Comitê Gestor, a ideia, foi primeiro criar um domínio próprio para os bancos.

Existem mais de 2,4 milhões de domínios "com.br" registrados, e os bancos estavam no meio deles explica Getschko. O "b.br" foi uma maneira de facilitar sua identificação e definir uma comunidade bancária na internet. Para usar o "b.br", você precisa comprovar no Comitê Gestor e ao Registro.br que é um banco. E ele nasce obrigatoriamente com a expansão de segurança DNSSEC, uma assinatura que garante a identidade do site acessado.

E o que faz a expansão? Primeiro é preciso compreender como funciona o sistema de nomes de domínio (DNS) da internet. Ele é como uma lista telefônica, que associa um nome a um número de telefone. No caso, associa o endereço de um site a um número determinado. No entanto, se entrar alguém no meio da "linha", isto é, no DNS, esse intermediário (por exemplo, um hacker com um esquema de phishing) pode associar outro número qualquer ao endereço, levando o internauta a uma página falsa parecida com a original. Com o protocolo DNSSEC, obrigatório no "b.br", assegura-se que o site navegado é o genuíno.

Pense no phishing como uma ligação telefônica para um número errado. Normalmente, a pessoa do outro lado da linha diz "o senhor ligou errado, é engano". Mas o site falso seria como um destinatário errado dizendo a você "sim, é daqui mesmo" explica Thiago Tavares, presidente da Safernet. O DNSSEC obrigatório no b.br evita essa situação.

Bancos não são obrigados a migrar

O protocolo extra de segurança também pode ser usado em outros domínios com terminação ".br", e, segundo Demi Getschko, já é usado por aqui em mais de 200 mil deles.

Somos pioneiros no uso desse recurso, ao lado da Suécia diz Getschko.

Entretanto, ressalta Thiago Tavares, navegar pelo "b.br" é garantia de que o DNSSEC estará presente. Para o internauta, nada muda, basta digitar o novo endereço no navegador se o seu banco o tiver adotado. Os principais bancos do país (veja quadro) já usam o domínio "b.br". Mas ainda há muitos que, se registraram seus endereços com a nova terminação no Registro.br (a lista está em www.nic.br/atividades/dom-bbr.htm), não a puseram para funcionar. Nesses casos, o internauta chega ao site Open DNS Guide, indicando que o domínio ainda não foi instalado.

A Febraban, em nota, afirmou que não existe obrigação de os bancos adotarem o novo domínio: "A Febraban esclarece que a substituição do endereço eletrônico das instituições financeiras www. banco.com.br pela utilização do domínio www.banco.b.br é facultativa, podendo cada instituição adotá-la quando entender conveniente, não necessariamente a partir de janeiro de 2012", diz o comunicado. "Ressalte-se, entretanto, que desde 2008, quando o novo domínio foi concebido, as instituições financeiras fizeram expressivos investimentos em segurança da informação, o que elevou o grau de segurança do domínio atual nomedobanco.com.br a patamares próximos, se não equivalentes, ao do domínio nomedobanco.b.br".

]]>
Domínios da web terão novas regras a partir de 12 de janeiro Tue, 10 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia012.htm A partir deste dia, empresas, marcas ou instituições poderão, por exemplo, propor qualquer terminação para seus endereços, ou os chamados domínios genéricos superiores. Assim, poderão ser criados domínios ".banco", ".sp" ou até ".olhardigital", uma vez que marcas poderão criar seus ".nike", ".apple", ou ".xbox", e assim vai.

Porém, além de propor esses domínios, as empresas se tornarão entidades registradoras. Basicamente, terão toda a responsabilidade da gestão e operação do domínio, mesmo a parte tecnológica, assim como a Registro BR faz com o ".br".

Para Rodrigo Azevedo, advogado especializado em Propriedade Intelectual e Tecnologia da Informação, os novos endereços possibilitam "um melhor posicionamento da marca na internet, ampliando as possibilidades de comunicação e visibilidade global de conteúdos", além, claro, "de ser uma alternativa para o esgotamento do .com e .com.br".

Apesar de a ideia já estar bombando no exterior – Nova Iorque e Berlim já querem seus domínios e diversos interessados querem domínios ".music", ".hotel" ou ".web" –, no Brasil, o desconhecimento sobre o tema ainda é regra.

Azevedo conta que ele já está coordenando diversos pedidos de domínios para algumas das maiores marcas brasileiras, mas, na maioria da vezes, as companhias nem sequer sabem do que se trata essa oportunidade.

Outro ponto muito benéfico para as marcas e empresas é a prevenção de crimes ou fraudes virtuais. Assim, "todo o conteúdo publicado abaixo de .marcax, por exemplo, seria conteúdo oficial da marca 'X'", diz o advogado.

Porém, há riscos: outra empresa homônima pode escolher um domínio similar, podendo fazer com que a marca vá para segundo plano, mesmo se pensarmos em resultados de pesquisa em buscadores.

Entre os principais motivos que levam as empresas a investirem em novos domínios estão a personalização de seu lugar na web, atribuição de status digital à marca, possibilidade de comercialização de sites e e-mails com o nome do domínios e as oportunidades quase ilimitadas de novos endereços.

]]>
Procon-SP denuncia 29 sites por não entregarem produtos ao consumidor Wed, 11 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia011.htm Novos domínios Internet podem custar até R$ 500 mil no Brasil Thu, 12 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia010.htm Ou seja, poderão ser aprovados sufixos do tipo .apple ou mesmo .futebol ou .brasilia. Mas esse não será um processo rápido ou barato. Nesta quinta-feira, 12/1, começa o prazo para a submissão de propostas de novos nomes de domínio – prazo que vai até 29/3.

“Espera-se que os primeiros sufixos que forem aprovados no processo de análise e forem concedidos entrem em atividade somente no 1º trimestre de 2013”, alerta nota divulgada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). A lista dos sufixos propostos deve ser divulgada em maio.

Para isso, candidaturas serão avaliadas pela ICANN, acrônimo em inglês para Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números, e pela comunidade da rede: o objetivo é garantir segurança e estabilidade da rede, proteção ao direito de terceiros ou eventuais incompatibilidades com o interesse público.

Em princípio, com os novos sufixos qualquer um poderá solicitar os direitos para controlar uma fatia da Internet – por exemplo, todos os endereços que terminem com .bicicleta. E isso exige que os interessados se tornem supervisores desses novos domínios.

É caro. Nas contas do NIC.br, “para a candidatura a um sufixo são estimados cerca de R$ 500 mil de investimento”. Aí estão incluídos os US$ 185 mil dos custos do processo na ICANN e outros US$ 25 mil por ano, além garantias financeiras e requisitos técnicos.

Será preciso contratar um provedor back end para gerenciamento e publicação da base de dados com os nomes de respectivo sufixo. No caso do Brasil, porém, uma das opções para os interessados é usar o próprio NIC.br – que é quem opera o .br.

]]>
NIC.br abre processo de candidatura para novos domínios Thu, 12 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia009.htm Órgão de administração da internet, ICANN, aprovou a criação de novos sufixos para endereços de sites; processo custa cerca de R$ 500 mil

O NIC.br, órgão que registra os domínios .br no Brasil, anunciou nesta quinta-feira (12) o início do período de submissão de candidaturas a novos sufixos de internet, os chamados "top level domains", junto à Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN). Espera-se que os primeiros sufixos que forem aprovados no processo de análise e forem concedidos entrem em atividade somente no 1º trimestre de 2013.

A mudança afetará o conjunto denominado Domínios Genéricos de Nível Principal (gTLDs). Atualmente menos de 30 sufixos constituem o nível mais alto na formação dos nomes na Internet. São cerca de 240 códigos de países (como .br para o Brasil, .it para Itália ou .de para Alemanha) e mais outros 23 sufixos caracterizados como gTLDs ( .com, .net, .biz, .travel e outros). Este grupo (gTLD) passará a agregar também os novos sufixos que forem aprovados.

Os novos sufixos devem atender a comunidades e atividades que buscam diferenciação no espaço de nomes da internet, ou a marcas globais que visem a criar novas estratégias de proteção e divulgação. O processo prevê proteção de marcas e de propriedade intelectual, na tentativa de que se evite o “cybersquatting" - mau uso de um domínio com referência a uma marca registrada por terceiros - quando da criação destes novos domínios.

Os interessados na submissão de propostas para obtenção de novos domínios terão até o dia 29 de março de 2012 para entrar na primeira seleção. Outras podem ocorrem a cada um ou dois anos. As candidaturas serão analisadas, tanto pela equipe técnica da ICANN, como pela comunidade internet como um todo, para que se avaliem características como preservação da segurança e estabilidade da rede, proteção a direitos de terceiros ou eventuais incompatibilidades com o "interesse público". A partir de maio, a lista dos sufixos propostos se tornará pública.

O processo não é barato. Para a candidatura a um sufixo são estimados cerca de R$ 500 mil de investimento (apenas os custos do processo ICANN são de US$ 185 mil), e outra quantia de igual monta para cada cinco anos de funcionamento, além garantias financeiras e requisitos técnicos, como a da contratação de um provedor de "back end" que irá gerenciar e publicar a base de dados com os nomes desse sufixo na internet. Para eventuais candidatos brasileiros, uma opção de "back end" é o próprio registro brasileiro, o NIC.br, que há mais de 20 anos opera o ".br" com estabilidade e sucesso, e é uma organização sem fins de lucro.

]]>
Alerj aprova revogação da lei que proíbe lan houses próximas a escolas Sat, 21 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia006.htm Pesquisa revela que 7 de 10 microempresas não possuíam website em 2010 Tue, 3 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia005.htm O indicador apontava diferenças por região, porte e mercado de atuação. Na avaliação, 25% das microempresas consultadas com um a quatro contratados afirmaram possuir página própria na internet, contra 33% daquelas com cinco a nove funcionários.

Por região
Na análise por região, a menor concentração de microempresas com páginas na internet se deu no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que obteve apenas 20% das respostas.

A maior proporção de microempresas com páginas na web pode ser observada no Sudeste (32%) e no Sul (25%).

Já quanto à área de atuação, as microempresas que atuam com o comércio são as que menos apresentam site próprio, com 23% de representação. Para se ter uma ideia, segundo a pesquisa, os demais segmentos chegaram a representar 32%.

E-commerce
A pesquisa apontou ainda a proporção de microempresas que utilizam a internet para fazer pedidos. De acordo com os dados, o percentual delas que adotaram tal sistema ainda é inferior ao das empresas com dez ou mais funcionários: 46% contra 55%. O mesmo não se deu com relação ao pedidos recebidos.

O número de microempresas que receberam pedidos pela internet é similar ao das empresas em questão: 35% e 36%, informou a pesquisa. Além disso, as micros que mais recebem pedidos empregam de cinco a nove funcionários (40%) e localizam-se na região Sul (38%).

Já na comparação com o levantamento anterior, a proporção de microempresas que compraram pela internet cresceu oito pontos percentuais – em 2007, 38% tinham acesso à internet. Em relação ao percentual das que venderam pela rede, o crescimento foi de nove pontos percentuais.

Sobre o estudo
Para chegar a estes dados, foram realizadas quase duas mil entrevistas com microempresas das cinco regiões do País.

]]>
Na web, companhias aceleram adaptação a novos endereços Tue, 3 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia003.htm internet protocol). O protocolo atual, o IPv4, dispõe de 4,3 bilhões de endereços eletrônicos e está prestes a atingir sua capacidade máxima. No Brasil, a estimativa é que os endereços se esgotem até 2013. Para impedir a falta de endereços, empresas e governo estão investindo na adoção de um novo protocolo, o IPv6, com capacidade quase ilimitada de endereços.

Um levantamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) indica que 568 dos 1,2 mil provedores e grandes redes existentes no país já fizeram os pedidos de blocos de endereço IPv6 - o dobro do volume registrado em 2010. O movimento começou a tomar fôlego em junho, com uma iniciativa do governo federal para estimular a adoção do IPv6 nos órgãos de governo e nas empresas estatais que mantêm grandes volumes de dados, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Caixa, Banco do Brasil, Telebras, Polícia Federal e Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Antonio Marcos Moreiras, gerente de projetos do NIC.br, afirma que grandes provedores de internet e operadoras de telefonia já se programaram para criar a infraestrutura necessária à implantação do IPv6. Nas empresas, a expectativa é de que migração comece entre o segundo semestre de 2012 e 2013. "Já houve mudança de roteadores e outros equipamentos devem ser implementados neste ano para que tudo esteja pronto em 2013."


Técnicos terão trabalho semelhante ao realizado na época do 'bug do milênio' para migração de protocolo


O governo realizou ações importantes para cumprir esse cronograma. O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que gerencia pouco mais de 144 mil endereços de IPv4 de órgãos de governo, começou a melhorar sua infraestrutura em 2009, diz Weldson Lima, gerente do departamento regional de operações do Serpro. "Sempre que vamos expandir ou atualizar nosso parque de equipamentos temos o cuidado de inserir especificações de IPv6. Até 2013, quando renovarmos todo o parque, estaremos completamente preparados para o protocolo", diz Lima. Segundo ele, os sites do governo federal serão os primeiros a migrar para o novo protocolo. No segundo semestre, a mudança será feita nos demais sites.

O primeiro site do governo a migrar para o IPv6 será o do Ministério do Planejamento, diz Delfino Natal de Souza, secretário de logística e tecnologia da informação do ministério. "A expectativa é que o novo portal do Ministério do Planejamento esteja no IPv6 até março", afirma Souza. Para isso, o ministério realizou uma consulta pública no ano passado para avaliar que tipos de equipamentos de rede deveriam ser adquiridos para oferecer melhor desempenho. Ainda neste trimestre, diz, será divulgada uma licitação para a compra de componentes para 30 instituições federais, entre eles roteadores, comutadores de borda e centrais (equipamentos usados para encaminhar pacotes de dados entre os diversos pontos da rede). O orçamento ainda não está fechado.

No setor privado, o movimento de implantação do protocolo de internet ganhou força entre operadoras e provedores, que fornecem a infraestrutura de conexão de internet para os internautas.

O UOL começou a trocar os equipamentos de infraestrutura de redes há dois anos. Atualmente, a companhia renova parte do seu parque de máquinas e faz a implantação de softwares adaptados para rodar em IPv6. "É um trabalho semelhante ao que foi feito na época do 'bug do milênio', em 1999. É preciso fazer um inventário de tudo e mudar a infraestrutura em camadas", afirma Enildo Barros, diretor de infraestrutura do UOL.

Além da troca de equipamentos de rede, será necessário instalar novos softwares nos equipamentos, para que aceitem o novo protocolo. Depois disso, é feita a adaptação dos softwares de aplicação vistos nos sites, como serviços de pagamento on-line, calculadora financeira, funções de criptografia, entre outros. Por último é feita a migração dos conteúdos dos sites do IPv4 para o IPv6. No caso do portal do UOL, parte dos serviços, como o PagSeguro e as salas de bate-papo, estarão habilitados em IPv6 a partir de fevereiro. Já a hospedagem de sites feita pelo UOL Diveo estará adaptada ao novo protocolo em 2013, diz Barros.

O portal Terra iniciou o processo de transição para o IPv6 em 2008, com a realização de testes para identificar a infraestrutura necessária ao projeto e a compra de equipamentos e serviços compatíveis com o novo padrão. Desde então, foram adquiridos mais de 200 equipamentos de rede, entre servidores, roteadores e outros recursos, diz Jeferson Rodrigues, gerente de desenvolvimento de tecnologia do Terra. "Trabalhamos até 2010 preparando a infraestrutura e no ano passado começamos a enfrentar o desafio de entregar conteúdos em IPv6", diz Rodrigues. Para 2012, o plano do Terra é ofertar todo o seu portfólio no novo padrão, o que inclui serviços de e-mail e conteúdos do portal e do serviço de vídeos on-line Terra TV.

A Locaweb já fez testes com o IPv6, mas enfrenta dificuldades para ofertar o serviço às empresas por falta de provedores de serviço com estrutura adequada, afirma Alexandre Souza, gerente de redes da Locaweb. "A principal dificuldade de dar continuidade aos trabalhos é que nossos principais provedores de serviço de internet ainda não estão realizando trânsito de tráfego em IPv6", observa Souza. A Locaweb, segundo o executivo, já atualizou os equipamentos de rede para suportar o tráfego de dados no IPv6. A empresa estima ter sua estrutura preparada até o fim de março. A oferta de serviços de computação em nuvem em IPv6, no entanto, só será feita em 2013.

As operadoras também definiram seus cronogramas no fim de 2011. A GVT informou que começa a oferecer suporte ao IPv6 aos clientes empresariais neste mês. A Oi e a Telefônica pretendem fazer o mesmo a partir de julho. A TIM anunciou investimento de R$ 1,3 milhão em infraestrutura de redes para adotar o IPv6 neste ano, mas fará uma implementação gradativa. A Algar Telecom (CTBC) e os provedores Highwinds, LANautilus, Level3 e TIWS, oferecem suporte desde 2011.

]]>
Microempresas não utilizam computador porque "não precisam" Sun, 1 Jan 2012 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2012/midia001.htm Os entrevistados que afirmaram não usar o computador e, consequentemente, não acessar a internet alegaram que o equipamento não é necessário para o seu tipo de negócio. A resposta foi apontada por 72%. Vale lembrar que as microempresas são aquelas que têm entre um e nove funcionários.

Para o estudo, as microempresas não utilizam ainda o computador e a internet porque ainda não perceberam a utilidade destes meios para suas atividades, ou talvez, exista uma lacuna na aquisição de habilidades para o uso efetivo dessas ferramentas.

Celular corporativo

A pesquisa questionou ainda a utilização de celulares corporativos pelas microempresas. Os dados apontam que cerca de 36% usam esta tecnologia.

Ao analisar as empresas de outros portes, nota-se que o uso do celular cresce de acordo com o tamanho da empresa. Entre as pequenas, 61% utilizam o aparelho, entre as médias e grandes, o indicador é de 82% e 93%, respectivamente.

Em relação ao acesso à internet pelos celulares, 14% das empresas disseram que utilizam este meio. O percentual é metade do que o constatado pelas grandes empresas, que é de 28%.

O que as micros fazem na internet

Entre as microempresas que utlizam a internet, a maioria está focada em atividades mais básicas como ver e-mail (97%), buscar informações sobre produtos e serviços (90%) e realizar serviços bancários. 

Outras respostas citadas são monitorar o mercado (53%), utilizar mensagens instantâneas (57%) e oferecer serviços ao consumidor (53%).

As respostas menos citadas foram a realização de entrega de produtos on-line (13%), utilização de telefone via internet (15%) e treinamento e educação (34%).

Sobre o estudo

Para chegar a estes dados, foram realizadas quase duas mil entrevistas com microempresas das cinco regiões do País.

]]>
Prodest participará da Semana da Infraestrutura da Internet Fri, 25 Nov 2011 12:00:00 -0200 http://www.nic.br/imprensa/clipping/2011/midia1170.htm Ela vai fazer uma palestra em que abordará a infraestrutura de TI do Governo do Estado do Espírito Santo no próximo dia 29. Essa atividade também faz parte da programação da 5ª edição do PTT Fórum, promovida pelo do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), com o apoio do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

“Vou destacar a estrutura do Data Center que permite aos sistemas corporativos do Estado terem praticamente 100% de disponibilidade. Também vou mostrar como esse ambiente contribui para o bom desempenho da Rede Metro.ES/Metrovix e da Rede.ES”, explica a diretora técnica.

Caso de sucesso

Segundo Eduardo Ascenço Reis, integrante do NIC.br, o Instituto foi convidado para apresentar os bons resultados obtidos na melhoria da infraestrutura de TI do Estado. “Fiquei muito impressionado com o Data Center do Prodest e com a qualidade dos serviços prestados. Também me chamou a atenção o trabalho realizado na instalação do Ponto de Troca de Tráfego (PTT) no Espírito Santo”, acrescenta.

Para Sylvia Abaurre, o evento é uma boa oportunidade para as ações da autarquia serem reconhecidas em nível nacional. “Estarão reunidos os principais provedores das redes no Brasil e todos os provedores de Internet públicos e privados. Por isso, a minha participação como palestrante contribui para mostrar o Prodest como um caso de sucesso nacional na área de TI”, comenta a diretora Técnica.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação/Prodest
Eric Lopes Menequini
Texto: Luiza Medina
Tel.: (27) 3636-7175
comunicacao@prodest.es.gov.br
http://twitter.com/prodestcomunica
www.vimeo.com/prodest
www.facebook.com/prodest.comunica
http://m.prodest.es.gov.br/

]]>